Segunda Rodada Camila ainda estava deitada no sofá, as pernas abertas, a buceta latejando e escorrendo o resto da porra de Lucas. O corpo dela estava quente, suado, marcado de chupões e das mãos fortes do outro homem. Ricardo continuava ajoelhado entre as coxas dela, lambendo devagar, como se não quisesse perder nenhum resto. Lucas se levantou, o pau ainda semi-duro, pesado, brilhando de saliva e dos fluidos dela. Ele foi até a cozinha, bebeu água direto da garrafa e voltou. Quando olhou de novo para Camila, o pau já estava inchando outra vez. — Ainda não acabou — disse ele, a voz baixa. Camila sorriu de canto, os olhos brilhando de tesão. Se virou de barriga para baixo, apoiou os cotovelos no sofá e empinou a bunda, abrindo as pernas. A buceta usada, vermelha e inchada, se abriu um pouco, ainda pingando. — Então mete de novo — pediu ela, olhando por cima do ombro para o marido. — Quero que ele me foda outra vez enquanto você assiste. Lucas se posicionou atrás dela. Passou a cabeça grossa de cima a baixo na fenda molhada, esfregando o resto da própria porra nela. Depois empurrou com força. O pau entrou mais fácil dessa vez, mas ainda esticou as paredes internas com violência. Camila soltou um gemido longo e rouco, o rosto afundado no sofá. Ricardo se sentou na poltrona de frente, o pau novamente duro na mão. Assistia cada centímetro desaparecer dentro da mulher. Lucas agarrou as ancas dela com as duas mãos e começou a foder com força, sem piedade. As estocadas eram profundas, secas no início e depois cada vez mais molhadas conforme a buceta dela voltava a escorrer. O som de pele batendo em pele era alto, obsceno. A cada metida, a bunda de Camila tremia e a buceta fazia um barulho molhado de sucção. — Porra… que buceta gostosa — rosnou Lucas. — Ainda tá quente e apertada mesmo depois de levar porra. Camila gemia alto, a voz quebrada: — Mais forte… arromba sua putinha… mostra pro meu marido como se fode uma mulher de verdade… Lucas puxou o cabelo dela para trás, forçando o tronco a se erguer. Com a outra mão, deu um tapa forte na bunda. Depois outro. A pele ficou vermelha. Ele metia fundo, quase saindo inteiro e entrando de novo com força, até as bolas baterem na buceta inchada. Ricardo se aproximou. Camila estendeu a mão, pegou o pau do marido e o chupou bagunçado enquanto era fodida por trás. Saliva e pré-gozo escorriam pelo queixo dela. Ela olhava para cima, os olhos marejados, a boca cheia do pau do marido, e gemia: — Hmmm… ele tá me fudendo tão fundo… tá me abrindo de novo… Lucas acelerou. As estocadas ficaram selvagens. Camila gozou outra vez, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando e pulsando em volta do pau grosso. Um jato transparente escorreu pelas coxas dela e pingou no sofá. Lucas não parou. Virou ela de lado, ergueu uma perna e meteu de lado, mais fundo ainda. A mão dele desceu e esfregou o clitóris inchado dela com força enquanto fodia. Camila gritou, gozando de novo quase em seguida, o corpo se contorcendo. — Goza dentro de novo — pediu ela, a voz falhando. — Enche essa buceta outra vez. Quero que meu marido limpe de novo. Lucas gemeu baixo, enterrou até o fundo e descarregou. Jatos quentes e grossos encheram Camila pela segunda vez. Ela sentiu cada pulsação, cada jato quente preenchendo. Quando ele saiu, a porra saiu junto em fios brancos e espessos, escorrendo pela bunda e pelas coxas. Ricardo não esperou. Se ajoelhou de novo, abriu as nádegas dela com as duas mãos e chupou a buceta usada com vontade. A língua dele entrava, limpava, sugava a mistura de porra e mel. Camila segurou a cabeça do marido e empurrou contra a buceta: — Isso… limpa tudo… chupa a porra do outro homem da sua putinha… Lucas se sentou no sofá, o pau ainda semi-duro, e puxou Camila para cima dele. Ela se sentou de frente, de costas para o marido, e enfiou o pau de Lucas dentro dela mais uma vez, agora cavalgando. A buceta ainda escorria, fazendo barulho molhado a cada subida e descida. Ricardo ficou atrás, apertando os seios dela, chupando o pescoço, enquanto assistia o pau grosso entrar e sair da mulher. Camila cavalgava com força, a bunda batendo nas coxas de Lucas, os seios saltando. Ela olhava para trás, para o marido, e falava com a voz rouca: — Tá vendo, amor? Tá vendo como ele me fode? Como essa buceta engole o pau dele? Lucas segurou as ancas dela e começou a empurrar de baixo para cima, metendo fundo. Camila gozou mais uma vez, o corpo mole, a buceta escorrendo. Lucas gozou pela terceira vez dentro dela, menos volume, mas ainda quente. Quando ela desceu, a porra escorreu de novo, sujando as coxas e o sofá. Ricardo a puxou para o colo, beijou a boca suja dela e passou a mão entre as pernas, sentindo a buceta aberta, quente e cheia. Camila sorriu, exausta, o corpo inteiro marcado e usado. — Segunda rodada… e ainda não acabou, né? Lucas já estava se levantando de novo, o pau começando a endurecer outra vez. Ricardo apenas assentiu, a mão ainda entre as pernas da mulher, os dedos brincando com a porra que escorria.
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