Ele continuou com a boca nela mesmo depois do orgasmo, chupando devagar, limpando o líquido que ainda escorria. A buceta dela contraía em espasmos curtos, hipersensível, e cada passagem da língua fazia o corpo inteiro dela estremecer. Ela puxou o cabelo dele com menos força agora, tentando afastar um pouco, a respiração ainda descompassada. — Para… tá sensível demais… Ele obedeceu só pela metade. Tirou a boca, mas deixou os lábios encostados na coxa interna, beijando a pele quente e trêmula. O queixo e a boca dele brilhavam molhados. O cheiro dela estava forte no ar. Ele subiu o olhar e a encontrou olhando para baixo, as faces vermelhas, o peito subindo e descendo rápido sob o babydoll amarrotado. Sem dizer nada, ele se ergueu um pouco, ajoelhado ainda entre as pernas abertas dela na rede. A mão direita subiu pela barriga descoberta, devagar, até chegar aos seios. Apertou um deles por cima do tecido fino, sentindo o mamilo duro. A outra mão ficou entre as pernas dela, dois dedos apenas encostados na entrada, sem enfiar, só sentindo as contrações residuais. Ela engoliu em seco. Os olhos ainda enevoados de prazer. Ele se inclinou e beijou a boca dela pela primeira vez. O beijo veio carregado do gosto dela mesma. Ela gemeu contra a língua dele, hesitante no começo, depois correspondendo, a mão subindo até a nuca dele. O beijo ficou mais fundo, mais molhado. Enquanto beijava, ele enfiou os dois dedos de novo, bem devagar, sentindo a buceta ainda apertada e encharcada acomodar a invasão. Ela arqueou dentro da boca dele. Ele tirou a boca só o suficiente para falar, a voz baixa e rouca: — Ainda tá latejando… Os dedos se moveram devagar, sem pressa, só abrindo e fechando dentro dela, espalhando o líquido. O polegar voltou a encontrar o clitóris inchado e hipersensível, apenas encostando, sem esfregar de verdade. Ela tremeu de novo, as coxas tentando se fechar. Ele beijou o pescoço dela, depois a clavícula, enquanto os dedos continuavam o movimento lento e profundo. A rede balançava suave com o peso dos dois. O pau dele estava duro, apertado dentro da cueca, latejando contra a coxa dela sempre que o corpo se aproximava. Ele não tirou a roupa ainda. Só ficou ali, dedos dentro, boca no pescoço, esperando o corpo dela se acalmar o suficiente para aguentar mais. Ele manteve os dedos dentro dela, movendo-os com lentidão deliberada, sentindo as paredes ainda quentes e apertadas se contrair em volta. O polegar apenas roçava o clitóris inchado, sem pressão de verdade, só o suficiente para manter o corpo dela em alerta. Ela respirava pela boca, os olhos semicerrados, as mãos agora apoiadas nos ombros dele. Ele beijou o maxilar dela, depois a orelha, e falou baixo: — Abre mais as pernas pra mim. Ela obedeceu, abrindo um pouco mais na rede. O movimento fez os dedos dele entrarem até o fim. Ela soltou um gemido curto. Ele aproveitou para tirar a mão de dentro, só por um segundo, e puxou a própria camiseta pela cabeça, jogando-a no chão. O peito nu dele ficou à mostra, a respiração já mais pesada. A mão voltou entre as pernas dela imediatamente, dois dedos entrando de novo, agora com mais intenção. Ele curvou os dedos e massageou o ponto que fazia a barriga dela tremer. Ao mesmo tempo, abaixou a cabeça e puxou o babydoll para o lado, pegando o mamilo na boca. Chupou com força, a língua girando, enquanto os dedos trabalhavam em ritmo constante. Ela arqueou as costas na rede, a mão subindo para a nuca dele, apertando. O outro seio ficou exposto quando o tecido subiu mais. Ele trocou de lado, chupando o segundo mamilo com a mesma intensidade, os dentes roçando de leve. O líquido dela já escorria pela mão dele de novo, molhando o pulso. Ele tirou a boca do peito só para olhar o rosto dela. As faces estavam quentes, a boca entreaberta. Sem perder o ritmo dos dedos, ele desceu a outra mão e abriu o botão e o zíper do próprio short. Puxou a cueca para baixo o suficiente para o pau duro saltar para fora, grosso, latejando, a cabeça já úmida de pré-gozo. A ponta roçou a coxa interna dela. Ela olhou para baixo e viu. A respiração dela falhou por um segundo. Ele não penetrou ainda. Só segurou o pau com a mão livre e passou a cabeça molhada pela fenda aberta, de cima a baixo, espalhando o líquido dela na própria pele. O clitóris recebeu a pressão da glande algumas vezes. Ela tremeu, as unhas cravando no ombro dele. — Quer? — ele perguntou, a voz rouca, a cabeça do pau parada bem na entrada, sem enfiar. Ela engoliu em seco, os olhos fixos no dele, e assentiu com a cabeça, pequena, quase imperceptível. As pernas se abriram mais um pouco na rede.
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