EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: O CASAMENTO E A LUA DE MEL, PERDENDO A VIRGINDADE - PARTE VII

O sábado amanheceu limpo e quente.
Ana Clara acordou cedo, o corpo ainda sensível da noite anterior. O cuzinho latejava de leve, lembrança constante de Daniel. Ela tomou banho demorado, se depilou com cuidado, passou creme no corpo inteiro. Quando a mãe entrou no quarto para ajudar a vestir, Ana Clara já estava de calcinha branca nova e sutiã de renda. A buceta continuava intacta. Só ela e Daniel sabiam o quanto aquele pedaço de pele tinha esperado.
O vestido deslizou pelo corpo. Manga longa, decote fechado, saia volumosa. O véu foi preso no cabelo. Quando ela se olhou no espelho, quase não se reconheceu. Parecia a noiva perfeita que a igreja esperava. Por baixo de tudo, porém, não havia calcinha. Ela tinha tirado nos últimos minutos, escondida no banheiro. Queria sentir o ar frio entre as pernas o caminho inteiro até o altar.
A igreja estava lotada. Quando as portas se abriram e a música começou, Ana Clara segurou o braço do pai e caminhou devagar. Daniel a esperava no altar, de terno preto, o olhar fixo nela. Quando seus olhos se encontraram, ela soube exatamente o que ele estava pensando: em poucas horas ele finalmente ia enfiar o pau na buceta que ela tinha guardado só para ele.
A cerimônia foi longa. Votos, orações, hinos. Quando o pastor perguntou se ela o aceitava como marido, a voz de Ana Clara saiu firme:
— Aceito.
O beijo foi casto, na frente de todos. Mas a mão de Daniel apertou a dela com força, um aviso silencioso do que viria depois.
A festa no salão foi um borrão de abraços, fotos e parabéns. Ana Clara sorria para todo mundo, cortava o bolo, dançava a valsa com o marido. Por baixo da saia enorme, ela estava molhada. Cada vez que Daniel se aproximava e sussurrava no ouvido “logo você vai ser minha de verdade”, o peito dela apertava de ansiedade e desejo.
Eles saíram mais cedo do que o planejado. O quarto de hotel ficava a vinte minutos dali. No carro, no banco de trás, com o motorista do outro lado da divisão de vidro, Ana Clara ergueu a saia até a cintura, se ajoelhou e abriu a calça de Daniel. Chupou o pau dele devagar, olhando para cima, enquanto ele passava a mão no cabelo dela por baixo do véu. Ele gozou na boca dela antes mesmo de chegarem. Ela engoliu tudo, limpou o canto da boca e ajeitou o vestido como se nada tivesse acontecido.
O quarto era amplo, com cama king e luzes baixas. Assim que a porta se fechou, Daniel a empurrou contra a parede e a beijou de verdade, pela primeira vez sem pressa e sem medo de serem vistos. As mãos dele abriram o zíper do vestido. O tecido branco caiu no chão. Ana Clara ficou só de sutiã e o véu ainda preso no cabelo. Ele tirou o sutiã, chupou os peitos, desceu a boca pela barriga e parou na altura da buceta.
— Finalmente — murmurou.
Ele a deitou na cama, abriu as pernas dela e passou a língua devagar entre os lábios. Ana Clara arquejou. Nunca tinha sentido aquilo com tanta intensidade. Ele chupou o clitóris, enfiou a língua, lambeu até ela gozar a primeira vez, o corpo tremendo, as mãos puxando o cabelo dele.
Quando ela ainda tremia, Daniel se ajoelhou entre as pernas dela, posicionou a cabeça do pau na entrada ainda virgem e olhou nos olhos dela.
— Está pronta?
Ana Clara assentiu, a voz rouca:
— Me fode. Me tira a virgindade. Goza dentro.
Ele empurrou devagar. A resistência cedeu com um ardor agudo. Ana Clara soltou um gemido alto, as unhas cravadas nas costas dele. Daniel entrou centímetro por centímetro até estar completamente dentro. Ficou parado, deixando ela se acostumar com a sensação de estar finalmente preenchida pela frente. Depois começou a se mover. Devagar no começo, depois mais fundo, mais forte. O pau deslizava com facilidade, molhado pelo desejo que ela tinha acumulado por tanto tempo.
Ana Clara gemia sem se importar com o volume. Pedia mais, puxava ele para dentro, cruzava as pernas nas costas dele. Goizou de novo, o corpo se contraindo em volta do pau que agora a fodia de verdade. Daniel não aguentou muito depois disso. Gozou fundo, jatos quentes preenchendo a buceta dela pela primeira vez. Ele ficou enterrado até o fim, tremendo, enquanto ela apertava as pernas em volta dele.
Quando saiu, um fio branco e rosado escorreu pela coxa dela. Ana Clara olhou para baixo, tocou o líquido com o dedo e sorriu, cansada e satisfeita.
— Agora sou sua mulher de verdade.
Daniel se deitou ao lado, ainda ofegante, e a puxou para o peito.
— Ainda não terminei com você.
Eles descansaram pouco. Em menos de uma hora ele já estava duro de novo. Dessa vez Ana Clara se colocou de quatro, olhou por cima do ombro e falou:
— Pode escolher. Buceta ou cu. Os dois agora são seus.
Ele escolheu a buceta de novo. Meteu com mais força dessa vez, segurando os quadris dela, ouvindo o som molhado de cada estocada. Ana Clara se masturbava ao mesmo tempo e gozou gritando no travesseiro. Daniel gozou dentro outra vez.
Na terceira, ele a virou de frente, ergueu as pernas e fodeu o cu dela enquanto chupava os peitos. Ana Clara, já exausta, gemia baixo, o corpo mole, deixando ele usar os dois buracos como quisesse. Quando ele gozou no cu pela última vez daquela madrugada, ela simplesmente ficou deitada, o sêmen escorrendo dos dois lados, o véu ainda preso no cabelo bagunçado.
Daniel se deitou ao lado, puxou ela para perto e beijou a testa suada.
— Bem-vinda à vida de casada, Ana Clara.
Ela riu baixinho, a voz rouca de tanto gemer, e respondeu:
— Se for assim todos os dias… eu aceito de novo.
Lá fora, a cidade dormia. Dentro do quarto, a antiga novinha da igreja agora era só a esposa de Daniel. Virgem nunca mais. E completamente entregue.
Eles embarcaram no dia seguinte.
O destino era um resort pequeno e discreto no litoral, longe o suficiente para ninguém da igreja aparecer. O quarto ficava de frente para o mar, com varanda privativa, cama grande e banheira. Assim que a porta se fechou atrás deles, Ana Clara nem unpacking fez. Tirou o vestido leve que usava, ficou nua e se ajoelhou na frente de Daniel.
— Agora não tem mais ninguém para ouvir — falou, a voz já rouca de desejo. — Pode me usar do jeito que quiser.
Ele deixou ela chupar até ficar duro, depois a ergueu, jogou na cama e abriu as pernas. Dessa vez não teve delicadeza de noite de núpcias. Meteu na buceta de uma vez, fundo, até o fim. Ana Clara arquejou alto, as unhas cravadas nas costas dele. O pau deslizava fácil, ainda um pouco sensível do dia anterior, mas ela empurrava o corpo para cima, pedindo mais. Daniel fodeu com vontade, ouvindo o barulho molhado e os gemidos dela ecoando no quarto. Goizou dentro, bem fundo, e ficou parado sentindo as contrações.
Quando saiu, o sêmen escorreu pela coxa dela. Ana Clara passou o dedo, levou à boca e chupou, olhando para ele.
— Quero mais.
Eles quase não saíram da cama nos primeiros dias.
De manhã, Daniel acordava com a boca dela no pau, chupando devagar até ele endurecer. Depois a virava de quatro e escolhia: buceta ou cu. Às vezes metia nos dois, alternando, gozando em um e depois no outro. Ana Clara gozava fácil, o corpo já acostumado a receber ele em qualquer buraco. Gostava especialmente quando ele a fodia de lado, uma perna dela erguida, o pau entrando fundo enquanto a mão dele esfregava o clitóris.
Numa tarde, na varanda, com o som do mar ao fundo, ela se ajoelhou no chão de madeira e chupou o pau dele até quase gozar. Depois se virou, segurou a grade e abriu as pernas. Daniel meteu na buceta por trás, segurando os quadris dela, metendo forte. O vento batia no corpo nu dos dois. Ela gozou gemendo alto, sem se importar se alguém lá embaixo ouvisse. Ele gozou logo depois, enterrado até o fim.
À noite, na banheira, ela sentou no colo dele de frente, o pau entrando devagar na buceta enquanto a água balançava. Beijavam devagar, os corpos escorregadios. Daniel chupava os peitos dela enquanto ela rebolava. Quando estava perto, ele a ergueu um pouco, posicionou o pau no cu e desceu de novo. Ana Clara soltou um gemido longo, a cabeça jogada para trás. Foderam assim, devagar, até ele gozar dentro do cu dela. Depois ela se ajoelhou na banheira e limpou o pau com a boca, engolindo o que restava.
No quarto dia, Daniel a acordou de um jeito diferente. Estava deitado atrás dela, o pau já duro entre as nádegas. Sem falar nada, passou saliva, enfiou no cu e começou a meter devagar enquanto ela ainda meio dormia. Ana Clara acordou gemendo, empurrando o corpo para trás, pedindo mais fundo. Ele segurou um seio, esfregou o clitóris e fodeu o cu dela até os dois gozarem juntos. Depois, ainda sem sair, murmurou no ouvido:
— Bom dia, esposa.
Ela riu baixinho, cansada e satisfeita.
— Se todos os dias forem assim… eu nunca mais quero voltar.
Eles comiam pouco, dormiam em horários estranhos e transavam o tempo todo. Na praia deserta, debaixo de um guarda-sol, ela se deitava de bruços e deixava ele meter no cu enquanto fingiam que só estavam se bronzeando. No chuveiro, ele a ergueu contra a parede e fodeu a buceta até as pernas dela tremerem. De madrugada, ela acordava, montava nele e rebolava devagar, o pau entrando e saindo da buceta molhada, até os dois gozarem de novo.
Numa das últimas noites, Ana Clara se ajoelhou na cama, olhou para o marido e falou com a voz baixa:
— Quero que você goze nos dois. Primeiro na buceta, depois no cu. Quero sentir os dois cheios de você.
Daniel fez exatamente isso. Meteu na buceta até gozar fundo. Saiu, ainda duro, e enfiou no cu sem limpar nada. A mistura de lubrificação e porra facilitou. Fodeu o cu dela com força até gozar de novo, o corpo tremendo. Quando saiu, Ana Clara ficou de quatro, os dois buracos escorrendo, o rosto afundado no travesseiro, respirando pesado.
Ele se deitou ao lado, passou a mão pelas costas suadas dela e falou:
— Você não é mais a novinha da igreja.
Ela virou o rosto, sorriu cansada e respondeu:
— Não. Agora sou só a mulher que goza com o pau do marido no cu e na buceta no mesmo dia… e ainda pede mais.
Daniel puxou ela para perto, beijou a testa e fechou os olhos.
Lá fora, o mar batia na areia. Dentro do quarto, a antiga menina de saia longa e Bíblia na mão dormia nua, o corpo marcado, os dois buracos ainda latejando, completamente entregue ao marido.
A lua de mel ainda tinha alguns dias.
E nenhum dos dois tinha intenção de desperdiçar nenhum deles.

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Nome do conto:
EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: O CASAMENTO E A LUA DE MEL, PERDENDO A VIRGINDADE - PARTE VII

Codigo do conto:
276176

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/11/2026

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