FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: SAINDO DO PROVADOR E ENCONTRANDO O CORNO NO ESTACIONAMENTO.
Ela saiu do supermercado andando devagar, o vestido floral colado nas coxas. Cada passo fazia a porra escorrer mais. Sentia o líquido quente descendo pela parte interna da perna, molhando a pele, ameaçando aparecer na barra do vestido se ela não prestasse atenção. O carro do marido já estava parado na frente da entrada. Ele abriu a porta do passageiro assim que a viu. Sorriso normal de marido: — Demorou, né? Conseguiu o que queria? Ela entrou. Sentou com cuidado. O vestido subiu um pouco demais quando ela ajeitou as pernas. Ele não notou. Ainda. — Consegui — respondeu, a voz calma. — Tava cheio hoje. O carro saiu. O ar-condicionado gelado contrastava com o calor entre as pernas dela. A cada curva, a porra se mexia dentro dela, ameaçando vazar mais. Ela apertou as coxas, mas era tarde. Um fio já tinha descido até quase o joelho. No segundo sinal ele olhou de canto e franziu a testa. — Que cheiro é esse? Ela fingiu naturalidade. — Deve ser o perfume novo. Comprei lá. Ele não respondeu. Continuou dirigindo. Mais dois quarteirões e o cheiro ficou mais forte. Sexo. Porra. O cheiro inconfundível de boceta fodida e gozo fresco. O marido apertou o volante. — Você tá… molhada? Ela olhou pela janela, o sorriso pequeno e cruel aparecendo no canto da boca. — Tô. Ele engoliu seco. — De quê? Ela abriu um pouco as pernas. O vestido subiu. A mancha escura no tecido interno ficou visível. Um fio branco e grosso escorria devagar pela coxa, brilhando na luz do fim de tarde. — De porra. Acabei de levar no provador. Bem fundo. No cu e na boceta. O carro quase foi no meio-fio. O marido freou no ombro da via, o rosto vermelho, a respiração pesada. Ele olhou pra coxa dela, pro fio escorrendo, depois pro rosto dela. — No supermercado? Com gente em volta? — Com gente em volta. A cortina nem estava totalmente fechada. Ele me fodeu até gozar dentro. Eu ainda tô cheia. O silêncio dentro do carro era pesado. O pau do marido já marcava a calça. Ele estava com raiva, com vergonha e com um tesão nojento ao mesmo tempo. Ela puxou o vestido mais um pouco, abriu as pernas de verdade e mostrou. — Olha. Ainda tá saindo. O fio grosso descia devagar, misturado com o gozo dela. O cheiro encheu o carro inteiro. O marido respirou fundo, a mão tremendo no volante. — Você… você quer que eu… — Quero que você chupe. Agora. Aqui. Antes de a gente chegar em casa. Ele olhou pro retrovisor. A rua estava relativamente vazia. Com a mão trêmula ele se inclinaram, abaixou a cabeça entre as pernas dela e passou a língua. O gosto era forte: porra de outro homem misturada com o gozo dela. Ele chupou. Limpou a coxa, subiu até a boceta, enfiou a língua, engolindo o que ainda vazava. Ela segurou a cabeça dele e falou baixo, olhando pela janela: — Isso… engole tudo… limpa a porra que outro homem gozou em mim no meio do supermercado… O marido gemeu contra a boceta dela, humilhado e excitado. Continuou chupando até ela gozar de novo, apertando as coxas no rosto dele. Quando ele se levantou, a boca estava suja, o queixo brilhando. Ela ajeitou o vestido e falou, já calma de novo: — Agora dirige. Em casa você vai chupar de novo. E depois eu quero que você me coma sabendo que ainda tem porra de outro dentro de mim. O carro voltou para a rua. O silêncio voltou, mas o cheiro de sexo continuava forte. Ela olhou pela janela, as pernas ainda úmidas, e sorriu sozinha. No bolso do vestido o celular vibrou. Uma mensagem do amante: “Já limpou? Ou vai deixar ele chupar tudo?” Ela respondeu sem o marido ver: “Ele já está chupando. E ainda tem mais.”
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