A FODA COM A EVANGÉLICA CASADA E A CHEGADA DELA EM CASA...
Ele a empurrou de bruços na cama surrada. O vestido ainda estava puxado até a cintura, a calcinha já deslocada. Ela enterrou o rosto no travesseiro, a bunda empinada, as pernas abertas. Ele ajoelhou atrás dela, segurou os quadris largos com as duas mãos e encaixou a cabeça do pau na buceta molhada. Empurrou de uma vez só. A coroa evangélica soltou um gemido abafado no travesseiro. A buceta dela engoliu o pau grosso com um barulho molhado e sujo. Ele meteu fundo, até as bolas baterem nela, e ficou parado um segundo sentindo o aperto quente. — Porra… tá apertada pra caralho — ele rosnou. Começou a meter com força. Estocadas longas e profundas, o pau saindo quase inteiro e entrando de novo até o fundo. A cada embalo a cama rangia. A bunda dela balançava, as nádegas batendo contra a virilha dele. Ela gemia alto agora, sem conseguir se controlar, os dedos agarrando o lençol. Ele cuspiu na mão, passou no cu dela e enfiou o dedo enquanto continuava metendo na buceta. Ela tremeu inteira. — Vai… no cu também — ela pediu, a voz embargada, quase chorando de tesão. Ele tirou o pau da buceta, ainda pingando, posicionou na entrada apertada do cuzinho e empurrou devagar. A cabeça entrou com dificuldade. Ela gritou no travesseiro, o corpo rígido. Ele segurou firme e foi entrando centímetro por centímetro até enterrar tudo. Quando o pau sumiu inteiro no cu dela, ele soltou um gemido baixo e começou a meter. Estocadas curtas no começo, depois mais longas e pesadas. O cu da coroa fazia um barulho molhado e obsceno a cada investida. Ela empurrava a bunda pra trás, pedindo mais, o rosto vermelho, a boca aberta, babando no travesseiro. Ele alternava. Metia no cu até quase gozar, tirava, enfiava de novo na buceta encharcada, e voltava pro cu. A cada troca ela gemia mais alto. Em um momento ele segurou o cabelo preso dela, puxou a cabeça pra trás e meteu fundo no cuzinho enquanto falava no ouvido: — Isso… engole meu pau no cu, sua puta de igreja. Ela gozou assim, tremendo, a buceta pulsando no vazio, o cu apertando o pau dele com força. Ele não aguentou. Enterrou até o fundo e gozou dentro do cuzinho dela, jatos quentes enchendo ela enquanto ela ainda tremia. Quando ele tirou, o porra escorreu devagar do cu semiaberto dela, escorrendo pela buceta e pelas coxas. Ela continuou de bruços, ofegante, o vestido ainda amassado na cintura, as pernas abertas, o corpo inteiro suado e satisfeito. Ela chegou em casa quase duas horas depois do horário normal. Abriu a porta com a chave, tirou os sapatos no hall e falou com a voz mais natural que conseguiu: — Oi, cheguei. O marido estava na sala, vendo televisão. Levantou o olhar só por um segundo. — Trânsito ruim? — É… ônibus lotado pra caramba. Atrasou tudo. Ela passou direto para o banheiro sem esperar resposta. Trancou a porta, encostou nas costas na madeira e soltou o ar que estava segurando desde a pousada. O vestido ainda estava um pouco amassado na cintura. A calcinha, que ela tinha ajeitado no caminho, continuava úmida e desconfortável. Quando abaixou, sentiu o esperma dele escorrer um pouco mais entre as nádegas. Ligou o chuveiro bem quente. Tirou a roupa com pressa e entrou debaixo da água. A água escorria pelo corpo suado, pela buceta ainda sensível, pelo cu que ardia de leve. Ela passou a mão ali, limpou o que ainda restava dele, e ficou parada alguns segundos com os olhos fechados, sentindo o corpo todo lembrar do que tinha acabado de fazer. Depois se ensaboou direito, lavou o cabelo, saiu, se secou e colocou um short e uma camiseta velha de casa. Quando saiu do banheiro, o marido estava na cozinha abrindo uma cerveja. — Quer que eu faça alguma coisa pra jantar? — ela perguntou, já abrindo a geladeira como se fosse um dia qualquer. — Pode fritar uns ovos. Tô com preguiça. Ela acendeu o fogo, quebrou os ovos na frigideira e ficou ali, de costas, mexendo devagar. As pernas ainda tremiam um pouco. O cu continuava latejando de leve toda vez que ela se mexia. Mas a voz saiu calma, quase doce: — Foi um dia cansativo… O marido só resmungou algo da sala. Ela serviu o prato, sentou na mesa com ele, comeu em silêncio e depois foi lavar a louça. Como se nada tivesse acontecido. Como se aquele pau grosso não tivesse acabado de foder a buceta e o cuzinho dela numa pousada barata menos de duas horas antes.
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