A DAMA DO LOTAÇÃO: SENDO ENCOXADA E GOZANDO NO ÔNIBUS
O ônibus 474 vinha tão lotado naquela sexta à tarde que Solange mal conseguia respirar. Ficou em pé no corredor do fundo, o corpo preso entre desconhecidos, a barra superior escorregadia de suor alheio. Vestia um vestido fino, de tecido leve, sem sutiã e sem calcinha. O tecido colava nas coxas com o calor. Alguém se colou atrás dela. Não viu o rosto. Só sentiu o corpo masculino, mais alto, o peito largo pressionando suas costas. E, mais embaixo, a ereção dura e grossa se encaixando exatamente na curva da bunda. O homem não pediu licença. Simplesmente empurrava o pau contra ela a cada balanço do ônibus, esfregando devagar, com insistência. Solange não se afastou. O desconhecido passou o braço por cima do ombro dela, fingindo se segurar melhor. A mão desceu pela frente do vestido. Os dedos encontraram o baixo ventre e pararam ali, pressionando. Depois deslizaram mais para baixo. Pela primeira vez ele tocou a buceta por cima do tecido fino. Solange prendeu a respiração. O homem esfregou os dedos com calma, sentindo o calor e a umidade que já manchava o vestido por dentro. O polegar encontrou o clitóris inchado e começou a roçar em círculos lentos, por cima da roupa. O ônibus freou. Os corpos se comprimiram ainda mais. O pau duro bateu com força entre as nádegas dela. O homem aproveitou e apertou o clitóris com mais pressão. Solange soltou um gemido baixo, quase inaudível. Ele ouviu. Apertou de novo, mais firme, enquanto o quadril continuava a esfregar o pau contra a bunda dela em movimentos curtos e ritmados. Solange abriu um pouco as pernas. O vestido subiu. Os dedos dele agora tinham mais espaço. Ele alisava a fenda inteira por cima do tecido molhado, subindo e descendo, parando sempre no grelinho, esfregando com o polegar grosso. O outro braço a segurava pela cintura, puxando-a para trás, para que o pau ficasse ainda mais encaixado. Ela começou a tremer. O homem acelerou o movimento dos dedos. O tecido do vestido já estava encharcado. Cada vez que o polegar passava no clitóris, Solange soltava um gemido mais alto, sem conseguir segurar. As pessoas ao redor fingiam não ouvir. Ou ouviam e continuavam olhando para a frente. O ônibus balançava. O pau do desconhecido batia ritmadamente contra ela. Os dedos esfregavam sem parar. Solange gozou em pé. O corpo inteiro tremeu. Um gemido longo e rouco saiu da garganta dela, alto demais para o silêncio forçado do ônibus. As pernas fraquejaram. Ela se agarrou na barra com as duas mãos enquanto o orgasmo a atravessava, a buceta latejando sob o vestido molhado, o líquido escorrendo pela coxa interna. O homem não parou. Continuou esfregando o clitóris inchado e sensível, forçando mais um pouco de prazer dela, enquanto empurrava o pau com mais força contra a bunda. Quando o tremor passou, Solange ainda respirava pela boca, a testa suada, o vestido colado entre as pernas. O desconhecido tirou a mão devagar, passou os dedos molhados na própria calça e se afastou um pouco quando o ônibus parou no próximo ponto. Desceu sem que ela visse o rosto. Solange ficou ali, em pé, as pernas abertas, o vestido manchado na frente e atrás, o cheiro do próprio gozo subindo no ar quente do ônibus. O coração ainda batia forte. E a buceta continuava latejando, pedindo mais. Ela não desceu. Ficou até o ponto final, esperando o próximo desconhecido se colar nela.
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