Após o almoço eles voltaram ao quarto dela, ele trancou a porta. Depois do flagra, da conversa tensa e do orgasmo dos dois,...o clima era outro, ele já estava excitado novamente, ela já tinha percebido, ele se aproximou dela, ela não se conteve, a mão dela já apertava o pau duro do irmão por cima do calção. Ele, por sua vez, tinha os dedos molhados na buceta lisinha dela, esfregando o clitóris inchado em círculos lentos. O pepino ainda estava lá, brilhando. Ele se abaixou primeiro. Ajoelhou entre as pernas abertas dela, arrancou o short, ela estava sem calcinha e puxou-a para a beira da cama. A língua quente encontrou a fenda encharcada de uma vez. Chupou o clitóris com força, sugando, enquanto dois dedos entravam fundo. Ela arqueou as costas, a mão nos cabelos dele, gemendo baixo para não fazer barulho. Ele lambia com vontade, a língua entrando, saindo, chupando os lábios, lambendo tudo até o cuzinho. Ela gozou na boca dele em poucos minutos, as coxas tremendo em volta da cabeça do irmão. Ainda ofegante, ela o puxou para cima. Ajoelhou na frente dele, puxou o calção para baixo e o pau saltou duro, grosso, latejando. Envolveu com a mão e levou à boca. Chupou a cabeça primeiro, lambendo a gota que já escorria, depois engoliu o máximo que conseguiu. Ele segurou a cabeça dela e meteu devagar, gemendo. Ela chupava com vontade, a saliva escorrendo pelo queixo, a mão masturbando o que não cabia. Ele não avisou que ia gozar e ela não tirou a boca. Ele gozou e ela engoliu tudo, chupando até a última gota. Mas não parou por aí. Ainda de joelhos, ela se virou de costas para ele, de quatro no chão do quarto, a bunda levantada, a buceta e o cu à mostra, ainda brilhando de saliva e gozo. Olhou por cima do ombro e disse baixo: — Encoxa… O irmão não hesitou. Ajoelhou atrás dela, o pau ainda semi-duro, e colou o corpo. As mãos grandes apertaram as nádegas com força, abrindo, esfregando o pau no meio da fenda molhada. Não penetrou. Só encoxou, como ela pedia. O pau deslizava para cima e para baixo entre as nádegas, a cabeça roçando a entrada da buceta e às vezes pressionando o cuzinho. Ele apertava a carne, dava tapinhas leves, puxava as nádegas para abrir mais e esfregava com mais força. Ela rebolava de volta, gemendo, empurrando a bunda contra ele. A mão dele desceu e dois dedos entraram na buceta enquanto o pau continuava esfregando o cu. O barulho molhado voltou. Ele encoxava com vontade, o pau cada vez mais duro de novo, a cabeça inchada deslizando na pele molhada dela. — Assim… igual no ônibus — ela sussurrou, a voz rouca. Ele obedeceu. Apertou mais forte, os dedos metendo fundo, o pau esfregando sem entrar, só gozando a sensação de estar usando a irmã daquele jeito. A buceta dela se contraía em volta dos dedos a cada movimento. Ela já estava perto de novo. O irmão se inclinou sobre as costas dela, a boca no ouvido, e continuou encoxando, os quadris batendo leve contra a bunda dela, o pau deslizando sujo entre as nádegas abertas, enquanto os dedos fodiam a buceta sem parar. Ele ainda estava atrás dela, o pau duro esfregando entre as nádegas molhadas, os dedos dentro da buceta, quando falou baixo no ouvido dela: — Amanhã eu quero encoxar você no ônibus. Ela tremeu. Ele apertou mais forte a bunda e continuou: — Igual aqueles caras fazem com você. Quero te pegar no meio do corredor lotado, de saia, sem calcinha, e meter os dedos fundo enquanto todo mundo está em volta. Quero que você fique molhada pra mim no caminho embora. Ela olhou por cima do ombro, ainda ofegante, a boca entreaberta. — A sério? — A sério. Amanhã na saída da escola. Você me espera. A gente sobe no mesmo ônibus. Você fica de pé no meio e eu fico atrás. E aí eu faço tudo o que aqueles filhos da puta faziam… só que sou eu. Ele tirou os dedos devagar, mostrou para ela como estavam brilhando e passou na boca dela. Ela chupou sem hesitar. — Sem calcinha — ele completou. — Quero achar você pelada embaixo da saia. Ela assentiu, ainda com o gosto dele na língua. — Tá. Amanhã na saída. Eu espero. Ele deu um tapa firme na bunda dela e se afastou, puxando o calção para cima. O volume ainda marcava o tecido. — E se você gozar no ônibus… eu quero saber. Quero sentir você apertando os meus dedos no meio de todo mundo. Ela ficou de quatro mais um segundo, a buceta latejando, o cu formigando, já imaginando o dia seguinte. O irmão abriu a porta com cuidado, olhou o corredor e saiu. Ela se deitou na cama, as pernas ainda abertas, e passou a mão na buceta molhada. Já estava contando as horas para a saída da escola no dia seguinte.
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