DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A REAÇÃO DE SUELEN...
Suelen saiu da casa pastoral com o coração acelerado e as pernas fracas. Sentou-se no carro, fechou os olhos e respirou fundo, mas as palavras de Juliana não saíam da sua cabeça. "Eu posso te ajudar a viver isso… sem que ninguém saiba." Ela ligou o carro, mas não conseguiu dirigir imediatamente. Ficou parada no volante, as mãos tremendo. Imagens indesejadas invadiram sua mente: um homem forte a pegando por trás, mãos grandes apertando sua bunda, uma voz rouca chamando-a de vadia enquanto metia fundo. — Meu Deus… me perdoa — sussurrou ela, apertando os olhos. Mas quanto mais tentava afastar os pensamentos, mais molhada ficava. Sentiu a calcinha úmida e apertou as coxas com força. A culpa era esmagadora. Ela era a esposa do diácono Cláudio, líder do grupo de mulheres, exemplo de santidade na igreja… e agora estava fantasiando com adultério. Chegou em casa antes do marido. Foi direto para o banheiro, trancou a porta e levantou a saia. A calcinha estava visivelmente molhada. Sentou-se na privada, abriu as pernas e começou a se tocar, algo que quase nunca fazia. Enquanto esfregava o clitóris inchado, imaginava a cena que Juliana havia descrito: um homem desconhecido arrombando seu cu, chamando-a de puta, gozando dentro dela. — Não… eu não posso… — gemeu baixinho, mas não parou. Goizou em silêncio, mordendo o lábio para não fazer barulho, o corpo tremendo de prazer e culpa. Depois ficou sentada, olhando para o nada, lágrimas escorrendo pelo rosto. — Eu sou uma pecadora… uma hipócrita… — murmurou. Naquela noite, deitada ao lado de Cláudio, Suelen não conseguiu dormir. O marido dormia tranquilamente, alheio a tudo. Ela olhava para o teto, a boceta ainda latejando da masturbação mais cedo. Pensava em Juliana — antes tão pura, agora confessando abertamente que tinha sido fodida por outro homem. E o pior: Juliana parecia feliz. Parecia viva. No dia seguinte, Suelen mandou uma mensagem para Juliana: “Podemos conversar novamente? Só nós duas. Estou confusa e preciso de ajuda.” Juliana respondeu quase imediatamente: “Claro, irmã. Pode vir hoje à tarde. Estou aqui pra você.” Suelen ficou olhando para a tela por muito tempo, o coração disparado. Parte dela sabia que estava pisando em terreno perigoso. Outra parte — mais profunda, mais reprimida — estava ansiosa para cair. Ela guardou o celular, respirou fundo e sussurrou para si mesma: — Só conversar… nada mais que isso. Mas no fundo, Suelen já sabia que estava mentindo para si mesma. Suelen chegou à casa pastoral no final da tarde, visivelmente nervosa. Usava uma saia longa cinza e uma blusa branca comportada, mas seu rosto estava corado e ela evitava olhar diretamente nos olhos de Juliana. Juliana a recebeu com um abraço apertado, deixando os corpos se pressionarem por mais tempo que o necessário. — Que bom que você veio — disse Juliana com voz suave. — Entre, vamos conversar na sala. As duas se sentaram no sofá. Dessa vez Juliana não ofereceu chá. Foi direto: — Você parece angustiada. O que está acontecendo no seu coração, Suelen? Suelen ficou em silêncio por quase um minuto, apertando as próprias mãos. Depois falou, quase sussurrando: — Não consigo parar de pensar no que você me contou. Aquelas imagens… aquele homem te pegando… te chamando de vadia… Eu oro, eu jejuo, eu leio a Bíblia… mas toda noite, quando deito ao lado do Cláudio, eu fico molhada imaginando isso acontecendo comigo. Juliana sorriu por dentro e colocou a mão sobre a coxa de Suelen, subindo lentamente. — É normal sentir isso. Deus nos fez com desejo. O problema não é sentir… é reprimir tanto que explode de forma errada. Suelen respirava mais rápido. Juliana continuou, a voz mais baixa e sedutora: — Você se toca pensando nisso? Suelen corou violentamente, mas assentiu. — Sim… ontem à noite eu me toquei no banheiro. Imaginei um homem forte me pegando por trás… enfiando com força… me chamando de puta da igreja. Juliana apertou a coxa dela com mais firmeza. — E você gozou? — Gozei… — confessou Suelen, a voz falhando. — E depois chorei pedindo perdão. Juliana se aproximou mais, quase colando os corpos, e sussurrou: — Não precisa pedir perdão por sentir prazer. Quer que eu te conte mais detalhes do que aquele homem fez comigo? Suelen hesitou, mas acabou assentindo. Juliana começou a falar devagar, com voz sensual: — Ele me encoxou no ônibus primeiro… esfregou o pau duro na minha bunda. Depois me levou pro motel, levantou minha saia e me fodeu contra a parede. Depois me colocou de quatro e arrombou meu cu. Doeu no começo… mas depois eu comecei a implorar pra ele meter mais fundo. Eu gozei gritando enquanto ele enchia meu cu de porra quente. Enquanto falava, Juliana deslizava a mão por baixo da saia de Suelen, tocando a parte interna da coxa. Suelen não impediu. — Você tá molhada agora? — perguntou Juliana. Suelen mordeu o lábio e assentiu, envergonhada. Juliana subiu a mão até tocar a calcinha de Suelen por cima da saia. Estava encharcada. — Olha como você tá… — murmurou Juliana. — Uma líder de mulheres da igreja, molhada só de ouvir sobre adultério. Suelen soltou um gemido baixo quando Juliana começou a esfregar suavemente por cima da calcinha. — Juliana… isso é errado… — disse ela, mas não afastou a mão. — É errado… mas é gostoso, né? — respondeu Juliana, continuando o movimento. — Imagina um homem de verdade te pegando assim. Forte. Sem piedade. Te chamando de vadia enquanto mete no seu cu. Suelen fechou os olhos, respirando pesado, permitindo que Juliana continuasse tocando-a. — Eu… eu não sei se consigo resistir por muito tempo — confessou ela, voz tremendo. Juliana sorriu e sussurrou no ouvido dela: — Então não resista. Na próxima semana eu posso te apresentar alguém. Discreto. Forte. Que sabe guardar segredo. Você só precisa dizer sim. Suelen ficou em silêncio por um longo tempo, o corpo tremendo levemente com o toque de Juliana. Finalmente, com a voz quase inaudível: — Eu… vou pensar. Mas… não marca nada ainda. Estou com muito medo. Juliana retirou a mão, deu um beijo leve no rosto de Suelen e falou: — Tudo bem. Quando estiver pronta, me avisa. Eu vou estar com você o tempo todo… pra te dar coragem. Quando Suelen saiu, Juliana pegou o celular e mandou áudio para Marcos: — Ela está quase lá. Admitiu que se toca pensando nisso, que fica molhada e que está com muito medo de não conseguir resistir. Acho que na próxima conversa ela cede. Marcos respondeu com uma mensagem de voz, claramente excitado: — Muito bom. Continua pressionando devagar. Quero ela no motel em no máximo duas semanas. E quero você junto, ajudando a corrompê-la.
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