No restaurante À noite, Rubens escolheu um restaurante mais sofisticado, com mesas um pouco afastadas e iluminação baixa. Beth vestiu um vestido curto e solto, de tecido leve, sem nada por baixo. Nem calcinha, nem sutiã. Só o vestido e o “dote” livre. Quando ela se sentou, o tecido subiu nas coxas. Rubens, do outro lado da mesa, abriu um sorriso sujo. — Abre um pouco mais as pernas. Beth obedeceu. O vestido subiu o suficiente para que, se alguém se abaixasse ou passasse perto no ângulo certo, visse tudo: os lábios grossos e proeminentes, ainda um pouco inchados e vermelhos da sessão da tarde, a fenda carnuda entreaberta, brilhando levemente. O garçom chegou para anotar o pedido. Era um homem alto, de uns trinta anos, uniforme impecável. Quando se curvou um pouco para servir a água, o olhar dele desceu por reflexo… e ficou preso. Beth não fechou as pernas. Pelo contrário, abriu mais um centímetro, o suficiente para os lábios se separarem e mostrarem a entrada úmida. O garçom engoliu em seco, a voz falhou por um segundo. — Boa… boa noite. O que vão desejar? Rubens respondeu com naturalidade, mas a mão por baixo da mesa já subia pela coxa da esposa, abrindo ainda mais os lábios dela com dois dedos, bem na frente do homem. — Ela vai querer o filé ao ponto. E eu quero que você olhe bem para o que ela tem entre as pernas. Gostou? O garçom ficou vermelho, mas não desviou o olhar. Beth sentia o coração batendo forte e a buceta latejando. Outros homens em mesas próximas já tinham notado a posição dela. Um casal mais velho olhava de lado. Dois homens sozinhos, em uma mesa ao lado, conversavam baixo sem tirar os olhos das coxas abertas de Beth. Quando o garçom se afastou para levar o pedido, Rubens puxou o vestido dela ainda mais para cima. — Fica assim. Quero que todo mundo que passar veja esse dote. Beth estava encharcada. Cada vez que alguém andava perto da mesa, ela sentia o olhar queimar entre as pernas. O tecido do vestido mal cobria nada. Os lábios proeminentes ficavam expostos, macios, um pouco abertos pelo calor e pelo tesão. O garçom voltou com a entrada. Dessa vez ele se abaixou mais do que o necessário para colocar o prato. Beth aproveitou, abriu as pernas até o limite da discrição e deixou ele ver tudo de perto: a fenda úmida, os lábios grossos, o clitóris ainda sensível. O homem respirou fundo, as mãos tremeram levemente na bandeja. Rubens falou baixo, só para os dois ouvirem: — Depois do jantar ela vai ao banheiro. Se quiser, pode seguir ela. Mas só se for para chupar direito. Beth sentiu um espasmo só de ouvir. O garçom assentiu quase imperceptivelmente, o pau já marcado na calça do uniforme. Enquanto comiam, Rubens não parava de brincar com ela por baixo da mesa. Abria os lábios, apertava, enfiava a ponta do dedo, tirava, mostrava o dedo molhado. Beth mordia o lábio para não gemer alto. Os homens das mesas vizinhas já tinham se ajeitado nas cadeiras, claramente acompanhando cada movimento. Quando o jantar terminou, Beth se levantou devagar. O vestido desceu, mas não o suficiente. Ao caminhar em direção ao banheiro, o tecido balançava e, em certos ângulos, dava para ver o balanço dos lábios grossos entre as coxas. O garçom sumiu da sala segundos depois. Rubens ficou na mesa, terminando o vinho, sabendo exatamente o que estava prestes a acontecer no banheiro das mulheres.
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