A DAMA DO LOTAÇÃO: O PASTOR, O DIÁCONO E O PRESBÍTERO...
Eles chegaram juntos na tarde de quarta-feira. O pastor na frente, o diácono ao lado, e atrás o presbítero: homem mais velho, uns sessenta anos, barriga proeminente, cabelo branco ralo, olhar grave demais para alguém que vinha fazer o que vinha fazer. Os três de terno escuro, Bíblias apertadas sob o braço, como se o peso dos livros pudesse absolvê-los antes mesmo do pecado. Solange abriu a porta de camisola fina, quase transparente, sem nada por baixo. Os seios marcavam o tecido. A sombra escura entre as pernas também. O presbítero foi o único que ainda tentou desviar o olhar. Os outros dois já conheciam o caminho. — Trouxe o irmão Samuel, como a irmã pediu — disse o pastor, a voz já baixa, a garganta seca. Solange deu um passo para o lado e os deixou entrar. Fechou a porta com cuidado. A camisola subiu sozinha quando ela se virou, revelando a curva da bunda. — Podem largar as Bíblias — falou, a voz calma. — Deus já sabe o que vai acontecer. E se não souber, vai ficar sabendo agora. O presbítero ainda abriu a boca para protestar, os dedos apertando a capa preta do livro. Não deu tempo. Solange cruzou os braços, pegou a barra da camisola e puxou para cima de uma vez só. Ficou nua no meio da sala. Os seios pesados, os mamilos já duros. A buceta depilada, os lábios um pouco inchados, já brilhando. O cheiro leve de excitação subiu no ar fechado. Os três homens engoliram em seco ao mesmo tempo. O pastor foi o primeiro a avançar. Agarrou-a pela cintura com as duas mãos e beijou a boca dela com fome, língua grossa, dentes roçando. Enquanto beijava, a mão desceu e enfiou dois dedos de uma vez na buceta molhada. Solange gemeu alto dentro da boca dele. O diácono se aproximou pelo lado, abaixou a cabeça e chupou um seio com pressa, a língua girando no mamilo. O presbítero ficou parado mais alguns segundos, a Bíblia ainda na mão, o pau já marcando a calça. Solange estendeu o braço, puxou o cinto dele com força e abriu o botão e o zíper. A mão dela entrou e tirou o pau: semi-duro, grosso, a cabeça escura, veias saltadas, cheiro de homem velho e sabonete de igreja. Ela se ajoelhou no chão frio. Engoliu o pau do presbítero até a base de uma vez. O homem soltou um gemido rouco, a Bíblia caindo no sofá. Enquanto chupava o mais velho, o pastor e o diácono se ajoelharam. O pastor abriu as pernas dela e enfiou a língua na buceta, chupando o clitóris com força, o barulho molhado alto. O diácono chupava o outro seio e passava os dedos no cu dela, apertando, esfregando. Solange gemia com a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo e pingando no pau do presbítero. Não demorou para que a colocassem de quatro no sofá. O pastor foi o primeiro a metê-la. Abriu a calça, tirou o pau já duro e enfiou na buceta de uma cajadada só, fundo, até o saco bater. Solange gritou. O diácono rodeou o sofá, agarrou o cabelo dela e enfiou o pau na boca. O presbítero, ainda ofegante, se posicionou ao lado e começou a se masturbar olhando o pau do pastor entrar e sair. Solange tirou o pau da boca só o suficiente para falar, a voz rouca e cortada pelas estocadas: — Enfia no cu. Agora. Quero os dois. O presbítero obedeceu como quem recebe uma ordem divina. Ajoelhou-se atrás, ao lado do pastor. O pastor tirou o pau da buceta, ainda brilhante de lubrificação, e segurou as nádegas dela abertas. O presbítero cospiu duas vezes no orifício apertado, espalhou a saliva com o polegar e enfiou a cabeça do pau. Solange soltou um grito longo. Ele empurrou mais, devagar no começo, depois de uma vez, até estar inteiro dentro do cu dela. Os dois homens começaram a fodê-la ao mesmo tempo: o pastor voltando para a buceta, o presbítero no cu. O ritmo era pesado, fundo, sincronizado. O diácono aproveitou e segurou a cabeça de Solange com as duas mãos, fodendo a garganta com estocadas curtas e profundas. O barulho era obsceno — pele batendo, gemidos abafados, o som molhado dos paus entrando e saindo dos dois buracos, saliva escorrendo. Solange gozou rápido. O corpo inteiro tremeu, as pernas fraquejaram, um grito abafado pelo pau na boca. O líquido escorreu pelo pau do pastor e molhou o sofá. Eles não pararam. Continuaram metendo com força. O pastor tirou da buceta, deixou o presbítero sozinho no cu por alguns segundos, depois voltou a enfiar. Trocaram de posição. O pastor foi para o cu, o presbítero para a buceta. O diácono tirou o pau da boca dela, se masturbou rápido olhando e depois fez ela chupar de novo. Cada estocada fazia o corpo de Solange balançar. A baba escorria pelo queixo, pingava nos seios. Os olhos estavam revirados. Eles gozaram nela um depois do outro. O pastor foi o primeiro: enterrou fundo no cu e gozou com um gemido rouco, o sêmen quente enchendo-a. Tirou o pau ainda latejando e passou a cabeça na bunda marcada. O diácono puxou o cabelo dela, tirou o pau da boca e gozou no rosto, cobrindo a boca, o nariz e uma das bochechas com jatos espessos. O presbítero, o último, meteu mais algumas vezes na buceta e gozou dentro, gemendo como se estivesse rezando, o corpo inteiro tremendo, as mãos apertando a cintura dela com força. Quando terminaram, os três estavam ofegantes, as calças nos tornozelos, o suor escorrendo sob as camisas e os ternos. O cheiro de sexo, suor e porra enchia a sala. Solange ficou deitada de lado no sofá, nua, o sêmen escorrendo dos três buracos — buceta, cu e boca —, o rosto e os seios cobertos de porra branca. Respirava pela boca, os olhos semicerrados, um sorriso pequeno e satisfeito no canto dos lábios. O presbítero foi o primeiro a ajeitar a roupa. As mãos ainda tremiam quando se abaixou para pegar a Bíblia caída. O diácono limpou o pau na barra da camisa antes de guardar. O pastor só puxou a calça e ficou olhando Solange escorrendo no sofá. Na porta, ainda tentou recuperar alguma dignidade. A voz saiu rouca: — Isso… não pode continuar. Solange passou o dedo no queixo, pegou um pouco do sêmen do diácono e chupou devagar, olhando para os três. — Semana que vem — respondeu, a voz ainda rouca. — Tragam o bispo também. Quero a igreja inteira. Os três saíram em silêncio. Os passos pesados desceram a escada. Solange ficou no sofá mais alguns minutos, sentindo o sêmen escorrer, o corpo latejando, o cheiro dos três homens impregnado na pele. Depois se levantou, olhou a bagunça — sofá manchado, Bíblias esquecidas, o chão sujo — e sorriu. Alberto estava debaixo da terra. E a igreja, aos poucos, estava toda dentro dela.
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