Ela se chamava Janaina. Vinte e cinco anos, pele negra e brilhante como azeviche, corpo de mulher feita: bunda grande, redonda e pesada, que balançava a cada passo; seios volumosos, firmes, com mamilos escuros e pontudos que marcavam o uniforme mesmo por baixo do tecido grosso; e entre as pernas, uma buceta carnuda, sempre úmida, de lábios grossos e escuros que se abriam com facilidade. Trabalhava na casa do senhor Ricardo há quase um ano. Ele tinha cinquenta e poucos, casado, mas a esposa viajava muito. Janaina notava o olhar dele. Aquele olhar que demorava demais no movimento da bunda dela quando ela passava com a vassoura, ou no decote aberto quando se inclinava para limpar o chão. Naquela tarde de terça-feira, a casa estava vazia. A patroa tinha viajado. Janaina usava o uniforme curto de costume: saia preta que mal cobria a metade da bunda e blusa branca apertada demais no peito. Estava ajoelhada no chão da sala, esfregando o rodapé, de quatro, quando sentiu a presença dele atrás de si. — Janaina… — a voz dele saiu rouca. Ela olhou por cima do ombro, sem se levantar. A saia tinha subido, revelando a calcinha preta enfiada entre as nádegas gordas. — Sim, senhor? Ricardo ficou em silêncio por alguns segundos, apenas observando. Depois se aproximou. A mão dele pousou na curva daquela bunda, apertando com força. — Você sabe o que está fazendo comigo, não sabe? Janaina sentiu o calor subir. Não se afastou. Ao contrário: empurrou a bunda contra a mão dele, provocando. — Eu só estou limpando, senhor… Ele puxou a calcinha para o lado. O polegar passou entre os lábios grossos e já molhados da buceta dela. Janaina soltou um gemido baixo. — Mentira. Você está pingando. Todo dia você passa por mim com essa bunda, esses peitos… e acha que eu não percebo? Ela se virou, ainda de joelhos, e olhou para ele de baixo. Os seios pesados subiam e desciam com a respiração acelerada. Abriu a boca e lambeu o próprio lábio inferior. — Então faz o que quiser, senhor. Ricardo puxou o pau para fora. Já estava duro, grosso, veias saltadas. Janaina não esperou ordem. Encostou o rosto, cheirou, e engoliu a cabeça com vontade. A boca quente e molhada dela desceu até a base, enquanto uma das mãos apertava a própria teta por cima da blusa. Ele gemeu e agarrou o cabelo dela, fodendo a boca com força. Janaina engasgava, babava, mas não parava. Os olhos marejados olhavam para cima, desafiadores. Quando ele puxou o pau para fora, ela já estava ofegante, com a boca vermelha e brilhante de saliva. — De quatro. Agora. Janaina obedeceu, apoiando as mãos no chão frio. A saia foi erguida até a cintura. A calcinha rasgada e jogada de lado. A buceta aberta, inchada, escorrendo. O cu apertado e escuro logo acima. Ricardo se ajoelhou atrás dela e enterrou o pau de uma vez só. Janaina gritou. O pau grosso abriu a buceta carnuda com violência, enchendo tudo. Ele agarrou as duas nádegas com força, abrindo, e começou a meter fundo, batendo a barriga contra aquela bunda preta e macia. — Porra… que buceta apertada… Cada estocada fazia os seios dela balançarem pesados para frente e para trás. Janaina gemia alto, sem se importar, empurrando a bunda de volta, pedindo mais. — Mais forte, senhor… me fode… Ele puxou o cabelo dela para trás, arqueando o corpo, e meteu ainda mais fundo. O som molhado de pele batendo em pele ecoava pela sala. A buceta dela fazia barulho, molhada demais, engolindo o pau até o fundo. Ricardo tirou o pau, virou ela de frente e a deitou no chão. Subiu em cima, abriu as pernas pretas e grossas dela e voltou a foder. Agora encarava o rosto dela. Os seios escapavam do sutiã, mamilos escuros e duros apontando para cima. Ele chupou um, depois o outro, enquanto continuava metendo. Janaina enrolou as pernas na cintura dele e puxou. — Goza dentro… por favor… Ele acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, mais desesperadas. A buceta dela apertou, tremeu, e ela gozou gritando, o corpo inteiro tremendo sob ele. Ricardo não aguentou. Enterrou até o fundo e gozou em jatos quentes, enchendo a buceta dela de porra. Ficaram assim por um tempo, ofegantes. O pau ainda dentro dela, latejando. Quando ele saiu, a porra escorreu lenta entre os lábios escuros e inchados, descendo pela bunda. Janaina sorriu, ainda deitada, as pernas abertas. — A senhora volta só amanhã, não é? Ricardo passou o polegar pela buceta dela, empurrando a porra de volta para dentro. — É. E amanhã a gente continua. Ela se levantou devagar, ajeitou a saia, mas não se preocupou em limpar nada. A porra ainda escorria pela parte interna da coxa enquanto ela voltava a limpar o chão, agora com o corpo marcado e satisfeito. E o patrão, sentado no sofá, já pensava na próxima vez.
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