DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, A CHEGADA EM CASA...
Juliana mal conseguia andar direito quando chegou em casa. A cada passo, sentia o cuzinho latejar e um fio grosso e quente de porra escorrendo devagar pela coxa interna, molhando a calcinha destruída e descendo até quase o joelho. A saia longa escondia o pecado, mas ela se sentia completamente marcada — suja, usada e pecadora. Assim que abriu a porta, o cheiro familiar de arroz e feijão veio da cozinha. Marcos, seu marido, pastor dedicado, apareceu no corredor com um sorriso amoroso. — Amor! Chegou cedo hoje. Como foi a reunião na igreja? Juliana sentiu um aperto no peito tão forte que quase vomitou. As lágrimas ameaçavam cair. O cuzinho pulsava, cheio da porra quente do estranho, enquanto o marido a olhava com pureza. — Foi… normal — respondeu ela, com a voz trêmula. — Estou um pouco cansada. Marcos se aproximou e a abraçou carinhosamente, beijando sua testa. Suas mãos desceram até a cintura dela e apertaram de leve. Juliana congelou. — Você tá quente… e tremendo. Aconteceu alguma coisa? Antes que ela pudesse responder, Marcos desceu as mãos e apertou a bunda dela por cima da saia, como fazia quando queria intimidade. A pressão fez mais porra escorrer do cu arrombado. Juliana soltou um gemidinho involuntário. — Marcos… espera… eu preciso tomar banho primeiro — pediu ela, desesperada. Mas o marido, carinhoso como sempre, levantou lentamente a saia longa. Quando sua mão tocou a coxa interna molhada e pegajosa, ele parou. — Juliana… o que é isso? — perguntou, a voz mudando completamente. Ele afastou a calcinha destruída com os dedos e viu tudo: a boceta inchada e vermelha, o cuzinho aberto e rosado, e grossos fios de porra branca escorrendo sem parar. Marcos ficou em silêncio por quase um minuto, olhando fixamente para a cena. Seu rosto passou de confusão para choque, depois para uma dor profunda. Juliana caiu de joelhos no chão da sala, soluçando: — Me perdoa, Marcos… eu sou uma pecadora horrível. Um homem me encoxou no ônibus… esfregou o pau duro na minha bunda… e eu… eu desci com ele. Ele me levou pra um motel… me chamou de crente vadia… fodeu minha boceta… e depois arrombou meu cu… e gozou lá dentro. Eu gozei várias vezes… eu pedi pra ele me foder mais forte. Marcos respirava pesado, os olhos fixos na porra escorrendo do cu da esposa. A humilhação era brutal. — Você deixou outro homem foder você… no cu? — perguntou ele, a voz rouca de dor. — Enquanto eu estava pregando a palavra de Deus hoje? Juliana chorava copiosamente, ainda de joelhos: — Sim… eu sou uma falsa crente… uma hipócrita. Ele me chamou de puta da igreja… disse que eu rebolo a bunda como uma vadia… e eu gostei. Eu gozei enquanto ele enchia meu cu de porra. Marcos ficou em silêncio por um longo tempo. Depois, com a voz baixa e controlada, falou: — Não limpa. Quero que você durma hoje sentindo a porra dele dentro de você. Amanhã de manhã, quando formos para o culto, você vai sentar do meu lado no carro e no banco da igreja com o cu cheio da porra de outro homem. Juliana olhou para ele chocada, mas também estranhamente excitada com a humilhação. — Sim… meu marido… eu mereço isso. Marcos a ajudou a se levantar, mas não a beijou. Apenas olhou para ela com uma mistura de decepção, dor e algo que Juliana não conseguia identificar. Enquanto tomava banho (sem limpar o interior do cu, como ordenado), Juliana se olhava no espelho e sussurrava baixinho: — Eu sou uma pecadora… uma adúltera… uma vadia hipócrita… mas nunca me senti tão molhada na vida. Naquela noite, deitada ao lado do marido, Juliana dormiu sentindo a porra seca e pegajosa entre as nádegas, o cuzinho ainda aberto e sensível. Marcos ficou acordado por horas, olhando para o teto, respirando pesado. A humilhação estava apenas começando.
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