Tentação no Ônibus Juliana era uma crente dedicada, casada há 8 anos com o pastor Marcos. Tinha 32 anos, corpo bem conservado, seios médios firmes, cintura fina e uma bunda grande e arrebitada que ela sempre tentava esconder com saias longas e comportadas. Voltava da igreja para casa quando o ônibus lotou. Estava espremida no meio do corredor quando sentiu. Um homem alto, forte, atrás dela, pressionou o corpo contra o seu. No começo, ela achou que era só o aperto do ônibus. Mas logo percebeu: o volume duro e quente de um pau roçava insistentemente contra sua bunda. — Para com isso… — sussurrou ela, tentando se afastar, mas não havia espaço. O homem não parou. Ao contrário, pressionou mais, esfregando o pau duro por cima da saia fina dela, bem no meio da bunda. Juliana sentiu o rosto queimar de vergonha. Era casada, frequentava a igreja três vezes por semana, orava todos os dias… e agora um estranho estava encoxando ela no meio de um ônibus lotado. — Por favor… eu sou casada… — murmurou, quase sem voz. Mas o homem segurou levemente o quadril dela com uma mão e continuou esfregando, agora com mais pressão, o cacete latejando contra o tecido. Juliana sentiu uma vergonha enorme quando percebeu que sua boceta estava ficando molhada. Quando o ônibus parou em um ponto mais vazio, o homem sussurrou no ouvido dela: — Desce comigo. Juliana sabia que deveria ficar no ônibus. Sabia que era errado. Mas quando ele apertou sua cintura com firmeza, ela desceu junto. Caminharam dois quarteirões em silêncio até um motel simples. Assim que entraram no quarto, o homem trancou a porta e empurrou Juliana contra a parede. — Eu vi como você empinava essa bunda no ônibus, sua hipócrita — disse ele, levantando a saia longa dela até a cintura. Puxou a calcinha para o lado e enfiou dois dedos grossos na boceta dela, que já estava encharcada. — Olha só como tá molhada… crente safada. Juliana gemeu alto, envergonhada e excitada ao mesmo tempo. — Eu não sou assim… isso é pecado… — murmurou, mas não impediu quando ele tirou o pau grosso para fora. Ele a virou de costas, fez ela apoiar as mãos na parede e meteu tudo de uma vez na boceta quente. — Aaaahhh meu Deus! — gritou Juliana, sentindo o pau grande esticando ela. O homem começou a foder com força, estocadas brutais, segurando os cabelos dela enquanto batia a bunda contra ele. — Rebola essa bunda de crente pra mim — ordenou. Juliana, dominada pelo tesão, começou a empinar e rebolar, gemendo cada vez mais alto: — Ai… que pau gostoso… me fode… me fode mais forte! Ele tirou o pau da boceta, cuspiu no cuzinho dela e começou a forçar a entrada. — Não… ali não… eu nunca fiz… — implorou Juliana. Mas ele segurou firme e enfiou devagar até o fundo. Juliana soltou um grito longo de dor e prazer. — Aaaaiii… tá rasgando meu cu! Ele começou a foder o cuzinho dela com vontade, cada vez mais rápido, enquanto enfiava os dedos na boceta. Juliana estava completamente entregue, gritando: — Me fode… me arromba o cu… sou uma puta… uma pecadora… O homem meteu com força por vários minutos, alternando entre a buceta e o cu, até que não aguentou mais. Enterrou tudo no cuzinho dela e gozou forte, enchendo o intestino de porra quente. Juliana gozou junto, tremendo inteira, lágrimas escorrendo pelo rosto de tanto prazer e culpa. Quando ele tirou o pau, a porra escorreu pelo cuzinho arrombado dela. Juliana ficou ali, encostada na parede, ofegante, a saia levantada, sentindo a porra do estranho escorrendo. — Agora volta pra casa e senta do lado do seu marido com meu porra no cu — disse ele, dando um tapa forte na bunda dela. Juliana baixou a saia, ainda tremendo, e murmurou quase sem voz: — Isso foi pecado… mas… eu quero mais.
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