A EMPREGADA NEGRA NOVINHA: PERDENDO A VIRGINDADE DO CUZINHO
No dia seguinte a patroa saiu cedo para um almoço de senhoras. Janaina sabia. Estava no quarto de emprego, só de calcinha branca e sutiã apertado, os seios fartos quase saltando, o bumbum enorme marcado pela tecido fino. O corpo ainda doía gostoso da foda do dia anterior. A boceta gordinha ainda sensível. A porta abriu sem bater. Lucas entrou, trancou por dentro e olhou pra ela como quem olha carne. — Tira tudo. Ela obedeceu. Ficou nua na frente dele: peitos pesados, barriguinha macia, coxas grossas e aquele rabo redondo, luminoso, que balançava sozinho. Lucas girou ela de costas, espalmou as duas mãos nas nádegas e abriu. O cuzinho escuro, apertadinho, virgem, piscou pra ele. — Nunca meteu aqui, né? Janaina balançou a cabeça, a voz baixa: — Nunca… Ele empurrou ela de quatro na cama estreita. Ajoelhou atrás, lambeu a boceta ainda inchada do dia anterior e subiu a língua até o cuzinho. Janaina tremeu inteira quando a língua quente girou ali. Lucas cuspiu, passou o polegar, abriu devagar. Depois colocou a cabeça do pau grosso contra o furinho e começou a empurrar. Ela gemeu alto, o corpo recuando por instinto. Ele segurou as ancas largas com força. — Aguenta… vai entrar. Empurrou mais. A cabeça abriu o anel virgem com dificuldade. Janaina soltou um grito abafado no travesseiro, os dedos se fechando no lençol. Lucas parou um segundo, sentindo o cuzinho dela pulsar desesperado ao redor da grossura, e depois foi entrando centímetro por centímetro até o pau sumir inteiro entre aquelas nádegas gordas. — Porra… que cu apertado… Começou a foder devagar no começo, sentindo cada contração. O bumbum dela tremer a cada estocada. Depois acelerou. O som molhado e pesado das nádegas batendo contra a barriga dele encheu o quarto. Janaina gemia sem parar, misturando dor e tesão, a boceta escorrendo mel sozinha enquanto o cu era arrombado pela primeira vez. Lucas agarrou o cabelo dela, puxou a cabeça pra trás e meteu fundo. — Fala que gosta de levar no cu… — Gosto… porra, gosto… arromba esse cu… Ele fodeu com vontade. Cada vez que enfiava até o fundo, o rabo enorme dela tremia. Quando sentiu que ia gozar, tirou quase tudo, deixou só a cabeça dentro e jorrou grosso, enchendo o cuzinho virgem de porra. Janaina gozou junto, a boceta se contraindo no vazio, o corpo inteiro tremendo. Lucas ficou mais um pouco dentro dela, sentindo o cu ainda latejar ao redor do pau. Depois puxou devagar. A porra escorreu imediatamente, descendo pelas coxas grossas e pingando na cama. Janaina ficou de quatro, respirando pesado, o cuzinho vermelho e aberto, ainda vazando. Lucas passou a mão no rabo dela, satisfeito. — Amanhã a gente faz de novo. E dessa vez você vai sentar até o fundo sozinha. Ela só conseguiu gemer em resposta, o corpo ainda fraco e o cu arrombado de prazer.
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