No dia seguinte ela saiu da escola já sem calcinha, a saia balançando livre. O irmão a esperava perto do ponto, o olhar escuro, o short marcando o volume. Eles subiram no mesmo ônibus lotado. Ela se posicionou no meio do corredor. Ele ficou alguns passos atrás, perto o suficiente para ver tudo. Dessa vez foi um homem mais velho, barriga proeminente, mãos grandes e calejadas. Ele se colou atrás dela sem cerimônia. A mão desceu, encontrou a bunda nua e apertou com força. Os dedos abriram as nádegas e dois entraram direto na buceta, metendo fundo enquanto o pau duro se esfregava entre as nádegas descobertas. O irmão via tudo. O jeito que o homem metia os dedos, o quanto a saia dela subia, o líquido que já começava a escorrer pela coxa. O pau dele ficou duro só de assistir. A cada freada do ônibus, o homem encoxava com mais vontade, o polegar invadindo o cuzinho dela enquanto os dedos fodiam a buceta. Ela gozou em pé de novo, as pernas tremendo, a buceta se contraindo nos dedos do desconhecido. O homem tirou a mão devagar, passou os dedos molhados na boca dela por trás e se afastou quando o ônibus chegou perto do ponto. Eles desceram juntos. O irmão não falou nada no caminho até casa. Só o silêncio carregado e o cheiro de sexo no ar. Assim que entraram e a porta se fechou, ele a empurrou contra a parede do corredor. A mão subiu por baixo da saia, encontrou a buceta encharcada e enfiou três dedos de uma vez. — Ainda está molhada dele — rosnou no ouvido dela. Ele a puxou para o quarto, trancou a porta e a virou de quatro na cama. O pau já estava de fora. Enfiou fundo na buceta de uma só vez, metendo com força, as mãos apertando a cintura. O cheiro do outro homem ainda estava nela. Ele cheirava a nuca dela enquanto fodía, gemendo baixo. — Quero sentir ele em você enquanto te como. Tirou o pau, cuspiu no cuzinho e entrou ali de uma vez. Ela arqueou as costas, gemendo alto. Ele meteu o cu com vontade, as estocadas profundas, uma mão no clitóris esfregando rápido. Ela gozou logo, o corpo se contraindo. Ele segurou mais um pouco e gozou dentro do cuzinho, enchendo-a de novo. Quando saiu, o gozo escorreu. Ele se deitou ao lado, ainda ofegante, e passou a mão na bunda molhada dela. — Amanhã de novo — murmurou. — E dessa vez eu quero que o cara quase meta em você no ônibus. Quero ver até onde você aguenta.
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