Ela se chamava Janaina. Tinha acabado de completar 18 anos e trabalhava como empregada naquela casa grande do bairro nobre há quase seis meses. Negra de pele escura e brilhante, corpo gordinho e carnudo, seios fartos que quase estouravam o uniforme branco apertado, bumbum grande, redondo e balançante que fazia a saia curta subir a cada passo, e uma boceta grossa, carnuda, sempre úmida entre as coxas pesadas. O filho da patroa, Lucas, tinha 22 anos. Magro, alto, de olhar safado. Desde o primeiro dia que a viu, não disfarçava. Olhava o rabo dela balançando enquanto ela varria, os peitos pesados balançando quando ela se inclinava para limpar o chão, a marca da calcinha fina marcando entre as nádegas gordas. Naquela tarde a patroa tinha saído. A casa estava quieta. Janaina estava de quatro no chão do corredor, esfregando o piso, a saia curta subindo e mostrando a calcinha branca enfiada no meio do bumbum enorme. Lucas parou atrás dela. — Continua assim… — murmurou, já com a mão no pau duro dentro da calça. Ela olhou por cima do ombro, o rosto suado, os lábios carnudos entreabertos. Não disse nada. Só ficou ali, de quatro, o rabo empinado, esperando. Ele se ajoelhou atrás dela, puxou a calcinha pro lado e soltou um gemido baixo ao ver a boceta gorda, escura, inchada, os lábios grossos brilhando de tesão. Passou o polegar no meio, sentindo o calor e a umidade. Janaina tremeu e empurrou o corpo pra trás, enfiando a boceta na mão dele. Lucas não aguentou. Abriu o zíper, tirou o pau grosso e latejante e esfregou a cabeça inchada entre aqueles beiços carnudos. Depois empurrou tudo de uma vez. Janaina soltou um gemido alto, quase um grito, quando a rola abriu ela toda. A boceta gordinha engoliu o pau com dificuldade, os lábios grossos esticados ao redor da grossura. Ele agarrou as ancas largas dela, os dedos afundando na carne macia do bumbum, e começou a foder com força. O som molhado e pesado da boceta engolindo o pau ecoava pelo corredor. Cada estocada fazia o bumbum enorme dela tremer e bater contra a barriga dele. Os peitos fartos balançavam pra frente e pra trás, escapando do sutiã e roçando no chão. — Porra… que boceta gostosa… — ele rosnava, metendo fundo, sentindo a carne quente e apertada sugar ele. Janaina gemia sem parar, a cara colada no chão, o rabo empinado o máximo que conseguia. Pediu mais forte. Pediu pra ele foder ela como uma puta. Lucas obedeceu. Segurou o cabelo dela, puxou a cabeça pra trás e meteu com vontade, o pau sumindo inteiro dentro daquela boceta gorda a cada golpe. Quando ela gozou, a boceta apertou com força, escorrendo mel pelas coxas grossas. Lucas não parou. Continuou fudendo até gozar fundo, jorrando tudo dentro dela, enchendo a boceta até vazar pelos lados. Ele ainda estava pulsando dentro dela quando ouviram o carro da patroa na garagem. Lucas puxou o pau, todo molhado de porra e do mel dela, e enfiou de volta na calça. Janaina puxou a calcinha, a saia, e se levantou com as pernas tremendo, a boceta ainda latejando e pingando. Ela olhou pra ele, os olhos brilhando de tesão e medo. — Amanhã… — sussurrou — a dona sai de novo. Lucas sorriu, passando o dedo na boca dela, fazendo ela chupar o gosto da própria boceta. — Amanhã eu te fodo de novo. E dessa vez vai ser no quarto dela.
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