FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: NO MOTEL...

O motel era daqueles baratos da estrada, luz neon piscando, cheiro de mofo e desinfetante. Ela pagou em dinheiro, sem dar nome. Quarto no fundo, longe da rua. Assim que a porta fechou, ela já estava me empurrando contra a parede.
— Hoje não tem pressa. Hoje eu quero acordar destruída.
O vestido caiu no chão em dois segundos. Sem nada por baixo, como sempre. Eu a levantei, as pernas dela se fecharam na minha cintura, e enfiei ali mesmo, em pé. A boceta já estava encharcada. Comecei a meter fundo, segurando a bunda dela, ouvindo o barulho molhado e os gemidos dela ecoando no quarto pequeno.
— Isso… me fode contra a parede… assim…
Gozei a primeira vez dentro dela rapidinho, de tanto tesão acumulado. Ela riu baixo, suja:
— Foi só o começo.
Me empurrou pra cama. Montou em cima, encaixou o pau ainda semi-duro na boceta e começou a quicar devagar, sentando até o fundo. Os peitos balançando na minha cara. Eu chupei os mamilos enquanto ela cavalgava, gemendo:
— Olha essa casada te usando… meu marido tá em casa achando que eu fui visitar minha irmã…
Quando o pau endureceu de novo, ela se levantou, virou de quatro e abriu a bunda com as duas mãos.
— Agora o cu. Bem fundo. E não tira até gozar.
Eu cuspi, enfiei devagar no começo e depois meti com vontade. O cu dela já conhecia meu pau, mas ainda apertava pra caralho. Fodi sem dó, segurando o cabelo dela, batendo a bunda. Ela se masturbava ao mesmo tempo, gozando alto, o corpo inteiro tremendo. Eu gozei dentro do cu, fundo, e continuei metendo enquanto o porra escorria.
Mas a noite estava só começando.
Ficamos um tempo deitados, suados. Depois ela desceu e começou a chupar o pau mole, sujo de boceta e cu. Chupou até endurecer de novo. Aí me mandou deitar e montou de frente, enfiando na boceta. Dessa vez cavalgou devagar, fundo, olhando nos meus olhos.
— Quero sentir cada centímetro… quero gozar várias vezes nessa porra…
Ela gozou duas vezes só naquela posição. Na segunda eu a virei de lado, levantei uma perna e continuei metendo. Depois coloquei ela de quatro de novo e enfiei no cu pela segunda vez. Dessa vez gozei na boca dela. Ela engoliu tudo, limpou o pau com a língua e ficou deitada de pernas abertas, os dois buracos escorrendo.
Dormimos pouco.
Eu acordei no meio da madrugada com ela já montada em mim, o pau duro dentro da boceta, quicando devagar. Quando viu que eu tinha acordado, sorriu aquele sorriso sujo e sussurrou:
— Bom dia. Agora me fode até eu não aguentar mais.
Passei a madrugada inteira usando os dois buracos. Fodi a boceta, o cu, a boca. Gozei dentro, gozei na cara, gozei nas tetas. Ela gozou tantas vezes que perdi a conta. Em uma das vezes eu a coloquei de quatro na beira da cama e meti no cu enquanto ela gemia com o rosto no colchão. Em outra, sentei na cadeira e mandei ela sentar de costas, quicando até o fundo. O quarto cheirava só a sexo e porra.
De manhã cedo ela estava destruída de verdade: cabelo bagunçado, boca inchada, coxas marcadas, os dois buracos vermelhos e escorrendo, o corpo coberto de marcas de mão e tapa. Eu ainda enfiei mais uma vez na boceta, bem devagar, só pra sentir, e gozei dentro pela última vez.
Ela se levantou, vestiu o vestido amassado (ainda sem calcinha) e me olhou no espelho do banheiro enquanto tentava se ajeitar.
— Meu marido vai me comer hoje à noite. Vou deixar ele sentir o cheiro e o gosto. Ele nunca vai saber que eu passei a noite inteira sendo usada que nem puta.
Na porta do motel ela parou, ainda mancando um pouco, e falou:
— Próxima semana. Mesmo supermercado. Mas dessa vez eu quero que você me foda no provador. Enquanto tem gente do lado.
Beijou minha boca suja de porra e saiu.
Eu fiquei no quarto destruído, o colchão encharcado, o cheiro dela impregnado em tudo.
Ela sempre voltava.
E sempre pedia pior.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: NO MOTEL...

Codigo do conto:
269459

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/08/2026

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