Ela estava em pé no corredor do ônibus lotado, segurando a barra com as duas mãos. O vestido longo e discreto colava um pouco nas curvas por causa do calor úmido. De repente sentiu um corpo quente se encaixar pelas costas. Não era o aperto normal. Era proposital. O jovem colou a virilha nela. Primeiro só a pressão. Depois o movimento lento e sujo, esfregando o pau já duro bem no meio da bunda dela, por cima do tecido. Ela engoliu seco e tentou se afastar um centímetro, mas o ônibus balançou e ele aproveitou para colar ainda mais. A mão dele desceu disfarçada e apertou a coxa grossa dela por baixo do vestido. Os dedos subiram devagar, subindo a barra do tecido até alcançar a curva da bunda. Ele apertou com força, quase grosseiro, e empurrou o pau duro contra o racha dela. A coroa evangélica ficou parada, respiração presa, olhando fixo para a frente como se nada estivesse acontecendo. Ele continuou. Encoxada firme, rítmica, o pau grosso esfregando exatamente no lugar certo. A cada freada do ônibus ele empurrava mais fundo, fazendo ela sentir o volume inteiro. A mão que estava na coxa subiu e apertou a bunda dela por baixo do vestido, separando um pouco as nádegas. Ela sentiu o polegar dele pressionar o tecido da calcinha contra o cu. O coração dela batia tão forte que ela tinha medo de alguém ouvir. As pernas tremeram. A buceta já estava molhada, a calcinha grudando. Ela não se afastou. Não pediu pra parar. Só apertou mais forte a barra e mordeu o lábio por dentro. Quando o ônibus parou no ponto perto daquela pousada barata, ele se inclinou e falou baixo, quase colado no ouvido dela, a voz rouca: — Desce comigo. Ela ficou dois segundos parada, o pau dele ainda pressionado contra a bunda. Depois, sem olhar para trás, deu um passo em direção à porta. No quarto simples da pousada, com ar-condicionado barulhento e cama de casal surrada, ela ficou em pé perto da porta, ainda com o vestido arrumado, tentando controlar a respiração. Ele trancou a porta, se aproximou por trás e passou a mão na cintura dela. — Você ficou molhada no ônibus, não ficou? — ele perguntou baixo, a boca quase colada na orelha dela. — Eu senti. A calcinha tava quente. Ela fechou os olhos e não respondeu. Ele puxou o vestido devagar para cima, até a cintura, e passou a mão por cima da calcinha. — Responde. Ficou com tesão enquanto eu esfregava meu pau na sua bunda? Ela engoliu seco e falou, a voz falhando: — Fiquei… — E agora? Vai deixar eu meter? Ela virou o rosto um pouco, ainda sem olhar nos olhos dele, e respondeu quase num sussurro: — Pode… mas não conta pra ninguém. Eu sou casada. Eu… eu vou na igreja. Ele riu baixo, um riso sujo, e puxou a calcinha dela pro lado. — Eu não vou contar porra nenhuma. Agora abre as pernas.
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