O calor úmido daquela noite de novembro de grudava na pele. Cris estava deitada de lado na cama bagunçada, o top laranja de malha fina subido quase até o peito, o tecido esticado sobre a carne macia. Eu me ajoelhei atrás dela, entre as coxas abertas, e passei a mão por baixo da barra. A pele quente e levemente suada da barriga cedeu sob meus dedos. Subi devagar até encontrar a curva pesada do seio direito. O mamilo já estava duro, escuro, quase roxo, projetando-se contra o tecido. Abaixei a cabeça e o chupei por cima do top. O gosto de suor e tecido molhado encheu minha boca. Cris soltou um suspiro longo e arqueou as costas, empurrando o peito contra meus lábios. Continuei chupando, molhando o tecido até ele ficar transparente e grudado. O outro seio ficou exposto quando puxei a alça para o lado. Aquele mamilo grosso, enrugado, pediu para ser mordido. Eu o prendi entre os dentes e puxei de leve. Ela gemeu baixo, a voz rouca: — Mais forte… Apertei os dois seios com as mãos, sentindo o peso, a maciez, a forma arredondada. Beijei a base de cada um, subindo em beijos úmidos até a ponta, chupando com força, puxando, soltando, ouvindo o som molhado. Os seios balançavam quando eu os soltava. Cris espalhou as pernas mais ainda. O cheiro dela já dominava o quarto — forte, doce, salgado, inconfundível. Desci a mão até a calcinha branca de renda. O tecido estava encharcado, colado à fenda. Passei o dedo indicador por cima, pressionando o monte inchado, sentindo os pelos escuros e grossos que escapavam pelas laterais e subiam pelo monte de Vênus. Ela ergueu o quadril, pedindo. Empurrei a calcinha para o lado com o polegar e vi tudo de perto: os lábios grossos, escuros, quase pretos nas bordas, brilhando de desejo, o clitóris inchado escondido entre eles, a entrada úmida e aberta. Os pelos pretos e densos cobriam tudo, molhados, grudados. Língua primeiro. Uma lambida longa e lenta, de baixo para cima, recolhendo o gosto denso dela. Cris soltou um gemido agudo e abriu mais as pernas, o joelho tocando o travesseiro. Enterrei o rosto entre aquelas coxas quentes e macias. Chupei os lábios um de cada vez, puxando-os para dentro da boca, soltando com um estalo molhado. Depois foquei no clitóris: círculos rápidos, pressão firme, a língua batendo de leve. Os pelos roçavam meu queixo e meu nariz. O gosto era intenso, quase amargo no fundo, doce na superfície. Eu não parava. Ela tremia, as unhas azuis cravadas no lençol, os seios balançando a cada respiração ofegante. Quando ela estava perto, levantei a cabeça e vi o rosto dela de baixo: a boca entreaberta, os lábios carnudos e molhados, o queixo redondo e macio, o pescoço grosso e quente. Beijei aquele queixo, depois a boca, deixando ela provar o próprio gosto. Cris chupou minha língua com fome, gemendo dentro da minha boca. Virei-a de bruços. O top laranja ainda enrolado acima dos seios. A calcinha branca enterrada fundo entre as nádegas carnudas e largas. Apertei as duas mãos nas curvas grandes, separando-as com força. A fenda escura, úmida, pulsava. Os pelos pretos cobriam as nádegas e desciam até a entrada. Passei o polegar ali, entrando de leve, sentindo o calor apertado, enquanto a outra mão descia por baixo e encontrava o clitóris novamente, esfregando em círculos. — Me fode agora — ela pediu, a voz abafada no travesseiro, o quadril se rebolando contra minha mão. Puxei a calcinha para o lado até o tecido rasgar um pouco. Alinhei e enfiei de uma vez, fundo. O calor apertado a engoliu até a raiz. Cris gritou contra o lençol, o corpo inteiro se contraindo. Comecei a empurrar devagar no começo, sentindo cada centímetro, a resistência molhada, o aperto. Depois aumentei o ritmo. As nádegas batendo contra mim com um som úmido e pesado. A carne tremia a cada estocada. Segurei o cabelo dela e puxei a cabeça para trás, forçando-a a olhar para o lado enquanto eu entrava e saía com força. Os seios balançavam para baixo, os mamilos roçando o lençol. O som molhado de pele batendo em pele enchia o quarto. Ela gozou primeiro. O corpo inteiro se contraiu, a buceta apertando meu pau em espasmos quentes e ritmados, o líquido escorrendo pelas coxas. Continuei, mais fundo, mais forte, segurando as nádegas abertas para ver tudo. Até explodir dentro dela, enchendo-a em jatos longos, sentindo o calor se misturar. Caí ao lado, ofegante, o peito subindo e descendo. Cris ainda tremia, a calcinha torta, o top enrolado, os seios expostos, o mamilo direito ainda duro e úmido de saliva. Virei-a de frente de novo e beijei aquele seio, chupando o mamilo devagar, saboreando o gosto dela misturado ao meu. Ela sorriu, cansada, e passou os dedos de unha azul pelo meu cabelo, puxando-me para mais perto. — Ainda não acabou — sussurrou, a voz rouca. — Quero de novo. Quero sentir você gozar outra vez dentro de mim. E a noite de novembro ainda estava só começando. Eu já estava duro de novo só de olhar para ela daquele jeito: seios pesados, calcinha molhada de lado, o corpo inteiro aberto e disponível.
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