Ela estava só de camiseta curta quando a campainha tocou de novo. Por baixo, nada. A buceta já úmida só de ouvir o caminhão parar em frente. O marido abriu a porta e ficou de lado. O entregador de água, o mesmo homem forte de trinta e cinco anos, carregava o galão no ombro. Os olhos desceram na hora para as coxas nuas dela. — Entra — disse o marido. — Hoje ela vai te chupar. O homem entrou. A porta se fechou. O marido tirou o galão das mãos dele e colocou no chão. Ela se ajoelhou na sua frente sem precisar de ordem. Abriu a calça do entregador, puxou o pau já duro e grosso e envolveu com a boca. Chupou fundo, a língua rodando a cabeça, a mão massageando as bolas. O homem soltou um gemido rouco, a mão grande nos cabelos dela. O marido se sentou na poltrona, o pau na mão, observando. — Isso. Engole ele inteiro. Ela obedeceu, a boca descendo até a base, engasgando um pouco, saliva escorrendo pelo queixo. O entregador começou a mover os quadris, fodendo a boca dela com força controlada. O som molhado de chupada encheu a sala. Depois de alguns minutos o marido se levantou. — Para. Agora de quatro. Ela se virou, ajoelhou no chão e arqueou as costas. O entregador se posicionou atrás, encaixou o pau na buceta molhada e enterrou tudo de uma vez. Ela gemeu alto. Ele começou a meter com força, as mãos segurando a cintura dela, as bolas batendo. O marido se ajoelhou na frente dela e enfiou o próprio pau na boca. Os dois metiam ao mesmo tempo. Ela gozou primeiro, a buceta apertando o pau do entregador em ondas. Ele acelerou, metendo fundo e gozou dentro, gemendo enquanto despejava jatos quentes. O marido gozou logo em seguida, enchendo a boca dela. O entregador saiu devagar, um fio grosso de porra escorrendo pela coxa dela. Ajeitou a calça com as mãos ainda trêmulas. O marido passou dois dedos pela buceta dela, sentindo a porra do outro homem, e mostrou para o entregador. — Semana que vem você volta. E dessa vez fode o cuzinho também. O homem assentiu, ainda ofegante, pegou o galão vazio e saiu. A porta se fechou. Ela continuou de quatro, a porra escorrendo, enquanto o marido passava a mão pela nádega dela, o polegar abrindo o cuzinho. — Ele vai adorar.
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