EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: VISITAS INESPERADAS - PARTE IX

A terça-feira começou como todas as outras.
Daniel saiu cedo. Ana Clara ficou nua pela casa depois do banho, só de camiseta larga do marido, e se masturbou no sofá pensando nele. Mandou um áudio molhado:
“Chega logo… quero seu pau no cu antes do jantar.”
Ele respondeu com um “estou contando os minutos”.
Por volta das cinco da tarde, o interfone tocou.
Ana Clara, ainda só de camiseta e sem calcinha, foi atender sem suspeitar. A voz do outro lado a fez congelar:
— Filha? Somos nós. Seu pai e eu. Estávamos passando perto e resolvemos subir.
O coração dela disparou. Os pais. Sem avisar.
— Já… já estou abrindo! — falou, a voz um pouco alta demais.
Correu para o quarto, puxou a primeira saia longa que encontrou, enfiou uma calcinha às pressas e ajeitou o cabelo. Quando abriu a porta, o sorriso estava no lugar, mas o corpo ainda quente e a buceta úmida.
O pastor e a mãe entraram abraçando, elogiando o apartamento, perguntando como estava a vida de casada. Ana Clara serviu café, conversou, riu no momento certo. Por baixo da saia, porém, sentia o cheiro do próprio desejo e o leve ardor do cu que ainda lembrava da manhã.
Daniel chegou vinte minutos depois. Ao ver os sogros, o rosto dele mudou só por um segundo. Depois o sorriso educado apareceu. Cumprimentou, sentou, participou da conversa. Mas os olhos dele encontraram os de Ana Clara várias vezes, e ela soube exatamente o que ele estava pensando.
A visita se alongou. O pai falava sobre a igreja, a mãe perguntava se já pensavam em filhos. Ana Clara respondia com doçura, enquanto por baixo da mesa o pé dela subia pela canela de Daniel e parava na altura da virilha, apertando de leve.
Quando finalmente os pais se despediram, já era quase oito da noite. Assim que o elevador fechou, Ana Clara encostou na porta e soltou o ar que estava segurando.
Daniel trancou a porta, se aproximou por trás e falou baixo no ouvido:
— Você estava sem calcinha quando eles chegaram, não estava?
Ela sorriu, ainda de frente para a porta.
— Estava. E molhada.
Ele ergueu a saia dela até a cintura, puxou a calcinha para o lado e passou o dedo pelo meio. Estava encharcada. Sem falar mais nada, abriu a calça, empurrou Ana Clara contra a porta e meteu na buceta de uma vez. Ela soltou um gemido alto, as mãos espalmadas na madeira. Daniel fodeu forte, rápido, como se quisesse apagar a tensão da visita. O barulho da pele batendo ecoava no apartamento. Ela gozou primeiro, o corpo tremendo, e ele gozou logo depois, fundo, gemendo contra o pescoço dela.
Quando saiu, o sêmen escorreu pela coxa. Ana Clara se virou, ainda ofegante, e se ajoelhou. Limpou o pau dele com a boca devagar, olhando para cima.
— Quase me pegaram — sussurrou entre uma chupada e outra. — Imagina se minha mãe visse o estado do meu cu e da minha buceta…
Daniel riu baixo, cansado, e passou a mão no cabelo dela.
— Então a gente tem que ser mais cuidadoso.
Ana Clara tirou a boca só o suficiente para responder:
— Ou a gente tranca a porta melhor… e fode mais alto quando tiver certeza de que ninguém vai subir.
Ele a puxou para cima, beijou a boca ainda com gosto dele e a carregou até o sofá. Dessa vez foi mais devagar. Tirou a saia, a camiseta, a calcinha. Deitou ela de frente e meteu no cu, fundo e sem pressa. Ana Clara gemia contra o sofá, as unhas cravadas no tecido. Quando ele gozou pela segunda vez, ela já estava mole, o corpo inteiro entregue.
Depois, deitados no sofá suado, ela falou baixo:
— Doeu de nervoso quando o interfone tocou. Mas… ao mesmo tempo me deixou mais molhada.
Daniel passou a mão pela bunda dela e respondeu:
— Então da próxima vez a gente deixa eles esperando cinco minutos a mais. Só o suficiente para eu te gozar antes de abrir a porta.
Ana Clara riu contra o peito dele, apertou as pernas e murmurou:
— Combinado.
Lá fora, a cidade seguia normal. Dentro do apartamento, a rotina tinha ganhado um novo tempero: o risco. E os dois, sem dizer em voz alta, já estavam gostando da ideia.
Nos dias seguintes, o risco virou um tempero a mais.
Ana Clara não conseguia parar de pensar no quase. No interfone tocando, no coração disparado, na calcinha enfiada às pressas e no pau de Daniel entrando nela segundos depois que os pais entraram no elevador. Toda vez que lembrava, ficava molhada.
Na quinta-feira, por volta das quatro da tarde, o interfone tocou de novo.
Dessa vez era a irmã mais nova de Daniel, que tinha vindo “só dar um oi”. Ana Clara estava no sofá, de camiseta larga e sem nada por baixo, o dedo ainda úmido entre as pernas. Teve menos de um minuto para se vestir. Quando abriu a porta, o sorriso estava no lugar, mas as coxas se esfregavam uma na outra.
A visita durou quase uma hora. Conversaram sobre a igreja, sobre o casamento, sobre planos de filhos. Ana Clara serviu suco, riu no momento certo e, por baixo da mesa, mandava mensagem para Daniel:
“Sua irmã está aqui. Estou sem calcinha. Molhada. Quando ela sair, quero você me fodendo contra a porta de novo.”
Daniel chegou quinze minutos depois que a irmã foi embora. Mal atravessou a porta e já encontrou a esposa de quatro no corredor, a saia erguida até a cintura, a bunda no ar.
— Mete. Agora.
Ele não pediu detalhes. Abriu a calça, cuspiu na mão, passou no pau e enfiou no cu de uma vez. Ana Clara soltou um gemido alto, a testa encostada na parede. Daniel meteu forte, sem carinho, exatamente do jeito que ela queria. O som molhado ecoava no apartamento. Ela gozou rápido, o corpo inteiro tremendo, e ele gozou logo depois, fundo, segurando os quadris dela com força.
Quando saiu, o sêmen escorreu em fio. Ana Clara se virou, ainda de joelhos, e limpou o pau dele com a boca devagar, quase com carinho.
— Toda vez que alguém sobe… eu fico assim — confessou, a voz rouca. — Com medo e molhada ao mesmo tempo.
Daniel passou o polegar pelo lábio inferior dela e respondeu:
— Então a gente vai ter que treinar. Da próxima vez, eu quero te comer enquanto alguém está no corredor esperando.
Os olhos de Ana Clara brilharam.
— Sério?
— Sério.
No sábado seguinte, o plano foi colocado em prática.
A mãe de Ana Clara avisou que ia passar depois do culto para deixar um bolo. Os dois chegaram em casa primeiro. Mal entraram, Daniel empurramos a esposa contra a parede do corredor, ergueu a saia e puxou a calcinha para o lado. Estava encharcada. Ele meteu na buceta sem carinho, rápido e fundo. Ana Clara mordia o próprio braço para não gemer alto demais. O interfone tocou quando ele estava no meio do caminho.
Daniel não parou.
Continuou metendo, mais devagar, enquanto Ana Clara, a voz embargada, atendia o interfone:
— Oi, mãe… já… já estou abrindo.
Ele meteu até o fim e gozou dentro no exato momento em que ela falava. Ana Clara tremeu inteira, as pernas bambas, o sêmen já escorrendo pela coxa. Daniel saiu, ajeitou a calça, e ela puxou a calcinha no lugar, a saia caindo. Quando abriu a porta, o rosto estava vermelho e o sorriso um pouco torto.
A mãe entrou, comentou que ela parecia agitada, mas não desconfiou de nada. Ficou vinte minutos. O bolo foi para a mesa. Conversaram. Ana Clara sentia o líquido quente escorrendo pela calcinha o tempo inteiro.
Assim que a mãe foi embora, ela se virou para Daniel, os olhos escuros de desejo.
— Faz de novo. Agora. Sem pressa.
Ele a carregou até o sofá, tirou a calcinha encharcada e meteu no cu dessa vez. Fodeu devagar, fundo, enquanto ela gemia sem se importar com o volume. Goizou de novo, o corpo mole, e ele gozou logo depois.
Depois, deitados no sofá suado, Ana Clara falou baixo:
— Eu acho que virei uma pervertida.
Daniel riu contra o cabelo dela.
— Você sempre foi. Só estava esperando a chance de mostrar.
Ela sorriu, apertou as pernas e murmurou:
— Então mostra mais.
Lá fora, a vida da igreja seguia normal. Dentro do apartamento, a rotina de Ana Clara e Daniel tinha ganhado um novo vício: o risco de serem pegos. E quanto mais perto o perigo chegava, mais forte os dois gozavam depois.

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Nome do conto:
EVANGÉLICA SÓ DAVA O CUZINHO: VISITAS INESPERADAS - PARTE IX

Codigo do conto:
276185

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/11/2026

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