DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, GRAVANDO A FODA NO MOTEL PARA O CORNO ASSISTIR...
Na semana seguinte, Marcos deixou claro que não era mais uma sugestão. Ele entregou o celular dela com o gravador já configurado e disse friamente: — Quero tudo gravado. Áudio e vídeo. Quero ver e ouvir como minha esposa se comporta quando vira uma puta de verdade. Juliana chegou ao motel sozinha, tremendo de vergonha e excitação. O mesmo homem do ônibus já estava esperando no quarto. Assim que ela entrou, ele trancou a porta e sorriu com malícia. — Olha só quem voltou… a crentinha safada. Trouxe o celular do marido pra gravar? Juliana assentiu, vermelha de humilhação. Colocou o celular no tripé como Marcos havia ordenado, ajustou o ângulo e apertou gravar. O homem se aproximou, levantou a saia longa dela e riu ao ver que ela não estava de calcinha. — Que vadia obediente. O pastor sabe que você veio aqui hoje? — Sabe… — murmurou Juliana, voz tremendo. — Ele mandou eu gravar tudo. O homem riu alto, debochado. — Então vamos dar um show pra ele. Ele empurrou Juliana contra a cama, levantou a saia até a cintura e abriu bem as pernas dela. A câmera capturava tudo: a boceta já molhada e o cuzinho ainda marcado da foda anterior. — Fala pra câmera quem você é — ordenou ele, dando um tapa forte na bunda. Juliana olhou diretamente para o celular, lágrimas nos olhos, e falou com a voz embargada: — Meu nome é Juliana… sou esposa do pastor Marcos… e hoje vim aqui pra ser fodida como uma puta. O homem enfiou três dedos na boceta dela com força, fazendo ela gemer alto. — Continua falando — mandou ele. — Eu sou uma crente falsa… uma adúltera… venho pra igreja toda semana fingindo ser santa, mas adoro vir ao motel pra levar pau grosso no cu… Ele tirou os dedos, cuspiu no cuzinho e começou a enfiar o pau devagar. Juliana soltou um grito longo quando ele enterrou tudo. — Aaaaiii meu Deus! Tá entrando todo… tá arrombando meu cu! O homem segurou os cabelos dela e começou a foder com estocadas brutais, fazendo a bunda grande balançar. A câmera registrava cada detalhe: o pau grosso entrando e saindo do cuzinho, o rosto de Juliana contorcido de prazer e vergonha, os gemidos altos. — Fala pra seu marido o que você é — ordenou ele, metendo mais forte. — Marcos… me perdoa… eu sou uma vadia… adoro levar rola no cu enquanto você prega… sou uma pecadora… uma puta hipócrita… aaaahhh fode mais forte! O homem alternou: fodeu o cu por longos minutos, depois passou pra buceta, depois voltou pro cu, sempre falando alto para a câmera: — Olha pra sua esposa, pastor… olha como ela geme quando eu arrombo o cu dela. Olha como essa crente rebola pra outro pau. Juliana estava completamente perdida no tesão da humilhação. Chorava e gemia ao mesmo tempo: — Eu traí você, Marcos… traí no cu… e tô gostando… me perdoa, mas não consigo parar… fode sua esposa vadia! Quando o homem estava quase gozando, ele puxou os cabelos dela com força e perguntou: — Onde você quer minha porra hoje? — No cu… enche meu cu de porra pra eu levar pra casa pro meu marido ver… — implorou Juliana. Ele enterrou tudo e gozou violentamente, enchendo o intestino dela com jatos grossos. Juliana gozou junto, gritando, o corpo tremendo enquanto a câmera registrava tudo. O homem tirou o pau devagar, abriu bem a bunda dela para a câmera e mostrou o cuzinho arrombado, vermelho, piscando e escorrendo porra. — Manda um recado pro seu marido antes de desligar — disse ele. Juliana, ainda de quatro, olhou para a câmera com o rosto suado e destruído: — Marcos… eu gravei tudo como você pediu. Meu cu tá cheio de porra de novo… eu sou sua… mas também sou puta dele agora. Me perdoa… ou me usa como quiser. O homem parou a gravação e sorriu: — Manda isso pra ele agora. Juliana, ainda tremendo, enviou o vídeo completo para o marido. Marcos estava sozinho no escritório da igreja quando o celular vibrou. Era uma mensagem de Juliana com um vídeo anexado. O título era apenas: “Como você pediu”. Ele trancou a porta, sentou na cadeira e abriu o vídeo com o coração acelerado. A imagem era clara. Juliana de quatro no motel, saia levantada, olhando diretamente para a câmera com o rosto corado de vergonha e tesão. A voz dela saiu tremendo: — Marcos… eu gravei tudo como você pediu. Meu cu tá cheio de porra de novo… eu sou sua… mas também sou puta dele agora. Marcos sentiu um aperto no peito. A câmera mostrou o homem atrás dela, segurando a bunda grande da esposa e enfiando o pau grosso no cuzinho dela com força. — Aaaaiii meu Deus! Tá arrombando meu cu! — gritou Juliana no vídeo. Marcos ficou paralisado. Viu cada detalhe: o pau do estranho entrando e saindo do cu da sua esposa, a bunda dela balançando, os gemidos altos e descontrolados. Juliana não parecia mais a mulher recatada que ele conhecia. Ela rebolava, empinava, pedia mais. — Fode mais forte! Arromba meu cu! — gritava ela no vídeo. Marcos sentiu o pau endurecer dentro da calça, mesmo com o peito apertado de dor e raiva. Ele odiava o que via… mas não conseguia parar de assistir. O homem no vídeo puxou os cabelos de Juliana e falou alto: — Fala pra seu marido o que você é. Juliana olhou direto para a câmera, olhos marejados, e gemeu: — Marcos… eu sou uma vadia… uma crente falsa… adoro levar rola grossa no cu enquanto você prega a palavra de Deus… sou uma pecadora… uma puta hipócrita… Marcos sentiu uma lágrima escorrer pelo rosto, mas sua mão desceu involuntariamente até o pau dentro da calça. Ele começou a se masturbar enquanto assistia o estranho foder o cu da sua esposa com brutalidade. Quando o homem no vídeo enterrou tudo e gozou dentro dela, Juliana gritou de prazer: — Enche meu cu! Goza dentro da esposa do pastor! Marcos gozou junto com o vídeo, ejaculando dentro da própria calça enquanto via a porra do estranho escorrendo do cuzinho arrombado de Juliana. O vídeo terminou com ela olhando para a câmera e dizendo: — Me perdoa, Marcos… ou me usa como quiser. Marcos ficou sentado por vários minutos, ofegante, pau mole dentro da calça molhada de porra, lágrimas escorrendo. A humilhação era devastadora. Ele se sentia traído, envergonhado, impotente… e, ao mesmo tempo, mais excitado do que nunca na vida. Pegou o celular com as mãos tremendo e respondeu a mensagem de Juliana com apenas três palavras: “Volta pra casa.” Quando Juliana chegou, Marcos estava sentado no sofá da sala, o celular na mão. Assim que ela entrou, ele falou sem olhar para ela: — Levanta a saia. Juliana obedeceu. A saia subiu, revelando a boceta e o cuzinho ainda vermelhos e sujos. Marcos ficou olhando em silêncio por um longo tempo. Depois falou, a voz baixa e carregada: — Eu assisti tudo. Vi você gemendo como uma cachorra, pedindo pra ele arrombar seu cu. Vi você gozando enquanto um estranho enchia você de porra. Ele pausou, respirando fundo. — E o pior… é que eu gozei assistindo. Juliana ficou surpresa. Marcos continuou: — A partir de agora as coisas vão mudar nesta casa. Você vai continuar sendo minha esposa na frente da igreja… mas em casa você vai ser a puta que realmente é. Entendeu? Juliana baixou a cabeça, sentindo nova excitação misturada com vergonha: — Sim, meu marido… eu entendi. Marcos olhou para ela com um olhar novo — mais sombrio, mais possessivo — e completou: — Amanhã você vai voltar naquele motel. E dessa vez… eu vou junto. Quero assistir ao vivo. Marcos estava sentado na poltrona do escritório, a luz do abajur iluminando apenas metade do seu rosto. Juliana estava de joelhos à frente dele, ainda com a saia levantada, o cuzinho e a boceta marcados e sujos da tarde no motel. Depois de um longo silêncio, Marcos finalmente falou, a voz baixa e controlada: — Você acha que é a única com segredos aqui, Juliana? Ela levantou o olhar, confusa. Marcos continuou: — Eu sei que você acha que eu sou um pastor puro, santo, dedicado à palavra de Deus. Mas eu tenho um segredo que guardo há anos. Ele pegou o celular, abriu uma pasta escondida e mostrou para ela. Eram dezenas de vídeos e fotos. Mulheres da igreja. Esposas de diáconos. Jovens do coral. Todas sendo fodidas por outros homens. Algumas gravadas escondido, outras claramente consensuais. Juliana arregalou os olhos. — Você… grava as irmãs sendo traídas? Marcos deu um sorriso amargo. — Não só gravo. Eu incentivo. Eu arranjo. Eu assisto. Há quatro anos eu venho alimentando esse desejo. Quanto mais santa a mulher parece ser na igreja, mais eu quero ver ela sendo usada como uma puta. Ele pausou, olhando diretamente nos olhos dela. — Quando você começou a mudar… quando eu senti o cheiro de sexo em você… quando vi a porra escorrendo do seu cu… eu não fiquei só com raiva. Eu fiquei excitado. Porque finalmente… era a minha própria esposa virando a maior puta de todas. Juliana estava chocada. O homem que pregava contra o adultério, que orava por pureza, era um corno voyeurista há anos. — Então… você queria que isso acontecesse? — perguntou ela, a voz tremendo. Marcos assentiu lentamente. — Eu suspeitei desde o primeiro dia. E em vez de te confrontar… eu comecei a te empurrar mais. Mandando você voltar ao motel. Mandando gravar. Porque eu queria ver até onde minha esposa santinha era capaz de cair. Ele se levantou, abriu o zíper da calça e tirou o pau já duro. — Agora que você sabe meu segredo… não precisa mais fingir. Quero que você seja a maior vadia que conseguir. Quero que você volte naquele motel toda semana. Quero que você grave tudo. Quero que você conte detalhes pra mim depois. Juliana, ainda de joelhos, sentiu uma onda estranha de alívio e excitação. — Então… você não me odeia? Marcos segurou o queixo dela com firmeza: — Eu te amo. Mas também amo ver você sendo destruída. Quero que você continue indo à igreja como a esposa exemplar… e quero que você continue sendo a puta que leva porra no cu de outros homens. Ele enfiou o pau na boca dela e começou a foder sua garganta devagar. — E a partir de agora… você vai me contar tudo. Cada detalhe. Cada vez que ele te chamar de crente vadia. Cada vez que gozar com o cu cheio de porra alheia. Juliana chupava o pau do marido com uma devoção nova, olhando para cima com olhos úmidos. Pela primeira vez, não se sentia sozinha na sua depravação. Marcos gozou na boca dela e, enquanto ela engolia, falou suavemente: — Amanhã você vai voltar ao motel. E dessa vez… eu vou estar no quarto ao lado. Assistindo tudo. Juliana limpou os lábios, olhou para o marido e sussurrou: — Sim, meu pastor… eu vou ser a melhor puta que você já viu.
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