DESEJO PROIBIDO: ENTRE IRMÃOS, A PRIMEIRA GOZADA NA BOCA DELA... - PARTE 8
Aconteceu numa tarde em que a casa estava vazia de novo. Eles tinham acabado de transar no quarto dele. Ela ainda estava ofegante, deitada de lado, o sêmen escorrendo pela coxa, quando ele se ajoelhou na cama na altura do rosto dela. O pau ainda semi-duro, brilhando do líquido dos dois, balançava na frente da boca dela. Ela olhou para cima, as faces ainda quentes. Entendeu o que ele queria antes mesmo de ele falar. — Abre a boca. A voz dele era baixa, mas não pedia. Ordenava. Ela hesitou só um segundo — a vergonha subindo rápido — e abriu. Ele não esperou. Passou a cabeça grossa pelos lábios dela, espalhando o gosto de sexo e de si mesmo. A língua dela tocou por reflexo. O sabor era forte, salgado, misturado com o gosto dela. Ele segurou o cabelo dela com uma das mãos e empurrou mais fundo. Não com brutalidade no começo, mas com firmeza. O pau foi entrando quente e pesado sobre a língua. Ela engasgou leve quando a cabeça tocou o fundo da garganta. Os olhos lacrimejaram na hora. Ele recuou só o suficiente para ela respirar e enfiou de novo. — Isso… engole. Ela começou a chupar de verdade pela primeira vez. A boca se fechou em volta, a língua se movendo por baixo, inexperiente mas dedicada. O som molhado encheu o quarto. Ele gemeu baixo, a mão no cabelo dela apertando mais. Os quadris começaram a se mover, curtos, fodendo a boca dela com ritmo controlado. Lágrimas escorriam pelo rosto dela. A boca esticava, a saliva descia pelo queixo e pingava nos seios. Ela olhava para cima enquanto chupava, os olhos vermelhos, e ele não desviava o olhar. A visão dela daquele jeito — boca cheia, lágrimas, submissa — o deixava mais duro a cada segundo. Ele acelerou. As estocadas na boca ficaram mais profundas. Ela engasgava, a garganta se fechando em volta da cabeça do pau, mas não puxava a cabeça para trás. As mãos dela estavam apoiadas nas coxas dele, os dedos apertando a carne. A cada vez que ele ia fundo demais, um som abafado saía da garganta dela e mais saliva escorria. — Vou gozar — ele avisou, a voz já rouca. — E tu vai engolir o que conseguir. Ele tirou o pau da boca só por um instante, segurou na base e começou a bater rápido com a mão, a cabeça apontada para o rosto dela. Ela ficou parada, a boca ainda aberta, a língua para fora, esperando. O primeiro jato saiu forte e quente, acertando a língua e o céu da boca. O segundo pegou o lábio superior e a bochecha. O terceiro e o quarto sujaram o queixo, o nariz, a testa. Ele enfiou de volta na boca no meio do orgasmo e gozou o resto direto na garganta dela, empurrando fundo enquanto os espasmos o atravessavam. Ela engoliu o que pôde. Parte escorreu pelo canto da boca, misturando com a saliva e os jatos que já estavam no rosto. Quando ele finalmente tirou o pau, um fio grosso de porra ainda ligava a glande à língua dela. O rosto estava sujo: gotas escorrendo pela bochecha, pelo queixo, uma no cílio. A boca continuava entreaberta, respirando pesado, o gosto dele impregnado. Ele passou o polegar pelos lábios dela, espalhando o que tinha ficado, e empurrou o dedo para dentro. Ela chupou por reflexo. — Olha pra mim — mandou. Ela ergueu os olhos, o rosto sujo de porra, as lágrimas ainda molhando as faces. A vergonha queimava, mas ela não desviou. Ele segurou o queixo dela e ficou observando o próprio gozo escorrendo pela pele da irmã, como se quisesse gravar a imagem. — Primeira vez que tu engole e toma na cara — disse baixo. — E não vai ser a última. Ela ficou ajoelhada na cama, o rosto sujo, a respiração ainda irregular. A porra escorria devagar pela bochecha, pelo canto da boca, uma gota pendurada no queixo. O gosto dele impregnava a língua, forte, salgado, impossível de ignorar. Os olhos ardiam de tanto lacrimejar enquanto engolia. Ele não se afastou. Continuou ajoelhado na frente dela, o pau ainda semi-duro balançando perto da boca. Com o polegar, limpou uma das gotas que escorria perto do olho dela e empurrou o dedo entre os lábios. Ela chupou sem pensar, o olhar ainda baixo. — Olha pra mim — repetiu, a voz mais baixa agora. Ela ergueu o rosto. As faces queimavam. A vergonha era física, quente, apertando a garganta. Ter chupado até o fim, ter engolido, ter deixado ele gozar na cara… tudo isso a deixava exposta de um jeito novo. Não era só o corpo aberto. Era a boca usada, o rosto marcado, a imagem dela daquele jeito gravada nos olhos dele. Ele segurou o queixo dela com firmeza e virou o rosto de um lado para o outro, examinando. A porra já começava a secar em algumas partes, brilhando na pele. Passou os dedos pelos lábios inchados dela, abrindo um pouco a boca, e cuspindo dentro de leve só para ver ela engolir de novo. — Tu ficou linda assim. A frase bateu nela como um tapa. Linda suja. Linda com a cara coberta da porra do irmão. O estômago dela revirou de vergonha e, ao mesmo tempo, a buceta latejou traidora entre as coxas. Ela odiou a reação do próprio corpo. Ele se sentou na beira da cama e puxou ela para cima, fazendo-a ficar de joelhos entre as pernas dele. O pau ainda úmido encostava no peito dela. Com as duas mãos, ele segurou o rosto sujo e beijou a boca dela fundo, sem se importar com o gosto da própria porra. A língua dele invadiu, misturando tudo. Ela gemeu baixo contra a boca dele, as mãos apoiadas nas coxas musculosas. Quando o beijo quebrou, ele falou contra os lábios dela: — Vai ficar com o gosto de porra na boca o resto do dia. Toda vez que falar com a mãe, vai lembrar. Ela fechou os olhos com força. Novas lágrimas escorreram, misturando com o que ainda estava no rosto. Ele beijou a testa dela, depois a têmpora, e limpou parte da porra com o polegar — não por carinho limpo, mas como quem marca território. Depois a deitou de costas na cama. Abriu as pernas dela com as mãos e olhou a buceta ainda inchada e molhada. Sem dizer mais nada, abaixou a cabeça e passou a língua devagar, limpando o que tinha restado do sexo anterior. Ela tremeu inteira, o clitóris hipersensível. Ele chupou com calma, enquanto o gosto da própria porra ainda estava na boca dela. A dinâmica estava clara naquele momento: ele tinha usado a boca dela, sujado o rosto, e agora a recompensava com prazer, mantendo o controle o tempo todo. Ela, mesmo com a vergonha queimando, abriu mais as pernas e enterrou as mãos no cabelo dele, puxando-o para mais perto.
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