DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O ENCONTRO COM O PASTOR E O RETORNO PARA CASA...
Suelen saiu do motel já anoitecendo. Seu corpo estava destruído: o cuzinho latejava, inchado e ainda vazando porra do pastor Marcos, a boceta vermelha e sensível, os seios marcados por chupões e apertões. Ela caminhava devagar, as pernas fracas, tentando manter a postura de sempre. No carro, no caminho de volta para casa, ela se olhava pelo retrovisor. O rosto estava corado, os cabelos bagunçados, os lábios inchados. A saia longa escondia as marcas, mas ela sentia a porra escorrendo lentamente toda vez que mudava de marcha. — Meu Deus… o que eu fiz? — sussurrou ela, lágrimas escorrendo. Chegou em casa por volta das 19h30. O carro de Cláudio já estava na garagem. Assim que abriu a porta, o cheiro de jantar veio da cozinha. — Amor, é você? — chamou Cláudio, a voz carinhosa de sempre. — Como foi a reunião com a Juliana? Suelen sentiu o estômago revirar. A porra do pastor ainda estava quente dentro do seu cu. — Foi… longa — respondeu ela, tentando manter a voz firme. — Conversamos bastante sobre… orientação espiritual. Cláudio se aproximou e a abraçou. Suelen ficou rígida. O marido beijou seu pescoço e apertou sua cintura. A pressão fez mais porra escorrer. — Você tá cheirando diferente… — murmurou ele, desconfiado. — Perfume novo? — Sim… Juliana me deu um pouco — mentiu Suelen, o rosto queimando. Cláudio desceu as mãos até a bunda dela e apertou de leve. Suelen soltou um gemidinho involuntário. — Você tá quente… tudo bem? Antes que ela pudesse responder, Cláudio levantou a saia lentamente, como fazia quando queria intimidade. Quando sua mão tocou a coxa interna molhada e pegajosa, ele parou. — Suelen… o que é isso? — perguntou ele, a voz mudando. Ele afastou a calcinha e viu tudo: a boceta inchada, o cuzinho vermelho e aberto, e grossos fios de porra branca escorrendo. Cláudio ficou paralisado, olhando para a cena. Suelen começou a chorar. — Me perdoa, Cláudio… eu sou uma pecadora horrível. Eu traí você. Fui com a Juliana e… o pastor Marcos… eles me usaram. Foderam minha boca, minha buceta e meu cu… e eu gozei. Eu pedi pra eles me foderem mais forte. Cláudio ficou em silêncio, o rosto pálido. A humilhação era devastadora. Suelen caiu de joelhos na frente dele, soluçando: — Eu sou a líder do grupo de mulheres… e hoje deixei o pastor foder meu cu enquanto a Juliana chupava meus peitos. Eu sou uma falsa crente… uma vadia… me perdoa. Cláudio respirava pesado, olhando para a esposa ajoelhada, com porra escorrendo do cu. Depois de um longo silêncio, ele falou com a voz rouca: — Levanta a saia e abre as pernas. Quero ver direito. Suelen obedeceu, levantando a saia e abrindo as pernas. Cláudio se ajoelhou e olhou de perto o estrago: o cuzinho arrombado, ainda piscando, cheio da porra do pastor. — Você deixou o Marcos gozar dentro de você… — murmurou ele, quase sem acreditar. — Sim… duas vezes no cu — confessou Suelen, chorando. Cláudio ficou em silêncio por um tempo. Depois, com a voz baixa e carregada de algo que Suelen não esperava (uma mistura de dor, raiva e excitação), falou: — Não limpa. Quero que você durma hoje sentindo a porra do pastor dentro de você. Amanhã, no culto, você vai sentar do meu lado como sempre… com o cu cheio dele. Suelen olhou para o marido, chocada. Cláudio continuou: — E na semana que vem… você vai voltar lá. Quero que você grave tudo de novo. Quero assistir. Suelen, ainda de joelhos, sentiu uma nova onda de excitação misturada com vergonha profunda. — Sim… meu marido. Eu vou obedecer. Cláudio a ajudou a se levantar, mas não a beijou. Apenas olhou para ela com um olhar novo — mais sombrio, mais possessivo. — Agora vai tomar banho… mas não limpa por dentro. Quero você dormindo com a porra dele.
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