Ela se chamava Ana Clara, 18 anos, filha de pastor, daquelas que chegava na igreja com a Bíblia na mão, saia longa e cabelo preso. Todo mundo na congregação a via como o exemplo perfeito de pureza. Ninguém sabia que, por baixo daquela roupa modestíssima, o corpo dela já tinha aprendido a se entregar de outros jeitos. Desde os 16 ela tinha feito um pacto consigo mesma: a virgindade vaginal seria guardada para o casamento. O resto… o resto era outra história. Foi com o Daniel, o filho do diácono, que tudo começou de verdade. Ele era um ano mais velho, frequentava o mesmo grupo de jovens, e tinha aquele olhar que demorava demais quando ela se abaixava para pegar o hinário. Um dia, depois do culto, no estacionamento quase vazio, ele a puxou para o banco de trás do carro dele. — Eu não posso, Daniel… eu prometi a Deus. Ele não insistiu naquilo. Em vez disso, desceu o zíper, tirou o pau já duro e falou baixo: — Então usa a boca. Só a boca. Ana Clara olhou para os lados, o coração batendo forte. Aquele cheiro de homem, o calor, a urgência… ela se ajoelhou no carpete do carro, segurou o pau com as duas mãos e levou à boca. No começo foi desajeitado, mas logo ela descobriu o gosto, a textura, o jeito de sugar a cabeça enquanto a língua deslizava por baixo. Daniel gemeu, puxou o cabelo dela (que ela sempre usava preso) e gozou na garganta dela pela primeira vez. Ela engoliu tudo, limpou o canto da boca com o dorso da mão e saiu do carro com o mesmo rosto de santa que tinha entrado. Depois disso, virou rotina. Eles se encontravam no salão de baixo da igreja depois dos ensaios, no quarto dele quando os pais viajavam, no mato atrás do campo de futebol. Ela chupava com vontade, de quatro, de joelhos, deitada de barriga para cima enquanto ele se ajoelhava sobre o rosto dela. Aprendia a engolir fundo, a usar a mão, a olhar nos olhos dele enquanto a boca trabalhava. Mas nunca deixava entrar na buceta. Um sábado à noite, no quarto dele, Daniel a virou de costas, puxou a calcinha branca de lado e passou o dedo molhado de saliva no cu dela. — E se for por aqui? — perguntou. — Continua virgem. Ana Clara ficou quieta por uns segundos. O coração batia tão forte que ela achava que ele ia ouvir. Depois assentiu, sem falar nada. Ele colocou bastante saliva, depois um pouco de óleo de bebê que tinha no banheiro. Empurrou devagar. Ela mordeu o travesseiro, os olhos marejados, mas não pediu para parar. Quando a cabeça entrou, ela soltou um gemido abafado. Ele foi entrando centímetro por centímetro até o pau inteiro sumir dentro do cu apertado dela. Ana Clara choramingava, mas empurrava o corpo para trás, pedindo mais. Daniel metia com cuidado no começo, depois com mais força, segurando a cintura dela. O som molhado, o cheiro, o jeito que o cu dela se fechava em volta do pau… ele gozou fundo, sem tirar. Ela ficou de quatro por um tempo, sentindo o sêmen escorrer devagar. Depois se virou, limpou a boca dele com beijos e sussurrou: — Continuo virgem. Só dei o cuzinho. A partir daí, virou o acordo deles. Toda vez que o desejo apertava, ela se ajoelhava e chupava até ele gozar, ou se virava de quatro e abria o cu. Às vezes ele metia no cu dela até quase gozar, tirava e enfiava na boca para ela engolir. Outras vezes ela mesma se masturbava enquanto chupava, gozando com o dedo no clitóris e o pau dele na garganta. Na igreja, ela continuava a mesma: levantava a mão no louvor, cantava no coral, dava testemunho de pureza. Ninguém desconfiava. Só Daniel sabia que, por baixo da saia longa, o cuzinho dela já tinha engolido ele inteiro dezenas de vezes, e que a boca dela sabia exatamente como fazer um homem tremer. E ela guardava a virgindade vaginal como um tesouro. Porque, no fundo, Ana Clara ainda acreditava que Deus entendia. Ou, pelo menos, fingia acreditar.
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