DESEJO PROIBIDO: ENTRE IRMÃOS, DESVIRGINANDO O CUZINHO DA IRMÃ - PARTE 8
Aconteceu numa madrugada em que a casa estava completamente quieta. Eles já tinham transado três vezes naquela semana. Sempre a buceta. Sempre ele gozando dentro. Sempre o silêncio depois. Mas naquela noite, depois de fodê-la de quatro na cama dela, ele não tirou o pau imediatamente. Ficou ajoelhado atrás, o pau ainda semi-duro escorregando para fora, coberto de porra e do líquido dela. Os polegares abriram as nádegas. Ela sentiu o olhar e contraiu o cu por reflexo. — Relaxa — ele falou baixo, a voz rouca. Os dedos dele, ainda molhados da buceta, roçaram o furinho fechado. Só a ponta do indicador, girando em círculos lentos, espalhando o sêmen que escorria. Ela enterrou o rosto no travesseiro, as orelhas queimando. Nunca tinha deixado ninguém tocar ali. O cu dela era virgem, apertado, rosa, quase sem pelos. Ele cuspiu. A saliva quente caiu direto no centro e escorreu. O dedo voltou, agora mais insistente, pressionando até a ponta sumir dentro. A resistência foi imediata. O anel de músculo se fechou com força ao redor do dedo. Ela soltou um gemido abafado, metade dor, metade surpresa. — Dói… — Eu sei. Respira. Ele ficou só com a ponta, massajeando por dentro, esperando o músculo ceder. Com a outra mão esfregava o clitóris dela, mantendo o prazer aceso. Devagar, o dedo foi entrando até a segunda falange. Depois até o fim. A buceta dela latejou e escorreu mais. O cu apertava o dedo em espasmos nervosos. Quando o músculo afrouxou um pouco, ele tirou o dedo e colocou dois. A entrada ardeu. Ela mordeu o travesseiro. Ele abria e fechava os dedos dentro, esticando, preparando. Cuspiu de novo. O barulho molhado era obsceno no quarto silencioso. Só quando os dois dedos entravam e saíam com menos resistência ele tirou a mão. Segurou o pau — já duro outra vez — e posicionou a cabeça grossa contra o furinho brilhante de saliva e porra. A pressão foi lenta, constante, implacável. O cu dela cedeu milímetro por milímetro. A glande sumiu primeiro. O anel se esticou ao redor da cabeça, branco de tanto tensão. Ela soltou um gemido agudo, as unhas cravadas no lençol. Lágrimas escorreram de imediato. Ele parou, só a cabeça dentro, respirando fundo, sentindo o aperto quase doloroso. — Porra… que apertado… Empurrou mais. O pau foi entrando aos poucos, abrindo o caminho virgem. Cada centímetro fazia ela tremer. O ardor era forte, uma queimação profunda misturada com a sensação absurda de estar sendo invadida daquele jeito. Quando ele finalmente enterrou até a base, os quadris colados nas nádegas dela, os dois ficaram parados. O pau latejava dentro do cu estreito. Ela soluçava baixo, o corpo inteiro tenso. Ele esperou. Massajeou o clitóris com dedos firmes, sem se mover. Devagar, o músculo dela começou a se acostumar. As contrações passaram de dor para algo mais confuso. Quando ela soltou um gemido diferente — mais fundo, mais entregue — ele começou a foder. Estocadas curtas no início. Só metade do pau entrando e saindo. O cu fazia um barulho molhado e apertado a cada movimento. Depois as estocadas foram ficando mais longas, mais profundas. O pau sumia inteiro, a base batendo nas nádegas, e saía quase até a cabeça, puxando o anel para fora. Ela gemia sem parar, a voz abafada no travesseiro, as lágrimas molhando o tecido. Ele segurava as nádegas abertas, olhando o próprio pau desaparecer no cuzinho que ele acabara de desvirginar. A visão o deixava louco. Acelerou. As estocadas ficaram mais fortes, mais fundo. Uma mão voltou ao clitóris, esfregando rápido. O corpo dela retesou. — Vou gozar… — ela conseguiu avisar, a voz quebrada. Ele não parou. Fodeu o cu dela com força enquanto o polegar trabalhava o clitóris. Ela gozou com o pau enterrado até o fundo no cuzinho virgem, a buceta se contraindo no vazio, o cu apertando o pau dele em espasmos violentos. O orgasmo foi diferente — mais fundo, mais sujo, misturado com o ardor ainda presente. Ele não aguentou. As estocadas ficaram descontroladas. Enterrou até a base uma última vez e gozou dentro do cu dela, jatos quentes enchendo o canal apertado. Ficou empurrando enquanto gozava, sentindo o músculo ordenhar cada gota. Quando terminou, não tirou imediatamente. Ficou ajoelhado atrás, o pau ainda dentro, latejando, o sêmen começando a escorrer ao redor da base. A mão acariciava a lombar dela em círculos lentos. Ela continuava de quatro, ofegante, o rosto molhado de lágrimas, o cuzinho aberto e usado pela primeira vez. Ele se inclinou sobre as costas dela e beijou a nuca, a voz baixa: — Agora os dois furinhos são meus. Ela ficou de quatro por um tempo que pareceu longo demais, a respiração ainda falhando, o pau dele finalmente escorregando para fora. O cuzinho ardia. Estava aberto, latejando, e ela sentia o sêmen quente escorrer devagar pela entrada esticada, descendo pela perineo até misturar com o líquido da buceta. A sensação era obscena. Íntima demais. A primeira coisa que veio foi um choque silencioso. Não era só a dor residual. Era a consciência clara do que tinha acabado de acontecer. Ele tinha entrado ali. Tinha rompido o último lugar que ainda era só dela. A buceta já tinha sido dele. Agora o cu também. A frase que ele murmurou — agora os dois furinhos são meus — ecoava na cabeça como uma sentença. E o pior era que o corpo dela tinha gozado nisso. Tinha apertado, tinha tremido, tinha gozado com o pau enterrado no cuzinho virgem. A vergonha veio em onda quente e pesada. Ela enterrou o rosto mais fundo no travesseiro, as orelhas queimando, os olhos arderam de novo. Não conseguia olhar para trás. Não queria ver a expressão dele. Sentia-se exposta de um jeito que a penetração vaginal não tinha alcançado. Ali era mais sujo, mais secreto, mais humilhante. E, ao mesmo tempo, mais intenso. A mistura a deixava nauseada e excitada residualmente, o que só aumentava a vergonha. Depois veio uma vulnerabilidade aguda, quase infantil. Ela se sentia pequena. Aberta. Marcada. Como se ele tivesse atravessado uma fronteira que não dava para desfazer. A intimidade agora era total demais. Não restava nenhum lugar do corpo que ele não tivesse ocupado. Isso gerava um medo quieto: o medo de que, a partir daquele momento, ela nunca mais fosse só irmã. O medo de que o desejo dele (e o dela) tivesse se tornado algo sem freio. Mas por baixo da vergonha e do medo havia outra coisa, mais difícil de admitir. Uma corrente quente de posse recíproca. Parte dela — a parte que ela odiava reconhecer — tinha gostado da forma como ele a abriu, da voz rouca, da insistência paciente, do jeito como ele esperou o corpo ceder. Ter gozado naquela posição, com o cu cheio pela primeira vez, tinha sido intenso de um jeito que a assustava. Havia um prazer sujo em ter sido tomada completamente. Em não ter restado nada. As lágrimas voltaram, silenciosas. Não eram só de dor. Eram de reconhecimento. Ela tinha deixado. Tinha respirado quando ele pediu. Tinha gozado. E agora, mesmo com o cu latejando e o sêmen escorrendo, uma parte dela já sabia que ia deixar de novo. Ela não falou nada. Só se deixou cair de lado na cama, de costas para ele, as coxas úmidas, o corpo ainda tremendo de leve. A mão dele pousou na cintura dela, pesada, possessiva. Ela não afastou. Mas também não se virou. Por dentro, a cabeça repetia em loop: Ele entrou no meu cu. Eu gozei. Agora não tem mais volta. E a verdade mais cruel era que, mesmo com a vergonha queimando o peito, o corpo dela ainda apertava no vazio, como se sentisse falta.
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