DESEJO PROIBIDO: ENTRE IRMÃOS, DESVIRGINANDO A IRMÃ - PARTE 5
Ele sentiu a resistência assim que a cabeça do pau pressionou a entrada. A buceta dela estava encharcada, mas ainda fechada, virgem. A glande abriu os lábios devagar e encontrou o hímen. Ele parou ali, só a ponta dentro, o peito subindo e descendo rápido. Ela estava rígida na rede, as unhas cravadas nos ombros dele, a respiração presa. — Vai doer — ele avisou, a voz rouca. Ela assentiu de novo, os olhos fechados, o lábio inferior preso entre os dentes. Ele empurrou com mais firmeza. A cabeça do pau rompeu a barreira num único movimento contínuo e profundo. O hímen cedeu com uma resistência breve e quente. Ela soltou um gemido agudo, misturado de dor e surpresa, o corpo inteiro tensionando. As unhas dele entraram na carne dos ombros. Um fio de sangue se misturou ao líquido transparente que já escorria, esquentando a base do pau dele. Ele enterrou até a metade e parou, tremendo de esforço para não continuar. A buceta dela estava absurdamente apertada, latejando em volta da invasão, as paredes se contraindo em espasmos involuntários. O calor era quase doloroso. Ele sentia cada centímetro dela se abrindo pela primeira vez ao redor dele. — Respira… — murmurou contra a boca dela. — Respira pra mim. Ela obedeceu, puxando o ar com dificuldade. As lágrimas escorriam pelo canto dos olhos, mas as pernas não se fecharam. Continuavam abertas na rede, tremendo. Ele beijou o rosto dela, o sal das lágrimas, enquanto a mão descia entre os corpos e encontrava o clitóris ainda inchado. Esfregou em círculos lentos, sem parar, esperando o corpo dela se acostumar. Quando as contrações diminuíram um pouco, ele avançou o resto. Centímetro por centímetro, até os quadris colarem completamente. O pau sumiu inteiro dentro dela pela primeira vez. O sangue e o líquido faziam um som molhado e quente. Ela arquejou alto, a cabeça jogada para trás, o babydoll subido até o pescoço. Ele ficou parado fundo, sentindo a buceta virgem se ajustar à espessura, pulsando, escorrendo. A mão no clitóris não parou. A outra segurou a cintura dela com força, mantendo-a no lugar. Só quando ela soltou um gemido mais baixo, já misturado de prazer, ele começou a se mover. Puxou quase até sair — o pau saindo manchado de vermelho — e enfiou de novo até o fundo, devagar, abrindo caminho. Cada estocada era profunda e controlada, o sangue se misturando cada vez mais ao mel dela, facilitando a penetração. A rede balançava. O cheiro de sexo e ferro pairava no ar. Ele fodía a irmã pela primeira vez com estocadas longas e firmes, sentindo a buceta se moldar ao redor dele, ainda apertada demais, ainda sangrando um pouco, mas já começando a gozar de novo em volta do pau. Ele puxou quase até a ponta, o pau saindo brilhando de sangue misturado ao líquido transparente dela, e empurrou de novo até o fundo num movimento contínuo e profundo. A buceta virgem cedeu aos poucos, as paredes internas se abrindo com resistência quente e apertada. Cada centímetro que entrava fazia ela tremer. O hímen já estava rompido, mas a carne ainda se contraía com força ao redor dele, como se tentasse expulsar e sugar ao mesmo tempo. O sangue escorria em fio fino pela base do pau, manchando os pelos dele e pingando na rede. O cheiro de ferro se misturava ao cheiro doce do sexo dela. Ele sentia a diferença de textura: a entrada mais inchada e sensível, o fundo ainda mais apertado, quase doloroso de tão fechado. Ele segurou a cintura dela com as duas mãos e começou a foder de verdade. Estocadas longas, lentas no início, para ela sentir cada veia, cada contorno. O pau saía quase inteiro — a cabeça puxando os lábios para fora — e entrava de novo até bater fundo, o osso da bacia batendo contra a dela. A rede rangia e balançava com o peso dos dois. Ela chorava baixo, mas as pernas continuavam abertas, as unhas cravadas nas costas dele. A cada estocada fundo ela soltava um gemido agudo, a voz quebrando. Ele não parou. Acelerou um pouco, o ritmo ficando mais firme, mais úmido. O som molhado e carnudo da penetração enchia o quarto. Sangue e mel escorriam pela coxa dela, manchando a rede de vermelho claro. Ele abaixou a cabeça e chupou o mamilo com força enquanto fodia, a língua girando, os dentes puxando de leve. A outra mão desceu entre os corpos e encontrou o clitóris inchado, esfregando em círculos rápidos e precisos. O contraste era cruel: dor fundo e prazer agudo no clitóris. O corpo dela começou a reagir diferente. As contrações em volta do pau ficaram mais ritmadas, menos de dor e mais de prazer. Ela apertava e soltava, apertava e soltava, o líquido saindo em mais quantidade, diluindo o sangue. Ele sentiu o momento exato em que a dor cedia espaço. — Tá gozando de novo… — ele rosnou contra o peito dela, a voz rouca. — A buceta tá chupando meu pau. Ele acelerou de vez. Estocadas profundas e fortes, o pau sumindo inteiro a cada vez, a mão no clitóris sem parar. A rede balançava com violência. Ela arqueou as costas, a boca aberta num gemido longo e rouco, e gozou em volta dele. A buceta se fechou em espasmos fortes, rítmicos, apertando a caralhao com força enquanto o segundo orgasmo a atravessava. Mais líquido saiu, quente, misturado ao sangue, escorrendo pela base do pau e molhando os testículos dele. Ele não aguentou. As estocadas ficaram irregulares, descontroladas. Enterrou até o fundo uma última vez, a base batendo forte, e gozou dentro dela. O porra saiu em jatos quentes e espessos, enchendo a buceta virgem ainda latejando. Ele empurrava enquanto gozava, como se quisesse enterrar a porra o mais fundo possível, sentindo as contrações dela ordenhar cada gota. Quando finalmente parou, ficou fundo, o pau ainda latejando, o sêmen e o sangue se misturando e escorrendo devagar pela entrada esticada. A respiração dos dois estava pesada. A rede balançava suave agora. Ele beijou a boca dela, o gosto de sal das lágrimas ainda presente, e não tirou o pau de dentro. Continuou ali, enterrado, sentindo a buceta dela ainda se contrair em volta, quente, molhada, marcada. Ela ficou quieta por vários segundos, o peito subindo e descendo rápido, o pau dele ainda latejando dentro dela. As lágrimas continuavam escorrendo, mas não eram só de dor. Era uma mistura confusa que ela não conseguia nomear. Vergonha veio primeiro. Quente, pesada, subindo pelo pescoço até as faces. Ela tinha gozado duas vezes na boca do irmão e depois aberto as pernas para ele a desvirginar. O sangue ainda escorria, misturado com a porra dele, e isso fazia o rosto dela queimar. A cabeça gritava que aquilo era errado, que era o irmão, que nunca deveria ter deixado chegar tão longe. Mas o corpo… o corpo ainda tremia de prazer residual, a buceta ainda se contraindo em volta dele como se não quisesse soltar. Depois veio uma onda estranha de vulnerabilidade. Ela se sentia exposta demais. Não só fisicamente — a rede, o babydoll subido, as pernas abertas, o sangue, o cheiro — mas por dentro. Ele tinha visto ela gozar, tinha sentido ela apertar, tinha ouvido a voz dela quebrar pedindo para não parar. Aquilo a deixava pequena e aberta de um jeito que assustava. Ao mesmo tempo, uma corrente quente de posse e excitação residual atravessava o peito. Parte dela (a parte que ela não queria admitir) gostava da forma como ele a tinha olhado enquanto entrava, da voz rouca dizendo que a buceta estava chupando o pau dele, do jeito como ele gozou fundo e ficou dentro. Havia um prazer sujo em ter sido marcada daquela forma, em ainda sentir o sêmen escorrendo junto com o sangue. Ela não conseguia olhar nos olhos dele por muito tempo. Quando tentava, a vergonha apertava a garganta. Mas também não pedia para ele sair. As mãos, que antes cravavam as unhas nas costas dele, agora descansavam ali com menos força, os dedos se movendo devagar na pele suada, como se não soubessem se queriam empurrar ou puxar mais para perto. A respiração dela ainda estava irregular. Por dentro, pensamentos se atropelavam: O que a gente fez. Eu gozei nisso. Ele está dentro de mim. Ainda está dentro. Eu não quero que saia ainda. A última frase doeu de tão verdadeira. E foi exatamente essa verdade que fez novas lágrimas escorrerem — não de arrependimento completo, mas de reconhecimento. Ela tinha gostado. Tinha gozado. Tinha pedido mais. E agora, mesmo com a vergonha queimando, o corpo dela ainda latejava satisfeito e incompleto ao mesmo tempo. Ela virou o rosto para o lado, escondendo os olhos úmidos, e murmurou baixo, a voz rouca e falhada: — Não tira ainda… Foi a única coisa que conseguiu dizer. O resto — a culpa, o desejo, o medo de o que isso significava, o prazer sujo de ter sido desvirginada pelo irmão — ficou preso na garganta, latejando junto com o corpo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.