FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: O CORNO PARTICIPANDO...
Ela me mandou a localização de um apartamento. Não era o motel, nem o meu lugar. Era a casa dela. Quando cheguei, a porta estava entreaberta. Entrei. A sala estava meio escura. Ela estava de joelhos no meio da sala, nua, e atrás dela, sentado no sofá, estava o marido. Homem mais velho, barriga, cara de quem não esperava aquilo. Ele me olhou com uma mistura de ódio e tesão mal disfarçado. O pau dele já estava duro dentro da calça. Ela sorriu aquele sorriso sujo de sempre e falou sem se levantar: — Ele descobriu. Sentiu a buceta molhada. Cheirou a calcinha que eu usei depois da gente. Aí eu contei tudo. E ele pediu pra ver. O corno engoliu seco, a voz saindo rouca: — Quero ver você metendo nela. Quero ver ela gozando no pau de outro. Ela engatinhou até mim, abriu meu zíper e engoliu o pau na frente do marido. Chupou fundo, engasgando de propósito, olhando pro corno enquanto a saliva escorria. Ele abriu a calça e começou a bater uma, sem tirar os olhos. Eu agarrei o cabelo dela e fodi a boca com força. O barulho molhado enchia a sala. Depois puxei ela pra cima, virei de quatro no tapete e enfiei na boceta de uma vez, bem na frente dele. — Olha, corno… olha tua mulher levando pau — eu falei, metendo fundo. Ela gemia alto, de propósito: — Mais forte… fode essa boceta que ele não consegue mais comer direito… O marido batia punheta mais rápido, o rosto vermelho. Eu tirei o pau, enfiei no cu dela sem avisar. Ela gritou. O corno soltou um gemido baixo. Continuei fodendo o cu na frente dele, segurando o cabelo dela e puxando pra trás. — Fala pra ele o que você é — mandei. Ela olhou pro marido, a voz quebrada de prazer: — Eu sou puta… eu adoro levar pau de outro homem… adoro voltar pra casa com porra escorrendo… Eu gozei dentro do cu dela, fundo, bem na frente do corno. Continuei metendo enquanto o porra vazava e escorria pelas coxas. Depois tirei, empurrei a cabeça dela no meu pau e ela limpou tudo com a boca, chupando o cu e a boceta sujos na frente do marido. O corno não aguentou. Gozou na própria mão, gemendo baixo, humilhado e excitado ao mesmo tempo. Ela se levantou, ainda com porra escorrendo, foi até o sofá e se sentou no colo dele, de costas, abrindo as pernas pra eu ver. — Agora você limpa — ela mandou pro marido. Ele obedeceu. Chupou a boceta e o cu dela, engolindo o que eu tinha gozado. Enquanto ele chupava, eu enfiei o pau de novo na boca dela e continuei fodendo a garganta. Depois coloquei ela de quatro de novo, entre as pernas do marido, e meti na boceta enquanto ele olhava de cima. A cada estocada ela gemia no pau dele (que já estava duro de novo). Eu gozei dentro dela mais uma vez, bem fundo, e empurrei a cabeça do corno pra baixo: — Chupa agora. Engole tudo. Ele chupou. Limpou a boceta da mulher com a língua, engolindo minha porra misturada com o gozo dela. No final ela estava destruída no chão, os dois buracos abertos e escorrendo, o marido ajoelhado ao lado, o rosto sujo. Ela olhou pra mim e falou, ainda ofegante: — Próxima vez ele vai só assistir de novo. E você vai me foder no quarto de casal, na cama dele. O corno não disse nada. Só ficou ali, respirando pesado, já derrotado. Eu me ajeitei, peguei a chave que ela tinha me dado e saí. Do lado de fora eu ainda escutei ela mandando ele chupar de novo.
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