DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A NOITE DO CORNO COM A ESPOSA PUTA...
Depois de um dia inteiro de humilhação silenciosa, a noite caiu pesada sobre a casa do pastor. Juliana estava na cozinha terminando de lavar a louça quando Marcos apareceu atrás dela. Ele não disse nada. Apenas levantou a saia longa dela até a cintura, expondo a bunda ainda marcada pelas palmadas e o cuzinho vermelho e inchado. — Ainda tá saindo? — perguntou ele, a voz baixa e rouca. Juliana sentiu um arrepio de vergonha. Assentiu, sem coragem de falar. Marcos enfiou dois dedos no cuzinho dela sem aviso. A porra do estranho ainda estava lá, cremosa e pegajosa. Ele girou os dedos devagar, sentindo a viscosidade. — Você passou o dia todo na igreja com o cu cheio da porra de outro homem… — murmurou ele, quase para si mesmo. — Enquanto eu pregava sobre santidade. Juliana começou a chorar baixinho, mas empinou a bunda contra a mão do marido. Marcos tirou os dedos, mostrou para ela e ordenou: — Chupa. Limpa a porra do outro da minha mão. Ela obedeceu, envergonhada, chupando os dedos do próprio marido com a porra do estranho. Depois disso, Marcos a puxou pelo braço até o quarto. Jogou-a na cama de bruços, levantou a saia e abriu bem as pernas dela. — Olha o estado do seu cu… todo arrombado e sujo — disse ele, com uma mistura de nojo e excitação na voz. — Hoje você não vai ser minha esposa. Hoje você vai ser só uma vadia. Ele cuspiu no cuzinho dela e enfiou o pau (menor que o do estranho, mas duro como pedra) de uma vez. Juliana soltou um gemido longo. — Aaaahh… Marcos… Ele começou a foder o cu dela com raiva, estocadas firmes e profundas, segurando os cabelos dela como rédea. — Fala alto o que você é — ordenou. — Eu sou… uma vadia… uma crente falsa… uma adúltera… — soluçava Juliana enquanto era fodida. — Mais alto. — EU SOU UMA PUTA! Uma esposa de pastor que adora levar rola no cu de estranho! — gritou ela, completamente quebrada. Marcos metia com força, dando tapas fortes na bunda: — Isso… agora você vai sentir o pau do seu marido no mesmo cu que o outro encheu hoje. Ele alternou: fodeu o cu por vários minutos, depois passou para a boceta, depois voltou pro cu. Juliana gemia e chorava ao mesmo tempo, o corpo tremendo de prazer e culpa. — Goza pra mim, sua pecadora — rosnou Marcos. Juliana gozou forte, apertando o pau do marido, o corpo convulsionando enquanto gritava o nome de Deus e pedia perdão ao mesmo tempo. Marcos não aguentou. Enterrou tudo no cuzinho dela e explodiu, misturando sua porra com a do estranho. Ficou lá dentro por um tempo, pulsando. Depois tirou o pau e observou a mistura escorrendo do cu destruído de Juliana. Ele se deitou ao lado dela, respirando pesado, e falou baixinho: — Amanhã tem culto novamente. Você vai com a mesma saia… sem calcinha. E eu quero que você se lembre o tempo todo que seu cu ainda tem porra de dois homens. Juliana, exausta, destruída e estranhamente excitada, virou o rosto para o marido e sussurrou: — Sim, meu pastor… eu vou obedecer. Marcos ficou em silêncio por alguns segundos e completou: — E na semana que vem… você vai voltar naquele motel. Quero que você grave tudo. Juliana fechou os olhos, sentindo as duas porras escorrendo lentamente do cu, e respondeu quase sem voz: — Sim… eu vou.
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