ANIVERSÁRIO DA NAMORADA: FUDENDO O CUZINHO - PARTE IV
Eu ainda estava ajoelhado atrás dela, o pau ainda semi-duro, escorrendo o gozo anterior. Cris continuava de bruços, a saia jeans completamente erguida, as nádegas abertas, a fenda molhada e brilhante. Os pelos pretos e densos cobriam tudo. O pé com a pulseirinha de corda bege ainda se apoiava no chão frio, os chinelos verdes jogados ao lado. Passei o polegar pela entrada molhada, recolhendo o líquido, e subi devagar até o buraquinho apertado. Ela se retesou um pouco quando sentiu o toque. Eu espalhei o gozo ali, circulando, pressionando de leve. O dedo entrou fácil, quente e apertado. Cris soltou um gemido baixo, diferente, mais fundo. — Vai… — murmurou, a voz rouca contra o travesseiro. — Mete no cu. Lubriquei mais com o que ainda escorria dela. Alinhei a cabeça do pau contra o buraquinho escuro e apertado. Empurreí devagar no começo. A resistência era forte. A cabeça entrou com dificuldade, o anel se abrindo aos poucos. Cris gritou, um gemido alto e puxado, os dedos se fechando com força no lençol. — Ahh… caralho… Continuei empurrando, centímetro por centímetro, sentindo o aperto extremo, o calor seco e quente. Quando enfiei até a metade, parei, deixando ela se acostumar. O corpo dela tremia. O pé com a pulseirinha se contraía no chão. Então enfiei o resto de uma vez, fundo, até a raiz. Cris gritou alto, o gemido longo e quebrado: — Ahhhhh… porra… que porra… Comecei a foder. Devagar no começo, sentindo cada centímetro daquele aperto absurdo. Depois aumentei o ritmo. As nádegas batendo contra mim com força. O som era diferente — mais seco, mais pesado. Segurei as duas nádegas abertas com as mãos, separando-as ao máximo para ver o pau sumindo e reaparecendo no cu apertado e escuro. Os pelos pretos se mexiam a cada estocada. Ela gemia sem parar. Gemidos altos, roucos, quebrados, misturados com xingamentos e pedidos: — Mais forte… ahhh… fode meu cu… assim… porra… não para… Eu fodi com força. Estocadas longas e profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo até o fundo. A saia jeans rangia. O top laranja subia mais. O corpo dela balançava inteiro a cada impacto. O pé com a pulseirinha batia de leve no chão. Os chinelos verdes tremiam com a vibração da cama. Cris gozou de novo, desta vez só com o cu sendo fodido. O corpo inteiro se contraiu, o anel apertando meu pau em espasmos fortes, o gemido virando um grito longo e agudo contra o travesseiro. Eu continuei, mais rápido, mais fundo, sentindo o aperto dela me puxar. Até explodir dentro do cu dela, enchendo-a em jatos quentes e longos, o corpo se contraindo contra as nádegas. Fiquei ali, ainda enterrado fundo, ofegante, as mãos apertando aquelas nádegas grandes e peludas. Cris tremia, respirando pesado, o cu ainda pulsando ao redor do meu pau. O líquido escorria aos poucos quando eu tirei devagar. Ela nem se mexeu. Só murmurou, a voz rouca, quebrada, quase sem ar: — Porra… que delícia… não tira ainda…
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