EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: PREPARATIVOS PARA O CASAMENTO - PARTE V

O noivado foi anunciado no culto de domingo seguinte.
O pastor, pai de Ana Clara, subiu ao púlpito com o rosto iluminado de orgulho. Daniel estava ao lado dela no banco da frente, a mão dele discretamente apertando a dela. Quando o anúncio foi feito, a congregação inteira bateu palmas. As irmãs mais velhas choraram de emoção. As meninas do grupo de jovens olharam para Ana Clara com inveja. Ninguém desconfiava de nada.
Depois do culto, na casa dela, a mãe já falava de vestido, de decoração, de lista de convidados. Ana Clara sorria, respondia com educação, mas por baixo da mesa a mão dela estava na coxa de Daniel, apertando devagar.
Naquela mesma noite, quando os pais foram dormir, eles se trancaram no quarto dela. Ana Clara tirou a saia longa, ficou de quatro na cama e falou baixinho:
— Hoje eu quero que você goze bem fundo. Quero sentir meu noivo me marcando.
Daniel enfiou no cu dela sem pressa. Metia devagar, sentindo o aperto quente, enquanto ela se masturbava. Quando ele gozou, ela ficou parada, o corpo tremendo, sentindo o líquido quente escorrer. Depois se virou, limpou o pau dele com a boca e se deitou no peito dele.
— Daqui a três meses a gente casa — murmurou. — Três meses só de cuzinho e boca… e depois você finalmente me come de verdade.
Os preparativos começaram no dia seguinte.
Ana Clara foi com a mãe escolher o vestido. Provou três modelos longos, brancos, modestos, com manga e decote fechado. O que ela escolheu tinha uma saia volumosa e um véu longo. Enquanto a mãe conversava com a costureira, Ana Clara mandou mensagem para Daniel:
“Acabei de escolher o vestido. Estou sem calcinha embaixo. Quando a gente se ver, quero que você me foda o cu ainda com ele na mente.”
À noite, no carro dele estacionado atrás do campo de futebol da igreja, ela cumpriu a promessa. Tirou a calça de Daniel, se ajoelhou no banco do passageiro e chupou até ele estar duro e molhado. Depois se virou, ajoelhou de costas, ergueu a saia e abriu as nádegas. Daniel enfiou de uma vez. O carro balançava. Ela mordia o próprio braço para não gemer alto. Ele meteu forte, fundo, até gozar dentro. Quando saiu, ela se virou, engoliu o pau sujo e limpou tudo.
— Agora toda vez que eu provar o vestido — sussurrou — vou lembrar do seu pau no meu cu.
As semanas seguintes foram uma mistura de preparativos públicos e encontros secretos cada vez mais intensos.
Eles escolheram as alianças juntas. No momento em que a vendedora mostrou as opções, a mão de Ana Clara estava escondida no bolso da saia, apertando o pau de Daniel por cima da calça. À noite, no quarto dele, ela se ajoelhou, colocou a aliança provisória no dedo e chupou o pau dele até gozar, engolindo tudo sem derramar uma gota.
A lista de convidados foi feita na sala da casa dela, com a mãe e a tia. Enquanto as duas discutiam quem convidar, Ana Clara mandava áudios baixinhos para Daniel:
“Estou molhada só de pensar que daqui a pouco você vai estar enfiado no meu cu.”
Mais tarde, no banheiro da igreja, durante o ensaio do coral, ela se trancou com ele. Tirou a calça dele, se virou de frente para a parede, ergueu a saia e deixou ele meter no cu em pé, rápido e fundo. Goizou primeiro, tremendo, e ele gozou logo depois, abafando o gemido no pescoço dela. Saíram separados, com alguns minutos de diferença. Ninguém notou.
O chá de panela foi num sábado à tarde. Ana Clara recebeu panelas, toalhas, jogos de cama. Ria, agradecia, abraçava as irmãs da igreja. Por baixo da saia longa, a calcinha estava encharcada. À noite, quando todos foram embora, Daniel a pegou pela mão e a levou para o quarto. Ela se ajoelhou imediatamente, abriu a boca e engoliu o pau dele. Depois se deitou de bruços, abriu as pernas e falou:
— Fode meu cu até eu não aguentar mais. Quero sentir dor amanhã quando for pro culto.
Ele meteu forte. A cama batia na parede. Ana Clara gemia alto, sem se importar. Goizou duas vezes enquanto ele a fodia. Na terceira, ele gozou fundo e ficou parado, sentindo as contrações dela. Depois saiu devagar. Ela se virou, limpou tudo com a língua e se deitou no peito dele, o anel brilhando no dedo.
— Falta um mês e meio — murmurou. — Um mês e meio e você finalmente vai arrombar a buceta da sua esposa.
Daniel passou a mão pelo cabelo dela e respondeu:
— Até lá eu vou continuar arrombando esse cuzinho todo dia.
Ela sorriu no escuro, apertou as pernas e sussurrou:
— Pode arrombar à vontade. Ele já é seu.
E os preparativos continuavam.
O vestido estava quase pronto. As alianças guardadas. A data marcada.
E todas as noites, entre uma decisão de decoração e outra, Ana Clara se ajoelhava ou se virava de quatro e dava o cu e a boca para o noivo, guardando a última virgindade para a noite de núpcias.
Como tinha prometido.

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Nome do conto:
EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: PREPARATIVOS PARA O CASAMENTO - PARTE V

Codigo do conto:
276171

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/11/2026

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