O chuveiro no quintal O sol de final de tarde queimava o cimento do quintal. Mariana deitou de costas, o corpo inteiro exposto ao calor, só de calcinha azul-turquesa que já estava encharcada e colada na pele. A água fria do chuveiro caía em jatos fortes, batendo primeiro nos seios dela. Os mamilos endureceram imediatamente. A água escorria pela curva dos seios, pela barriga e se acumulava no tecido fino que marcava a fenda, deixando a calcinha transparente. Ela abriu as pernas bem largas, os pés plantados no chão molhado e quente. O cabelo preto grudava no rosto e no pescoço. A calcinha colava na buceta, o pano mostrando os lábios inchados e o buço escuro. A água batia direto ali agora, fazendo o tecido tremer e a pele ao redor arrepia. — Vem ver de perto — ela murmurou, a voz já rouca. — Olha o que a água tá fazendo comigo. Você se aproximou. Mariana puxou o elástico da calcinha para o lado com dois dedos, expondo a fenda molhada. Os lábios estavam escuros, um pouco abertos, o clitóris saltado e brilhante. A água caía direto nele, fazendo-a tremer. Ela arqueou as costas e gemeu baixo, os dedos dela descendo e abrindo ainda mais os lábios, deixando o jato entrar fundo. Você ajoelhou entre as pernas dela. A calcinha azul escorregava mais para baixo, quase sumindo entre as nádegas. Você passou a língua devagar pela fenda, chupando a água e o gosto dela ao mesmo tempo. Mariana tremeu, as coxas apertando sua cabeça. Você enfiou dois dedos nela enquanto chupava o clitóris com força, a língua pressionando em círculos. Ela se masturbava junto, os dedos escorregando sobre os seus, a água escorrendo pelos dois. — Mais forte… assim… — ela gemia, a voz quebrada. Você chupou com mais vontade, os dedos fodendo ela em ritmo constante. Quando gozou, o corpo inteiro se contraiu. A água continuou caindo, lavando o tesão que escorria dela em fios brilhantes. Mariana ficou deitada, ofegante, a calcinha completamente encharcada e deslocada, a buceta ainda pulsando. Você não parou. Continuou chupando até ela gozar de novo, as pernas tremendo sem controle, o cimento molhado embaixo dela.
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