FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: A CHEGADA EM CASA
O carro parou na garagem. Os dois desceram em silêncio. O cheiro de sexo ainda estava impregnado no estofado. Ela entrou na casa na frente, o vestido colado, as coxas úmidas. O marido fechou a porta e ficou parado na entrada, olhando pra ela. — Tira — ele mandou, a voz rouca. Ela puxou o vestido pela cabeça e jogou no chão. Nua. A boceta vermelha, o cu ainda um pouco aberto, um fio branco escorrendo devagar pela parte interna da coxa. O marido engoliu seco. O pau dele já estava duro pra caralho dentro da calça. — Ajoelha e limpa de novo — ela ordenou. Ele obedeceu na hora. Ajoelhou na sala, segurou as coxas dela e enfiou a língua. Chupou a boceta com vontade, engolindo o que ainda restava da porra do outro. Subiu pro cu, abriu com os polegares e chupou ali também, o gosto forte, sujo, de homem. Ela segurou a cabeça dele e empurrou contra o sexo dela. — Isso… limpa tudo… engole a porra que ele gozou em mim no provador… O marido gemeu contra a pele dela, humilhado, mas chupando com fome. Continuou até ela gozar de novo, apertando as coxas no rosto dele, molhando a boca e o queixo. Quando ele se afastou, a boca suja, ela o puxou pelo cabelo pra cima. — Agora me come. Quero sentir teu pau sabendo que ainda tem resto de outro homem dentro de mim. Ele tirou a calça com pressa, o pau duro e latejando. Ela se deitou no sofá, abriu as pernas e o guiou. Ele enfiu. A boceta estava quente, escorregadia, ainda com resto de porra. O marido meteu fundo, gemendo alto, quase chorando de tesão e vergonha. — Porra… ainda tá molhada dele… — Tá — ela respondeu, olhando nos olhos dele. — E você tá comendo mesmo assim. Que corno gostoso. Ele fodeu com raiva e tesão ao mesmo tempo. Estocadas fortes, desesperadas. A cada vez que entrava fundo ela gemia alto, de propósito. — Mais forte… fode essa boceta que outro homem acabou de usar… Ele não aguentou muito. Gozeou dentro dela em poucos minutos, gemendo contra o pescoço dela, o corpo tremendo. Continuou metendo enquanto gozava, misturando a própria porra com a que ainda restava do amante. Quando ele tirou, os dois líquidos escorriam juntos. Ela olhou pra bagunça entre as pernas e falou, calma: — Agora chupa de novo. Quero ver você engolir os dois. O marido desceu na hora. Língua na boceta, chupando a mistura, engolindo tudo. Ela segurou a cabeça dele e gozou mais uma vez, apertando o rosto dele contra o sexo. Depois ficaram quietos um tempo. Ele ainda ajoelhado, a boca suja, a respiração pesada. Ela passou a mão no cabelo dele e falou baixo: — Amanhã ele vem de novo. Aqui em casa. E eu quero que você assista do começo ao fim. Sem bater punheta. Só olhando. O marido fechou os olhos, mas assentiu com a cabeça. Ela sorriu, se levantou e foi em direção ao banheiro, a porra dos dois ainda escorrendo pela coxa. Na porta do banheiro parou e falou sem olhar pra trás: — E deixa a cama de casal arrumada. Amanhã a gente vai sujar ela de novo. A porta se fechou. O corno ficou ajoelhado no meio da sala, o gosto de dois homens ainda na boca, o pau mole e sujo, já sabendo que amanhã seria pior.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.