EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: A SEMANA DO CASAMENTO - PARTE VI
A semana do casamento começou numa segunda-feira quente. Ana Clara acordou cedo, o anel já no dedo fazia semanas, e a primeira coisa que fez foi mandar mensagem para Daniel: “Última semana. Hoje à noite quero você no meu cu até eu não conseguir sentar direito amanhã.” Ele respondeu só com um “estou contando as horas”. Na terça-feira foi o ensaio geral na igreja. Ana Clara vestiu o vestido de noiva pela primeira vez completo, com o véu. O pastor pai dela chorou quando a viu andando pelo corredor. As tias batam palmas. Daniel, de terno escuro, a olhava do altar com um sorriso contido. Ninguém via que, por baixo daquela saia volumosa e branca, ela estava sem calcinha e com o cuzinho ainda um pouco dilatado da noite anterior. Depois do ensaio, enquanto todos conversavam no salão, os dois se escaparam para o banheiro dos fundos. Ana Clara trancou a porta, ergueu a saia do vestido de noiva até a cintura, se virou de frente para a pia e abriu as nádegas. — Mete agora. Quero casar amanhã ainda sentindo você. Daniel não precisou de convite. Abriu a calça, passou saliva no pau e enfiou no cu dela de uma vez. O espelho embaciou. Ela mordia o próprio braço para não gemer alto enquanto ele metia forte e fundo. Em poucos minutos ele gozou dentro, segurando os quadris dela com força. Quando saiu, um fio branco escorreu pela coxa interna, contrastando com o branco do vestido. Ana Clara se ajoelhou, limpou o pau dele com a boca até ficar limpo, ajeitou a saia e saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido. Na quarta-feira foi o chá de lingerie das amigas da igreja. Presentes pudicos, calcinhas brancas, camisolas longas. Ana Clara sorria, agradecia, abria pacotes. Por baixo da mesa, a mão dela apertava o celular, mandando foto da própria buceta ainda intacta para Daniel com a legenda: “Ainda virgem. Só mais três dias.” À noite ele foi até a casa dela. Os pais já dormiam. Ela o esperava de camisola branca. Mal ele entrou no quarto, ela se ajoelhou, tirou o pau dele e chupou até a base, olhando nos olhos. Depois se deitou de bruços, abriu as pernas e falou: — Fode meu cu devagar hoje. Quero sentir cada centímetro. Daniel enfiou com calma. Metia longo e fundo, enquanto ela se masturbava. Goizou tremendo, o cu apertando o pau dele. Ele gozou logo depois, bem dentro, e ficou parado sentindo as contrações. Depois saiu devagar. Ela se virou, engoliu o pau sujo e se deitou no peito dele. — Falta pouco — sussurrou. — Depois de sábado você finalmente vai arrombar a buceta da sua esposa. Na quinta-feira foi a reunião final com o pastor e a conselheira do casal. Conversaram sobre pureza, fidelidade, o corpo como templo. Ana Clara respondia com a voz doce e o olhar sereno. Por baixo da saia, a calcinha estava encharcada só de ouvir Daniel ao lado dela. Assim que a reunião acabou, eles foram para o carro. No banco de trás, ela se ajoelhou, chupou o pau dele até quase gozar, depois se virou de quatro e deixou ele meter no cu até o fim. Goizou dentro de novo. Ela limpou tudo com a língua e voltou para casa com o gosto dele ainda na boca. Na sexta-feira, véspera do casamento, a casa estava cheia de parentes. Ana Clara mal conseguia ficar sozinha. À noite, quando todos foram dormir, ela mandou mensagem: “Vem. Preciso de você uma última vez antes de ser sua esposa.” Daniel chegou pela porta dos fundos. Eles se trancaram no quarto. Ana Clara tirou a camisola, ficou completamente nua e se ajoelhou. Chupou o pau dele com uma fome diferente, quase desesperada. Depois se virou de quatro, abriu as nádegas com as duas mãos e falou: — Mete com força. Quero acordar amanhã ainda sentindo. Ele enfiou e fodeu o cu dela sem piedade. A cama batia na parede. Ela gemia alto, sem se importar. Goizou duas vezes enquanto ele metia. Na terceira, ele gozou fundo, gemendo o nome dela. Quando saiu, ela se virou, engoliu o pau ainda latejando e limpou tudo. Depois se deitou no peito dele, o corpo mole, o anel brilhando no dedo. — Amanhã você vai me comer de verdade — murmurou. — Vai enfiar na buceta pela primeira vez. Vai gozar dentro. Vai me deixar grávida se quiser. Daniel beijou a testa dela e respondeu: — Amanhã você deixa de ser novinha da igreja e vira minha mulher. E eu vou te foder até você não conseguir andar. Ela riu baixinho no escuro, apertou as pernas e sussurrou: — Estou contando os minutos. Eles ficaram abraçados até quase de madrugada. Quando Daniel foi embora, Ana Clara ficou deitada, a mão entre as pernas, o cuzinho ainda latejando, a buceta úmida e intacta. No dia seguinte seria o casamento. E, depois da cerimônia, a noite em que ela finalmente deixaria de ser virgem.
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