Faltavam ainda quatro dias para a consulta marcada quando o celular de Lara vibrou com uma mensagem de um número desconhecido. Ela estava no quarto, deitada de bruços, o dedo ainda úmido de se tocar, quando leu: “Sou eu. O retorno oficial pode esperar. Se quiser, amanhã à tarde. Motel Horizon, quarto 214. Senha da porta: 5823. Só responda se for aparecer.” Lara ficou parada, o coração batendo tão forte que quase doía. Leu a mensagem três vezes. O médico. Fora do consultório. Num motel. Sem a desculpa da “rotina”, sem jaleco, sem maca. As mãos tremeram um pouco enquanto digitava a resposta: “Vou.” Apenas isso. Passou o resto do dia em estado de quase febre. Não contou nada a ninguém. À noite se tocou duas vezes imaginando o quarto de motel, a cama grande, ele sem a máscara profissional. Dormiu mal, acordando várias vezes com o corpo quente. No dia seguinte inventou uma desculpa para a mãe — trabalho em grupo na faculdade que ia até mais tarde — e saiu de casa com o vestidinho leve e o fio dental preto por baixo. No Uber, as pernas não paravam quietas. O GPS mostrou o caminho até o Horizon. Era um motel discreto, de fachada simples, longe do centro. O carro parou. Lara desceu, o coração na garganta. Entrou pelo portão lateral, subiu as escadas até o segundo andar e parou em frente ao 214. Digitou a senha. A porta se abriu com um clique suave. O quarto era semi-escuro, cortinas fechadas, ar-condicionado ligado. A cama king size ocupava quase todo o espaço. O médico estava de pé perto da janela, sem jaleco, de camisa social escura com as mangas dobradas e calça preta. Quando se virou e a viu, os olhos percorreram o corpo dela com uma lentidão que não tinha mais nada de clínico. — Fechou a porta — disse apenas. Lara obedeceu. O trinco soou alto no silêncio. Ele se aproximou, parou bem na frente dela e, sem pressa, puxou o vestido para cima, tirando-o de uma vez. Ficou só o sutiã meia-taça e o fio dental preto. As mãos dele desceram pelas laterais do corpo, apertaram a cintura e depois as nádegas, os dedos afundando na carne. — Desde a última vez que te fodi no cú fico pensando nisso — murmurou, a voz baixa e rouca. — Sem limite de tempo. Sem risco de alguém bater na porta. Lara engoliu em seco, já molhada. — Eu também… Ele a beijou pela primeira vez. A boca era quente, exigente, diferente de tudo que tinham feito no consultório. Enquanto beijava, tirou o sutiã e o fio dental, deixando-a completamente nua. Depois a carregou até a cama e a deitou de costas. — Hoje — disse ele, abrindo a própria calça e tirando o pau já duro — vou te foder nos dois buracos. Até você não aguentar mais. Lara abriu as pernas, o olhar fixo nele, e respondeu só com um sussurro carregado de vontade: — Então começa. O médico se livrou da camisa e da calça com movimentos rápidos. Ficou nu, o pau grosso e rígido apontando para ela. Subiu na cama, abriu as coxas de Lara com as mãos e, sem mais preliminares, enfiou a língua direto no clitóris. Chupou com fome, os dedos já entrando na buceta ao mesmo tempo — dois, depois três — enquanto a outra mão ia para trás e pressionava o cuzinho ainda sensível. Lara arqueou as costas, gemendo alto pela primeira vez sem se preocupar com volume. O quarto de motel engolia o som. Ele chupou até ela gozar na boca dele, o squirt molhando o queixo e o peito. Antes mesmo de ela se recuperar, virou-a de bruços, puxou os quadris para cima e enfiou o pau de uma vez na buceta. A estocada foi fundo e seca. Lara gritou no travesseiro. Ele fodia com força, as mãos apertando a cintura dela, o barulho da pele batendo contra a pele enchendo o quarto. Depois de alguns minutos a tirou de dentro, passou o pau, já encharcado, pelo cuzinho e pressionou. — Relexa… — mandou, a voz rouca. A cabeça entrou devagar. O anel cedeu com menos resistência do que na primeira vez, mas ainda apertado o suficiente para fazê-la gemer de dor e prazer misturados. Ele foi enterrando centímetro por centímetro até estar completamente dentro do cú. Parou só um segundo, sentindo as contrações dela, e depois começou a foder. As estocadas no cuzinho eram profundas e ritmadas. Com uma mão ele alcançou na frente e esfregou o clitóris. Lara gozou de novo, o corpo se contraindo em volta do pau, o squirt escorrendo pela buceta vazia enquanto ele continuava a empurrar fundo atrás. Quando sentiu que ela estava no limite, tirou, virou-a de frente e enfiou de novo na buceta, fodendo rápido até gozar dentro, jatos quentes preenchendo-a. Mal tinha terminado e já estava duro outra vez. Puxou Lara para a beira da cama, abriu as pernas dela e voltou para o cuzinho, desta vez mais fácil. Fodeu com força, sem piedade, enquanto ela gemia sem parar, os seios balançando, as unhas cravadas no lençol. Gozou de novo no cú, mais fundo ainda, e ficou enterrado até o último espasmo. Os dois caíram na cama ofegantes. O esperma escorria dos dois buracos de Lara, molhando as coxas e o lençol. O médico passou a mão entre as pernas dela, sentindo o líquido quente, e empurrou dois dedos de volta no cuzinho, só para sentir como estava aberto e usado. — Ainda aguentas mais? — perguntou, a voz baixa. Lara, de olhos semicerrados, o corpo inteiro latejando, sorriu cansada e excitada ao mesmo tempo. — Aguento… se o senhor quiser. Ele sorriu de lado, já se recuperando, e se abaixou de novo entre as pernas dela. — Então vamos até você não conseguir mais fechar as pernas. E recomeçou. O médico não deu muito tempo para Lara recuperar o fôlego. Ainda com o esperma escorrendo dos dois buracos dela, ele se abaixou de novo e enfiou a língua fundo na buceta, chupando o próprio gozo misturado ao dela. Os dedos voltaram para o cuzinho, três de uma vez, abrindo-a sem piedade enquanto a língua trabalhava o clitóris inchado. Lara gritou, as pernas se fechando em volta da cabeça dele, e gozou pela terceira vez, o squirt saindo com força e molhando o rosto e o peito do homem. Assim que as contrações diminuíram, ele a puxou para a beira da cama, fez com que ficasse de quatro no chão e enfiou o pau de uma vez no cuzinho. A estocada foi seca e profunda. Lara soltou um gemido longo, quase um choro, as unhas cravadas no carpete. Ele segurou os cabelos dela com uma mão e a cintura com a outra, fodendo com ritmo pesado, o barulho úmido da penetração enchendo o quarto. A cada estocada o esperma anterior saía escorrendo pelas coxas dela. — Mais fundo… — pediu Lara, a voz quebrada. Ele obedeceu. Acelerou, as bolas batendo contra a buceta a cada embalo, até gozar de novo dentro do cú, gemendo baixo enquanto jatos quentes a preenchiam. Saiu ainda pulsando e, sem pausa, empurrou o pau encharcado direto na buceta, fodendo rápido e fundo até ela gozar outra vez, o corpo inteiro tremendo de quatro no chão. Os dois caíram de lado, ofegantes. O médico passou a mão entre as pernas dela, sentindo os dois buracos abertos e molhados, e empurrou os dedos nos dois ao mesmo tempo, só para sentir a folga que ele mesmo tinha causado. Lara gemeu, empurrando o quadril contra a mão dele. Depois de alguns minutos ele recuperou a ereção. Sentou-se na beira da cama e puxou Lara para cima, fazendo-a montar de costas para ele, o pau entrando de uma vez no cuzinho. Segurou a cintura dela e a fez subir e descer, controlando o ritmo. Com a outra mão alcançou na frente e esfregou o clitóris com força. Lara gozou sentada no pau dele, o corpo se sacudindo, o squirt escorrendo pela buceta e pingando no chão. Ele segurou firme e gozou mais uma vez dentro do cú, puxando-a para baixo até estar completamente enterrado. Quando finalmente pararam, o quarto cheirava a sexo. Os lençóis estavam encharcados, o carpete molhado em alguns pontos. Lara ficou deitada de bruços, as pernas abertas, incapaz de fechá-las direito. O cuzinho e a buceta latejavam, abertos, o esperma continuando a escorrer sem parar. O médico deitou ao lado, passou a mão pelas nádegas dela e empurrou dois dedos de volta no cú, devagar, só para sentir. — Ainda não terminamos — murmurou contra a orelha dela. — Vou te foder mais uma vez em cada um. Depois a gente vê se você consegue andar até a porta. Lara, com a voz rouca de tanto gemer, respondeu sem hesitar: — Então não para… Ele sorriu, já se posicionando de novo entre as pernas abertas dela. E recomeçou.
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