Ela ainda estava de babydool short quando o marido chegou. O tecido estava um pouco manchado por dentro. O cheiro de sexo ainda pairava nela. Ele largou a chave na mesa, olhou para ela de cima a baixo e perguntou só: — Conta. Ela se aproximou, passou os braços pelo pescoço dele e falou perto da boca, a voz rouca: — Eles me comeram. Os dois. Primeiro o pedreiro me enviou na pia, cheirando o meu pescoço e enfiando a língua na minha orelha, depois me virou de costas na mesa da cozinha, puxou o babydool para cima, afastou a calcinha e enfiou de uma vez. Metia forte… fundo. O ajudante veio na frente e enfiou na minha boca. Eu chupava um enquanto o outro me fodia. O marido a ergueu pela cintura e a sentou na bancada. Arrancou o babydool. A buceta estava vermelha, inchada, e um fio branco de porra ainda escorria. Ele se ajoelhou na sua frente. — Continua — mandou, antes de passar a língua devagar pela fenda, lambendo a mistura que escorria dela. Ela tremeu e seguiu falando, a voz falhando: — Depois trocaram. O ajudante me pôs de quatro no chão e meteu na buceta. O pedreiro abriu meu cuzinho com spit e foi entrando… devagar no começo, depois fundo. Os dois me foderam ao mesmo tempo. Eu gozei apertando os dois paus. O marido lambeu com mais vontade, a língua entrando na buceta, chupando a porra que ainda saía. Depois desceu e abriu as nádegas dela com as mãos, passando a língua no cuzinho dilatado, limpando e chupando o que os dois tinham deixado lá dentro. Ela gemia, as unhas cravadas na beira da bancada. — Eles gozaram dentro — ela continuou, ofegante. — O ajudante na buceta… o pedreiro no cuzinho. Fiquei pingando os dois o resto da tarde. O marido se levantou, abriu a calça e tirou o pau já duro. Encaixou na buceta molhada e cheia e enterrou de uma vez, fundo. Ela gemeu alto. Ele começou a meter com força, as mãos apertando as coxas dela. — Repete — ordenou, fodendo sem piedade. — Quero ouvir de novo como eles te usaram. Ela falava entre gemidos, descrevendo cada posição, cada estocada, enquanto ele a comia gostoso, o pau entrando na mistura quente que os dois tinham deixado. Depois a virou de frente para a bancada, abriu o cuzinho ainda sensível e enfiou lá também, metendo fundo, reclamando o que os outros tinham usado. Ele gozou dentro, gemendo no ouvido dela, ainda ouvindo os detalhes que ela repetia. Quando saiu, a porra dos três escorria junta pela coxa dela. O marido passou dois dedos, misturou tudo e levou à boca dela. — Amanhã eles voltam — disse, a voz rouca. — E você vai estar do mesmo jeito.
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