DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A PREPARAÇÃO E O PRÓXIMO MOTEL...
Nos dias seguintes, a casa do diácono ficou pesada. Cláudio mal falava com Suelen durante o dia, mas à noite a fodia com força, sempre terminando no cu, lembrando-a do que ela agora era. Suelen vivia dividida entre a culpa esmagadora e um desejo crescente que não conseguia controlar. Na quarta-feira, Cláudio entregou o celular dela com o gravador já configurado. — Amanhã você vai pro motel com a Juliana. Quero tudo gravado. Áudio e vídeo. Quero ver exatamente como você se comporta quando vira puta de verdade. Suelen apenas assentiu. No dia marcado, Suelen chegou ao motel por volta das 14h. Juliana já estava esperando no estacionamento. As duas se olharam em silêncio. Suelen estava pálida, mas a boceta já estava molhada só de imaginar o que viria. — Pronta? — perguntou Juliana. — Não… mas eu quero — respondeu Suelen. Entraram no quarto. O homem (o mesmo de antes) já estava lá, sentado na cama. Quando viu Suelen, sorriu. — Olha quem voltou… a santa esposa do diácono. Trouxe o celular do marido pra gravar de novo? Suelen assentiu, vermelha de vergonha. Colocou o celular no tripé como Cláudio havia ordenado e apertou gravar. O homem se aproximou, levantou a saia longa dela e riu ao ver que ela não estava de calcinha. — Que vadia obediente. O diácono sabe que você veio aqui hoje? — Sabe… — murmurou Suelen. — Ele mandou eu gravar tudo. O homem riu alto e empurrou Suelen contra a cama. — Então vamos dar um show pra ele. Ele rasgou a blusa dela, puxou os seios para fora e chupou os mamilos com força. Juliana se posicionou ao lado, segurando os braços de Suelen para trás enquanto o homem enfiava três dedos na boceta encharcada. — Aaaahh… devagar… — gemeu Suelen. — Devagar não — respondeu ele. — Você veio aqui pra ser usada. Ele virou Suelen de quatro, abriu bem a bunda e cuspiu no cuzinho ainda sensível. Sem muita preparação, começou a enfiar o pau grosso. Suelen gritou: — Aaaaiii! Tá rasgando de novo! O homem segurou firme a cintura dela e enterrou tudo de uma vez. Começou a meter com estocadas fortes e profundas, fazendo a bunda grande de Suelen balançar. — Fala pra câmera quem você é — ordenou ele. Suelen, com o rosto contra o travesseiro, olhou para o celular e falou com a voz rouca: — Eu sou Suelen… esposa do diácono Cláudio… e hoje vim aqui pra ser arrombada como uma puta… meu marido mandou eu gravar… ele quer ver eu levando pau no cu… O homem acelerou, metendo com brutalidade: — Isso… grita mais alto. Deixa o diácono ouvir como a esposa dele geme. Suelen gritava sem controle: — Me fode! Arromba meu cu! Eu sou uma vadia da igreja! Traí meu marido… traí a igreja… e tô gostando! Juliana se ajoelhou na frente de Suelen e enfiou a boceta na boca dela: — Chupa enquanto ele te fode. Mostra pro seu marido como você é boa de língua. Suelen chupava a boceta de Juliana com desespero enquanto era arrombada por trás. Os gemidos abafados enchiam o quarto. O homem alternou: fodeu o cu por longos minutos, depois passou para a buceta, depois voltou pro cu. Cada troca arrancava novos gritos de Suelen. Quando estava quase gozando, ele puxou os cabelos dela e perguntou: — Onde você quer minha porra hoje? — No cu… enche meu cu de porra pra eu levar pra casa pro meu marido ver… — implorou Suelen. Ele enterrou tudo e gozou violentamente, enchendo o intestino dela com jatos grossos. Suelen gozou junto, o corpo inteiro tremendo, gritando e pedindo perdão ao mesmo tempo. O homem tirou o pau devagar e abriu bem a bunda dela para a câmera, mostrando o cuzinho arrombado, vermelho, piscando e escorrendo porra. — Manda um recado pro seu marido — disse ele. Suelen, ainda de quatro, olhou para a câmera com o rosto destruído: — Cláudio… eu gravei tudo como você pediu. Meu cu tá cheio de porra de novo… eu sou sua… mas também sou a puta do pastor e desse homem agora. Me perdoa… ou me usa como quiser. Juliana parou a gravação e sorriu: — Manda pra ele agora. Suelen, ainda tremendo, enviou o vídeo completo para Cláudio.
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