O Presente de Aniversário Camila tinha 24 anos e um corpo de novinha que ainda fazia as pessoas virarem a cabeça na rua. Seios firmes, mamilos rosados e sensíveis, cintura fina, bunda redonda e pesada, pele lisa e dourada. Entre as pernas, uma buceta lisa, inchada e sempre molhada. Casada há três anos com Ricardo, 40 anos, calvo no alto da cabeça, peito peludo, pau de tamanho médio que ela já conhecia de cor. Ele a adorava de um jeito doentio: o maior prazer dele era ver a mulher sendo usada por outro homem. No aniversário de 40 anos dele, Camila preparou o presente. A porta se abriu e Lucas entrou. 28 anos, 1,88 m, ombros largos, peito marcado, braços veiados. O volume na calça jeans já denunciava o que ele carregava. Ricardo o cumprimentou com um aperto de mão breve, a boca seca. Camila apareceu da cozinha usando só uma camisola branca curta, quase transparente. Sem calcinha. A bunda balançava a cada passo. Os seios marcavam o tecido fino. Ela se ajoelhou na frente de Lucas sem dizer nada. Abriu o cinto, puxou a calça e a cueca para baixo. O pau dele saltou pesado, grosso, veiaçado, a cabeça rosada já brilhando de pré-gozo. Camila envolveu com as duas mãos e passou a língua devagar pela glande, lambendo o líquido transparente. Depois engoliu até a base de uma vez, a garganta se abrindo com um som molhado e fundo. Ricardo sentou na poltrona e abriu a própria calça. Tirou o pau já duro e começou a bater uma, olhando. Camila chupava com vontade, babando, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios. De vez em quando tirava o pau da boca, olhava para o marido e falava com a voz rouca: — Olha o tamanho, amor… olha como ele enche minha boca. Lucas segurou o cabelo dela e meteu fundo na garganta. Camila engasgou, os olhos marejaram, mas não recuou. Quando ele soltou, um fio grosso de saliva e pré-gozo ligava a boca dela à cabeça do pau. Lucas a puxou para o sofá. Deitou ela de quatro, de frente para Ricardo. Levantou a camisola até a cintura, expondo a bunda redonda e a buceta já encharcada, os lábios inchados e brilhando. Passou a cabeça grossa ali, esfregando de cima a baixo, molhando o pau inteiro no mel dela. — Entra — pediu Camila, a voz embargada. — Mete fundo. Quero que ele veja tudo. Lucas enterrou de uma tacada. O gemido de Camila foi alto, quase um grito. O pau grosso esticou a buceta dela de um jeito que o do marido nunca conseguia. As paredes internas se agarravam a cada centímetro. Ele começou a foder com força, as bolas batendo na buceta inchada, o som molhado de pele e sucção enchendo a sala. Ricardo se aproximou. Camila estendeu a mão, pegou o pau do marido e o enfiou na boca enquanto era arrombada por trás. Chupava bagunçado, babando, gemendo com a boca cheia: — Hmmm… ele tá me fudendo tão fundo… tá me abrindo todinha… Lucas segurou as ancas dela com força e acelerou. As estocadas ficaram brutais. A cada metida, a buceta de Camila fazia um barulho molhado e obsceno. Ela gozou primeiro, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando e pulsando em volta do pau grosso. Um jato transparente escorreu pelas coxas dela. Ricardo gozou logo depois, direto na boca da mulher. Camila engoliu tudo, mostrou a língua suja de porra para o marido e depois se virou para Lucas: — Goza dentro. Quero sentir quente. Lucas a virou de barriga para cima, abriu as pernas dela até quase rasgar e enterrou de novo até o fundo. Fodeu com força, olhando para Ricardo o tempo todo. Quando gozou, foi fundo, jatos quentes e grossos enchendo a buceta de Camila. Ela gemeu alto, sentindo cada jato pulsar dentro dela. Quando Lucas saiu, a porra branca e grossa escorreu imediatamente, saindo em fios entre os lábios inchados e descendo pela bunda até o sofá. Ricardo se ajoelhou entre as pernas da mulher sem hesitar. Passou a língua ali, chupando a mistura de porra e mel, limpando a buceta usada da esposa. Camila segurou a cabeça dele e empurrou contra a buceta: — Isso, amor… limpa sua putinha. Chupa tudo o que ele deixou dentro de mim. Ricardo lambeu até o último fio. Depois subiu e beijou a boca dela, passando o gosto do outro homem entre as línguas. Mais tarde, ainda na sala, Camila estava deitada de lado entre os dois. As pernas abertas. A buceta ainda latejava, aberta e molhada. Lucas passou dois dedos dentro dela, brincando com a porra que ainda saía. Ricardo chupava um mamilo enquanto a outra mão apertava a bunda da mulher. Camila sorriu, satisfeita, a voz rouca: — Feliz aniversário, marido. Sua putinha está bem fodida. Ricardo apenas assentiu, ainda ofegante, com o gosto do outro homem na boca e a certeza de que aquele seria só o primeiro de muitos presentes.
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