Eu ainda estava ajoelhado atrás dela. O líquido escorria lentamente pela fenda escura, molhando os pelos pretos e densos que cobriam as nádegas e desciam até a entrada. Cris não se mexeu. Só abriu um pouco mais as coxas, o joelho esquerdo se afastando no lençol branco, e o pé direito — aquele com a pulseirinha de corda bege — se apoiou de novo no chão frio de azulejo, o calcanhar levantado, os dedos se contraindo levemente. A saia jeans escura estava completamente erguida, enrolada na cintura. O top laranja curto tinha subido mais ainda nas costas, revelando a curva da coluna e o começo das costelas. Eu passei as duas mãos pelas nádegas carnudas, apertando, separando. A fenda se abriu de novo: os lábios grossos e escuros, brilhando, o buraquinho ainda aberto e molhado do meu gozo anterior. Inclinei o rosto e lambi tudo. Devagar. De baixo para cima. O gosto dela misturado ao meu. Cris soltou um gemido longo e abafado no travesseiro, o quadril se rebolando de leve contra minha língua. Continuei. Chupei os lábios um de cada vez, puxando, soltando, enfiei a língua fundo outra vez, sentindo o calor apertado e o líquido que ainda escorria. Os pelos roçavam meu nariz e meu queixo. O cheiro era mais forte agora, pesado, suado, delicioso. Quando ela começou a tremer de novo, levantei a cabeça e alinhei. O pau já estava duro outra vez só de olhar para aquilo. Enfiei de uma vez, fundo, até a raiz. O aperto quente a engoliu por completo. Cris gritou contra o travesseiro, os dedos se fechando com força no lençol. Comecei a foder sem pressa no começo, sentindo cada centímetro, a resistência molhada, o jeito que a carne dela tremia a cada estocada. Depois aumentei o ritmo. As nádegas batendo contra mim com um som úmido e pesado. A saia jeans rangendo a cada movimento. Segurei as duas nádegas abertas com as mãos, separando-as ao máximo para ver tudo: o pau entrando e saindo, os lábios escuros se abrindo e fechando, o líquido branco escorrendo pelas coxas e manchando o lençol. O pé com a pulseirinha se contraía no chão a cada vez que eu ia fundo. Os chinelos verdes floridos continuavam jogados ao lado, um virado de lado. Cris ergueu o quadril, empurrando de volta contra mim, pedindo mais fundo. Eu segurei o cabelo dela — o cabelo castanho bagunçado — e puxei a cabeça para trás enquanto enfiava com força. O top laranja subiu mais. Os seios, presos pelo tecido, balançavam para baixo a cada estocada. Ela gozou de novo, mais forte desta vez. O corpo inteiro se contraiu, a buceta apertando em espasmos quentes e ritmados, o gemido longo e rouco saindo abafado. Continuei, mais fundo, mais rápido, sentindo o aperto dela me puxar. Até explodir outra vez dentro, enchendo-a em jatos longos, o calor se misturando ao anterior e escorrendo pelas coxas. Fiquei ali, ainda dentro, ofegante, as mãos apertando aquelas nádegas grandes e peludas. Cris respirava pesado, o corpo mole, a saia ainda erguida, o top torto, o pé com a pulseirinha ainda apoiado no chão. Eu tirei devagar. O líquido escorreu de novo, mais abundante. Ela nem se mexeu. Só murmurou, a voz rouca e cansada, quase um sussurro: — Não sai… fica mais um pouco. Os chinelos verdes continuavam no chão. A pulseirinha no tornozelo.
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