A DAMA DO LOTAÇÃO: MAIS UMA VEZ SENDO FUDIDA POR UM MOTORISTA...
Solange estava no banco da frente do ônibus quase vazio, pernas abertas de propósito, saia curta subindo até quase mostrar a calcinha. O motorista, um cara grosso de uns 40 anos, braços peludos e olhar sujo no retrovisor, já tinha notado ela há três paradas. Ela se inclinou pra frente, voz baixa e molhada: — Me leva pro final da linha… e me fode igual uma puta. Quero apanhar. Quero que você me bata, me segure pelo cabelo e enfie essa porra grossa até eu gritar. Pode me usar como quiser. Me fode sujo, motorista… O cara travou o ônibus num ponto escuro, desligou as luzes e se levantou. O cinto já estava desabotoado. Solange ficou de joelhos no corredor, boca aberta, esperando. O motorista trancou a porta do ônibus com um clique seco. O interior ficou só com a luz fraca do painel. Ele se aproximou de Solange, ainda ajoelhada no corredor, e puxou o cabelo dela com força, inclinando a cabeça pra trás. — Abre essa boca, puta. Solange obedeceu imediatamente. A língua saiu, molhada, e ele enfiou o pau grosso e já duro direto na garganta dela. Não deu tempo de se adaptar. Empurrava fundo, sentindo a garganta apertar, os olhos dela marejarem. O barulho molhado de engasgo encheu o ônibus vazio. Ele segurava o cabelo dela com as duas mãos e fodia a boca com violência, batendo as bolas no queixo dela. — Isso… engole tudo. Você pediu pra apanhar, não pediu? Ele tirou o pau da boca dela de uma vez, puxou Solange pelo cabelo e a virou de quatro no banco. A saia já estava na cintura. Ele rasgou a calcinha com um puxão e deu um tapa seco na bunda dela. O estalo ecoou. Solange soltou um gemido alto. Outro tapa, mais forte. A pele ficou vermelha. Ele continuou batendo, alternando as mãos, enquanto enfiava dois dedos grossos na buceta já encharcada dela. Os dedos entravam com facilidade, fazendo barulho molhado. Ele abria e fechava os dedos dentro dela, alongando. — Olha como você tá escorrendo… putinha do ônibus. Sem mais aviso, ele tirou os dedos e enfiou o pau de uma vez só. Solange gritou, o corpo inteiro tremendo. Ele não esperou. Começou a meter com força, segurando os quadris dela com as mãos grandes, puxando pra trás a cada estocada. A bunda dela batia contra a barriga dele com um som úmido e pesado. Ele deu mais dois tapas fortes, um de cada lado, enquanto fodia. — Mais forte… me bate mais… — Solange gemia, a voz falhando a cada embalo. O motorista puxou o cabelo dela de novo, arqueando as costas dela, e meteu ainda mais fundo. A cada estocada ele batia a mão na bunda e nas coxas, deixando marcas vermelhas. O pau dele saía quase inteiro e entrava de novo até o fundo, esticando a buceta dela. O cheiro de sexo já dominava o ônibus. Ele parou só o tempo suficiente pra virar Solange de costas no banco, erguer as pernas dela nos ombros e entrar de novo, agora de frente. As mãos grandes apertaram o pescoço dela com cuidado calculado, sem cortar o ar completamente, só o bastante pra ela sentir o controle. Enquanto apertava, ele continuava metendo com força, o pau batendo fundo, a buceta dela fazendo barulho de sucção a cada movimento. — Você é minha agora, Solange. Vai gozar no pau do motorista ou eu te deixo assim, toda aberta e molhada… Ele soltou o pescoço, deu um tapa no rosto dela e voltou a segurar o cabelo, metendo mais rápido, mais bruto. O banco rangia. Solange estava toda suada, as unhas cravadas no estofado, gemendo sem parar. O motorista não diminuiu o ritmo. Continuou metendo fundo, o pau grosso entrando e saindo da buceta molhada de Solange com força, o barulho molhado ecoando pelo ônibus vazio. Ele segurou as pernas dela mais alto, dobrando-as quase até o peito, e enfiou ainda mais fundo, batendo as bolas contra a bunda dela a cada estocada. — Goza pra mim, puta… — rosnou, a voz rouca. Solange estava tremendo inteira. Os gemidos saíam quebrados, a boca aberta, saliva escorrendo pelo canto dos lábios. Ele soltou uma das pernas, deu um tapa seco no rosto dela e depois outro na bunda, deixando a pele arder. A cada tapa ela apertava mais em volta do pau dele. Ele tirou o pau de uma vez, puxou Solange pelo cabelo e a colocou de joelhos de novo no corredor. O pau estava brilhando de porra e saliva. Empurrou a cabeça dela pra frente. — Limpa. Chupa tudo. Solange engoliu o pau até o fundo, engasgando de novo. Ele segurou o cabelo com as duas mãos e fodeu a boca com violência, empurrando até ela quase vomitar, mas ela não recuou. Os olhos marejados, a garganta apertando. Ele tirou, deu um tapa na cara dela com o pau e depois a puxou de volta pro banco, virando-a de quatro outra vez. Dessa vez ele cuspiu na mão, passou entre as nádegas dela e enfiou o polegar no cu enquanto metia de novo na buceta. Solange gritou, o corpo se contraindo. Ele começou a abrir o cu com o dedo, alongando, enquanto o pau continuava entrando fundo na frente. — Vou te foder aqui também… — falou, tirando o pau da buceta e pressionando a cabeça grossa contra o cu apertado. Ele empurrou devagar no começo, forçando a entrada. Solange gemeu alto, as unhas cravadas no banco. Quando a cabeça passou, ele agarrou os quadris dela e enfiou o resto de uma vez. O cu dela apertou em volta do pau, quente e estreito. Ele começou a meter, cada vez mais rápido, batendo a barriga na bunda dela. Tapas fortes nas nádegas, puxões de cabelo, o pau entrando até o fundo. Solange estava gritando e gemendo ao mesmo tempo, o corpo inteiro suado, a buceta escorrendo pelas coxas. Ele meteu mais algumas vezes com força bruta e depois tirou, voltando pra buceta, alternando: três estocadas no cu, quatro na buceta, sem dar tempo dela se recuperar. No final ele puxou o cabelo dela pra trás, meteu fundo na buceta e gozou. O pau latejando, enchendo ela de porra quente. Continuou empurrando enquanto gozava, forçando a porra pra dentro. Depois tirou, virou Solange de frente e enfiou o pau ainda pulsando na boca dela. — Engole o resto. Ela chupou, limpando tudo, a porra escorrendo pelo queixo. O motorista segurou a cabeça dela até ter certeza de que ela engoliu. Depois a soltou, ainda ofegante, e deu um último tapa na bunda vermelha. — Próxima parada você desce. Ou quer mais uma rodada antes do fim da linha? Solange ainda estava de quatro no banco, pernas abertas, porra escorrendo pela buceta e pelo cu, a pele marcada de vermelho.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.