Era um dia de outubro, Cris estava deitada de bruços na cama de lençol florido, de calcinha fio dental rosa brilhante e uma blusa azul escura. O cabelo preso num rabo de cavalo baixo. Eu estava atrás dela, só de bermuda verde listrada, o pau já duro só de ver aquela bunda gorda e peluda se abrindo. Puxei a calcinha para o lado. A buceta dela apareceu cheia de pelo escuro, os lábios grossos, um pouco molhada. Passei o dedo no meio e ela se mexeu, rebolando de leve. Mas não era a buceta que eu queria naquele momento. — Vira pra mim — pedi. Ela virou, deitou de lado e ficou de cara com o meu pau. Os olhos semicerrados, a boca já entreaberta. Segurou a base com a mão de unhas bem feitas e levou a cabeça até a glande. A língua saiu primeiro, quente e molhada, lambendo em círculos lentos. Depois engoliu a cabeça inteira, chupando com força, os lábios apertados. O barulho molhado encheu o quarto. Cris chupava devagar no começo, sentindo o gosto, depois mais fundo, engasgando de leve quando o pau batia no fundo da garganta. A saliva escorria pelos cantos da boca, molhava os pelos da minha virilha. Ela olhava pra cima de vez em quando, com aquele olhar safado, enquanto a mão subia e descia no que sobrava. Eu segurei o cabelo dela e comecei a meter na boca. Ela deixou, abrindo mais, aceitando. O pau entrava e saía brilhando de saliva. De vez em quando ela parava só para lamber a glande, chupar só a cabeça, brincar com a língua na fenda. Depois engolia de novo até quase o saco. Virei ela de novo de quatro. A calcinha rosa ainda presa no meio da bunda. Puxei o fio pro lado e enfiei o pau naquela buceta peluda de uma vez. Cris gemeu alto, a cara afundada no travesseiro. Fodi forte por alguns minutos, sentindo o aperto molhado, o pelo raspando na minha pele. Depois tirei e voltei pra boca dela. Ela chupou de novo, agora com gosto da própria buceta. Lambia tudo, engolia fundo, a mão apertando minha bola. Quando senti que ia gozar, avisei. Cris não tirou a boca. Continuou chupando, mais rápido, mais fundo, até eu jorrar direto na garganta dela. Ela engoliu tudo, só deixando um filete escorrer pelo canto da boca. Depois limpou com a língua, olhando pra mim com um sorrisinho sujo. Ainda de quatro, com a calcinha rosa enterrada no rabo, ela perguntou baixinho: — Quer mais? Naquela noite eu queria. E ela deu. Depois que Cris engoliu a primeira porrada, ela não quis parar. Ainda ajoelhada na cama, com a calcinha rosa fio dental enfiada no meio da bunda, ela limpou o canto da boca com o dedo e olhou pra mim com aquele sorriso safado. — Ainda está duro… — murmurou, segurando o pau molhado de saliva e porra. Eu estava sentado na beira da cama. Ela se aproximou de novo, ajoelhou entre minhas pernas e começou a lamber devagar, de baixo pra cima, como se quisesse limpar tudo. A língua quente passou pela glande inchada, desceu pelo pau inteiro até o saco, chupou uma bola e depois a outra. O cabelo dela caía pro lado, o rabo de cavalo solto. Eu via a blusa azul subindo um pouco nas costas e a bunda dela empinada, o fio rosa sumindo entre as nádegas. Cris abriu a boca e engoliu de novo. Dessa vez mais fundo. O pau desapareceu quase inteiro, a garganta dela se contraindo ao redor. Ela fez um barulho molhado, engasgou de leve, mas não tirou. Continuou subindo e descendo a cabeça, a mão apertando a base, a saliva escorrendo pelos dedos e pingando nos pelos da minha virilha. Eu segurei o cabelo dela e comecei a meter na boca. Ela deixou, abrindo mais, os olhos semicerrados, a respiração pesada pelo nariz. O pau entrava e saía brilhando, a glande sumindo e voltando. De vez em quando ela parava só para lamber a cabeça, chupar forte, brincar com a língua na fenda, e depois engolia tudo de novo. — Chupa direito… — eu falei baixinho. Ela obedeceu. Aumentou o ritmo, a boca apertada, a língua trabalhando. Eu sentia o fundo da garganta dela a cada estocada. A bunda dela balançava levemente enquanto ela se mexia. Em um momento ela tirou o pau da boca, virou o rosto e me olhou de lado, a boca aberta, a língua para fora, a saliva escorrendo. Depois voltou a chupar com ainda mais vontade. Quando senti que ia gozar de novo, puxei o cabelo dela e avisei. Cris não saiu. Continuou engolindo fundo, a mão apertando minhas bolas, até eu jorrar direto na garganta dela pela segunda vez. Ela engoliu tudo, só deixando um pouco escorrer pelo queixo. Depois limpou com a língua, olhou pra cima e sorriu. — Gostou? — perguntou, a voz rouca. Eu só puxei ela pra cima, virei de quatro e enfiei o pau naquela buceta peluda de uma vez. A calcinha rosa ainda estava no lugar, só puxada pro lado. Cris gemeu alto, a cara afundada no travesseiro, e eu fodi gostoso enquanto ela ainda tinha o gosto da minha porra na boca.
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