No domingo seguinte, a tensão em casa era palpável. Juliana passou a semana inteira sentindo o peso da culpa e da excitação proibida. Marcos mal falava com ela, mas toda noite a fodia com força, sempre terminando no cu, lembrando-a do seu pecado. No dia do culto, ele foi claro: — Mesma saia azul da semana passada. Sem calcinha. E não limpe nada antes de sairmos. Juliana obedeceu. Tomou apenas um banho superficial. A porra do estranho ainda estava dentro dela, misturada agora com a do marido. Quando se olhou no espelho, sentiu um misto de vergonha profunda e tesão doentio. No carro, Marcos dirigia em silêncio. Juliana apertava as coxas, mas a cada movimento um pouco de porra escorria, molhando a parte interna da saia longa. Chegaram à igreja. Como esposa do pastor, Juliana tinha que sentar na primeira fila, ao lado do púlpito. Durante o louvor, ela se levantou junto com todos. Ao erguer os braços para adorar, sentiu um fio grosso e quente descer pela coxa esquerda. Olhou discretamente para baixo e viu uma pequena mancha úmida se formando na saia. Seu rosto queimou de vergonha. Marcos subiu ao púlpito e começou a pregar sobre pureza, adultério e santificação. Seus olhos vez ou outra encontravam os dela, como se pregasse diretamente para ela. — Tem pessoas aqui que levantam as mãos, cantam hinos bonitos… mas por dentro estão sujas de pecado. Traíram. Se entregaram à luxúria. E ainda têm a ousadia de vir à casa de Deus como se nada tivesse acontecido. Juliana baixou a cabeça, lágrimas escorrendo. A porra continuava lentamente escorrendo do cuzinho. Ela sentia o líquido viscoso descendo pela coxa e tinha certeza de que alguém iria notar o cheiro ou a mancha. Durante a oferta, quando ela se levantou para colocar o envelope, um fio mais grosso escorreu. Uma irmã mais velha ao lado dela franziu a testa, mas não disse nada. Juliana queria morrer de vergonha. No final do culto, várias irmãs vieram abraçá-la: — Irmã Juliana, você está tão ungida hoje! O Espírito Santo está forte em você! Ela só conseguia sorrir fracamente, apertando as pernas, sentindo a porra de dois homens escorrendo enquanto recebia elogios pela sua “vida santa”. Quando finalmente entraram no carro para voltar, Marcos olhou para ela com uma mistura de raiva, dor e excitação: — Você sentiu ele escorrendo o tempo todo, não sentiu? — Sim… — respondeu Juliana, voz baixa e envergonhada. — Ótimo. Quero que você se lembre disso toda vez que pisar naquela igreja. Você não é mais uma crente pura. Você é uma vadia que vai ao culto com o cu cheio de porra. Chegando em casa, Marcos não esperou nem entrar direito. Fechou a porta, levantou a saia dela e a empurrou contra o sofá. — Olha o estado da sua saia… toda manchada. Abre as pernas. Juliana obedeceu. Marcos olhou para o cuzinho vermelho e inchado, ainda vazando porra, e falou com desprezo: — Você é nojenta… e eu nunca te desejei tanto. Ele meteu o pau nela com força, alternando entre a buceta e o cu, fodendo com raiva e tesão enquanto a humilhava: — Fala alto: “Eu sou a esposa do pastor, mas adoro levar porra no cu.” Juliana, destruída de vergonha, repetia chorando e gemendo: — Eu sou a esposa do pastor… mas adoro levar porra no cu… sou uma vadia hipócrita… Marcos gozou novamente dentro do cuzinho dela, misturando ainda mais porra. Depois, enquanto ela permanecia de quatro, ele falou friamente: — Semana que vem você vai voltar naquele motel. E eu quero que você grave tudo. Quero ver exatamente como você se entrega como uma cachorra. Juliana, com a saia levantada e porra escorrendo, apenas assentiu: — Sim, meu marido… eu vou.
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