FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: NO PROVADOR...

O supermercado estava lotado naquele sábado. Filas nos caixas, crianças correndo, gente empurrando carrinho em todo canto. O ar-condicionado gelado não disfarçava o calor do corpo dela quando passou por mim no corredor de roupas femininas.
Ela carregava duas peças qualquer e entrou no último provador do fundo, o mais escondido. A cortina se fechou. Eu esperei trinta segundos, olhando o corredor. Ninguém prestando atenção demais. Aí a voz dela saiu baixa, quase um sopro:
— Entra. E não tranca.
Eu puxei a cortina e entrei. O espaço era ridículo: um metro por um metro e meio, espelho embaçado, banquinho de plástico, cheiro de tecido novo e perfume barato dela. Ela já estava de costas pra mim, o vestido floral erguido até a cintura, sem calcinha nenhuma. A bunda redonda, as coxas juntas, a boceta já brilhando de molhada.
— Rápido — ela sussurrou, olhando pelo espelho. — Tem gente em todo lado.
Eu abri o zíper sem pressa, tirei o pau duro pra fora e encostei a cabeça na entrada molhada dela. Fiquei só esfregando, sentindo o calor, o barulho úmido. Ela empurrou o quadril pra trás, impaciente.
— Enfia de uma vez, porra…
Eu enfiei. Fundo. Até o saco bater. Ela mordeu o próprio antebraço com força pra não gemer. O corpo inteiro tremeu. Eu segurei os quadris dela com as duas mãos e comecei a meter devagar, bem fundo, fazendo o pau sair quase inteiro e entrar de novo até o fim. O barulho molhado era baixo, mas claro demais pro silêncio do provador.
Do lado, no cabine vizinho, uma mulher falava ao telefone:
— …eu acho que o tamanho M fica melhor… espera, deixa eu ver de novo…
Eu aumentei o ritmo. Estocadas mais fortes, mais profundas. A cada vez que eu enfiava, a bunda dela batia leve na minha barriga. O espelho embaçava com a respiração quente dos dois. Ela estava escorrendo, o gozo dela pingando no chão do provador junto com a saliva que escorria do canto da boca.
— Mais fundo… assim… arrebenta…
Eu puxei o cabelo dela pra trás, obrigando-a a olhar no espelho enquanto eu fodía. O rosto dela estava vermelho, os olhos marejados, a boca aberta. Do lado de fora passos se aproximaram. Alguém parou bem na frente da cortina. Eu parei no fundo dela, o pau latejando dentro, e fiquei imóvel. A pessoa do lado de fora mexeu em uns cabides e foi embora. Assim que os passos se afastaram eu voltei a meter, agora mais rápido, mais bruto.
Ela gozou primeiro. O corpo se contorceu, a boceta apertou meu pau em ondas fortes, um gemido abafado escapou contra o braço dela. Eu continuei. Tirei o pau, cuspi na mão, passei no cu dela e enfiei devagar. O cu apertou, mas abriu. Ela soltou um gemido mais alto dessa vez, quase um grito curto. Eu tapei a boca dela com a mão e continuei metendo no cu, estocadas curtas e profundas.
— Cala a boca — eu sussurrei no ouvido. — Tem gente a um metro.
Ela assentiu com a cabeça, os olhos fechados, enquanto eu fodía o cu dela sem piedade. O barulho molhado agora era mais sujo, mais fundo. A cada estocada o corpo dela tremia. Eu sentia o porra subindo. Segurei o quadril com força, enfiei até o fim e gozei dentro do cu, bombeando tudo, bem fundo, sem tirar. Continuei metendo enquanto gozava, sentindo o líquido quente vazando pelas beiradas e escorrendo pela coxa dela.
Quando tirei, um fio grosso de porra caiu no chão do provador. Ela se virou na hora, o vestido ainda erguido, ajoelhou no espaço apertado e engoliu o pau sujo. Chupou com vontade, limpando cu e porra, a língua passando devagar, engolindo o que ainda escorria. Eu segurei a cabeça dela e enfiei mais fundo na garganta algumas vezes, só pra sentir ela engasgar baixinho.
Do lado de fora uma funcionária passou falando alto:
— Provador três está livre? …
Ela tirou o pau da boca, limpou o canto dos lábios com o dedo e se levantou. O vestido desceu, mas a mancha úmida por dentro já estava marcada. Porra escorrendo pela coxa, descendo devagar em direção ao joelho.
— Sai primeiro — ela sussurrou, a voz ainda rouca. — Eu saio daqui a pouco.
Eu ajeitei a calça, puxei a cortina e saí. O corredor estava normal. Ninguém olhou duas vezes. Fiquei fingindo olhar umas camisetas a uns metros de distância.
Três minutos depois ela saiu. Andava normal, o vestido colado na bunda, mas se prestasse atenção dava pra ver o jeito um pouco mais cuidadoso de pisar. Passou bem perto de mim no corredor de calçados e falou sem mover quase a boca:
— Tô toda arrombada e escorrendo no meio do supermercado. Meu marido vai me buscar daqui a vinte minutos. Vou entrar no carro dele assim.
E continuou andando, a porra ainda descendo pela coxa dentro da roupa.
Eu fiquei ali, o cheiro dela ainda nas mãos, já contando os minutos pro próximo encontro.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
FODA COM A DESCONHECIDA DO SUPERMERCADO: NO PROVADOR...

Codigo do conto:
269480

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
09/08/2026

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