CONHECENDO NUM SITE DE RELACIONAMENTO E FUDENDO NO LOCAL DE TRABALHO
Eu a conheci num daqueles sites de relacionamento. O perfil dela era discreto: foto do pescoço pra baixo, casada, 34 anos, “procurando algo diferente”. Em menos de uma hora já estávamos trocando mensagens sujas. Ela contava que o marido viajava bastante, mas não era só isso. Logo confessou que ele sabia. Mais do que sabia: ele gostava. Gostava de mandá-la pra fora, de imaginar outros homens usando a mulher dele, e especialmente de receber ela de volta com a buceta ainda quente e cheia de porra alheia. Às vezes ele pedia fotos. Às vezes pedia pra ela ir pra casa sem limpar, pra ele chupar tudo que tivesse sobrado dentro dela. As mensagens ficaram cada vez mais pesadas. Ela descrevia o que queria: ser fudida na minha mesa, ser preenchida até transbordar, e depois ir pra casa com o esperma escorrendo pelas coxas. Eu respondia no mesmo tom. Disse que trabalhava numa unidade de saúde, que tinha uma sala no fundo do corredor, porta que trancava e uma cadeira que aguentava peso. Uma tarde de quinta-feira ela apareceu. Vestido leve, sem sutiã, sem calcinha. Entrou no consultório como se fosse só mais uma paciente. Fechei a porta, girei a chave. O olhar dela já era outro. — Hoje o Marcelo pediu pra eu voltar cheia — disse, a voz baixa e rouca. — Ele quer sentir o gosto de outro homem quando eu chegar. Empurrei os papéis pro lado. Ela se sentou na beira da mesa, abriu as pernas. A buceta já estava molhada, os lábios inchados. Passei o polegar no clitóris e ela tremeu. Depois puxou minha calça, tirou o pau pra fora e o engoliu com fome, babando, olhando pra cima. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca dela até a garganta apertar. Levantei ela, virei de costas, levantei o vestido até a cintura. A bunda redonda, a fenda brilhando. Enfiei de uma vez. Ela soltou um gemido abafado, as unhas arranhando a madeira. Meti forte, seco, ouvindo o barulho úmido da buceta dela. Cada estocada fazia a mesa bater na parede. Apertei os seios por cima do tecido fino, puxei o cabelo, mordei o ombro. — Mais fundo… enche essa porra… — ela pediu, a voz quebrada. Aumentei o ritmo. Ela gozou primeiro, o corpo todo se contraindo, a buceta apertando meu pau em espasmos. Continuei metendo até gozar dentro, fundo, enchendo ela enquanto ela ainda tremia. Fiquei alguns segundos parado, sentindo o sêmen escorrer para fora, pingando no chão. Quando saí de dentro, um fio branco e grosso escorreu pelas coxas dela. Ela passou dois dedos, coletou um pouco e chupou, me olhando. — Ele vai ficar louco quando eu chegar assim. Peguei o celular, tirei uma foto rápida da buceta dela ainda aberta, o esperma escorrendo. Mandei pra ela. Ela sorriu e encaminhou na hora pro marido. Respondeu em menos de um minuto: “Boa menina. Vem pra casa agora. Quero chupar tudo isso.” Ela se vestiu devagar, sem limpar nada. O vestido grudava um pouco nas coxas molhadas. Beijou minha boca, ainda com gosto de porra, e saiu pelo corredor como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei na sala, o cheiro dela impregnado no ar, já esperando a próxima mensagem. Mais tarde, à noite, ela mandou um áudio: o barulho úmido da língua do marido chupando a buceta dela, e a voz dele murmurando “que porra gostosa… você voltou bem usada”. Ela gozou de novo, com a boca dele entre as pernas, enquanto eu ouvia tudo.
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