DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O ENCONTRO COM O PASTOR...
O motel foi reservado para o final da tarde de uma sexta-feira. Marcos chegou primeiro, escolheu o quarto maior e preparou tudo: câmera no tripé, luzes baixas, óleo, lubrificante e cordas. Juliana chegou em seguida, trazendo Suelen pela mão. Suelen estava visivelmente nervosa, usando uma saia longa e blusa comportada, como sempre. Assim que entraram no quarto e viram Marcos, ela congelou. — Pastor Marcos…? — sussurrou ela, o rosto perdendo a cor. Marcos sorriu calmamente, sentado na poltrona. — Surpresa, irmã Suelen? Sente-se. Hoje não tem culto, não tem fingimento. Hoje nós três vamos ser honestos. Juliana fechou a porta e abraçou Suelen por trás, beijando seu pescoço. — Ele já sabe de tudo — sussurrou Juliana. — E ele quer ver. Suelen tremia. Marcos se levantou, aproximou-se e segurou o queixo dela com firmeza. — Você pregou sobre santidade tantas vezes ao meu lado… agora eu quero ver até onde vai a sua santidade quando ninguém está olhando. Ele começou a desabotoar a blusa de Suelen lentamente. Juliana ajudava, tirando a saia. Logo Suelen estava apenas de lingerie branca simples, o corpo exposto para o pastor e a esposa dele. — De joelhos — ordenou Marcos. Suelen obedeceu, ajoelhando-se no chão. Marcos abriu o zíper da calça e tirou o pau já duro. — Chupa o pau do seu pastor. Suelen hesitou por um segundo, mas Juliana segurou sua cabeça e empurrou suavemente para frente. Suelen abriu a boca e começou a chupar, desajeitada no começo, depois com mais vontade. Marcos gemeu, segurando os cabelos dela: — Olha só pra você… a esposa do diácono chupando o pau do pastor. Que imagem linda pra mostrar pro Cláudio. Juliana se ajoelhou ao lado de Suelen e começou a chupar o pau de Marcos junto com ela. As duas línguas se encontravam, lambendo o pau do pastor. Suelen estava chorando de vergonha, mas não parava. Marcos puxou as duas pelos cabelos e falou: — Agora vocês duas vão se beijar. Juliana e Suelen se beijaram na frente dele, línguas se entrelaçando, enquanto Marcos assistia com prazer. Depois, ele mandou Suelen deitar na cama de bruços. Abriu bem a bunda dela e cuspiu no cuzinho. — Hoje eu vou foder o cu da esposa do meu diácono. Suelen gemeu alto quando Marcos enfiou o pau devagar no seu cuzinho. Juliana segurava a mão dela, beijando seus ombros. — Aaaaiii pastor… tá muito grosso… — gritou Suelen. Marcos começou a meter com força, segurando a cintura dela: — Isso… toma no cu, Suelen. Enquanto seu marido está em casa achando que você tá numa reunião de oração. Juliana se posicionou na frente de Suelen, abriu as pernas e puxou a cabeça dela para sua boceta: — Chupa minha buceta enquanto meu marido fode você. Suelen lambeu a boceta de Juliana com desespero enquanto era arrombada por Marcos. Os gemidos das duas enchiam o quarto. Marcos metia com raiva e prazer: — Você sempre foi tão santa no altar… agora olha pra você. De quatro, levando pau no cu e chupando boceta. Que puta maravilhosa você é. Ele alternou: fodeu o cu de Suelen, depois passou para a buceta, depois voltou pro cu. Juliana sentou no rosto de Suelen, rebolando enquanto Marcos fodia. Suelen gozou primeiro, tremendo violentamente, gritando abafada contra a boceta de Juliana. Marcos gozou logo depois, enchendo o cuzinho de Suelen com porra quente. Depois de gozar, Marcos tirou o pau devagar e ordenou: — Agora vocês duas vão se limpar uma à outra com a boca. Juliana e Suelen se posicionaram em 69. Juliana lambeu o cuzinho arrombado de Suelen, chupando a porra do marido, enquanto Suelen chupava a boceta de Juliana. Marcos gravava tudo, sorrindo satisfeito. — Isso… lambam a porra do pastor. Vocês duas são minhas putas agora. Quando terminaram, Suelen estava destruída, deitada na cama, olhando para o teto. — Eu… eu realmente caí — murmurou ela. Marcos se aproximou, acariciou o rosto dela e falou: — Bem-vinda ao clube, irmã Suelen. A partir de agora, você vai vir aqui toda semana. E vai continuar sendo a santa esposa do diácono na igreja… enquanto é nossa puta particular. Suelen olhou para Juliana e depois para Marcos, e com a voz fraca, respondeu: — Sim… pastor.
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