DESEJO PROIBIDO: ENTRE IRMÃOS, DESVIRGINANDO A IRMÃ, A CONTINUAÇÃO - PARTE 6
Ele não tirou. Ficou fundo, o pau ainda semi-duro, latejando dentro dela enquanto o sêmen e o sangue escorriam devagar pela entrada esticada. A rede balançava quase imperceptível. O suor dos dois misturava o cheiro de sexo com o cheiro de ferro. Ele apoiava o peso nos antebraços, o rosto perto do dela, observando. Ela mantinha o rosto virado para o lado, as lágrimas secando nas têmporas. A frase que tinha solto — não tira ainda — pairava entre eles como uma confissão. Ele não respondeu com palavras. Só moveu os quadris com extrema lentidão, um recuo mínimo seguido de um avanço curto, só para sentir a buceta dela ainda se contrair em volta dele. Ela soltou um gemido baixo, quase um soluço. A mão dele subiu até o rosto dela e virou o queixo com cuidado, obrigando-a a olhar para ele. Os olhos dela estavam vermelhos, brilhantes, cheios de uma confusão que ele reconheceu na hora: vergonha, desejo residual, medo do que aquilo significava, e por baixo de tudo uma necessidade crua de não ser abandonada naquele momento. — Olha pra mim — pediu, a voz rouca. Ela obedeceu. As pupilas ainda dilatadas. Ele beijou a boca dela devagar, sem pressa, sentindo o gosto de sal. Enquanto beijava, começou a se mover de novo dentro dela — estocadas curtas, profundas, quase só um embalo. O pau ia endurecendo outra vez com a pressão quente e molhada. O sangue já estava mais diluído, mas ainda manchava. Ela não pediu para parar. As mãos dela subiram pelas costas dele e se prenderam, os dedos se abrindo e fechando na pele. A cada movimento lento, um gemido preso escapava contra a boca dele. A vergonha ainda queimava no peito dela, mas o corpo respondia com honestidade brutal: a buceta apertava, o clitóris latejava de novo quando a base do pau roçava, as pernas se abriam um pouco mais na rede. Ele tirou a boca só o suficiente para falar contra os lábios dela: — Ainda tá me chupando por dentro… Ela fechou os olhos com força, como se a frase tivesse batido num lugar que doía e excitava ao mesmo tempo. Novas lágrimas escorreram, mas dessa vez ela não virou o rosto. Continuou olhando para ele enquanto ele fodía devagar, profundo, sem pressa de gozar de novo — só ocupando o espaço que ela tinha pedido para ele não deixar vazio. A rede rangia baixinho. O quarto cheirava a sexo e sangue. E ela, mesmo com a garganta apertada de culpa, movia os quadris de encontro aos dele, curta e hesitante, como se o corpo tivesse decidido antes da Ele sentiu o movimento dela — curto, hesitante, mas deliberado — e respondeu com uma estocada mais fundo, bem lenta. O pau, já duro de novo, abriu caminho através do sêmen e do sangue que ainda escorriam. A buceta dela estava inchada, sensível, mas se moldava a ele com uma facilidade suja, como se o corpo já tivesse aprendido o formato. Ela soltou um gemido baixo contra a boca dele, as unhas voltando a cravar levemente nas costas. Os olhos continuavam abertos, úmidos, presos nos dele. Havia vergonha ali, clara, mas também uma espécie de rendição silenciosa. Ela não conseguia disfarçar o jeito como a respiração falhava cada vez que ele entrava até o fundo. Ele passou o polegar pelo lábio inferior dela, abrindo a boca com cuidado, e beijou mais fundo, a língua entrando no mesmo ritmo das estocadas. A outra mão desceu entre os corpos e encontrou o clitóris novamente — ainda inchado, escorregadio. Esfregou em círculos lentos, combinados com o embalo dos quadris. O corpo dela retesou de imediato. — Tá sentindo? — perguntou baixinho, os lábios roçando os dela. — Como tu aperta quando eu faço isso… Ela não respondeu com palavras. Só assentiu, mínima, e moveu os quadris de encontro aos dele com um pouco mais de coragem. O movimento fez o pau entrar num ângulo diferente, mais fundo. Um gemido mais alto escapou dela, rouco, quase dolorido de tão carregado. Ele acelerou só um pouco. Estocadas profundas e cadenciadas, a base batendo contra o clitóris a cada vez, a mão ajudando no ritmo. O som molhado voltou a encher o espaço entre eles — agora mais líquido, misturado. Sangue, porra e o mel novo que ela já soltava de novo. A rede balançava com mais força. A vergonha ainda queimava no peito dela, mas estava sendo empurrada para trás a cada estocada. O corpo pedia mais. As pernas se abriram completamente na rede, os calcanhares se apoiando nas nádegas dele, puxando-o para dentro. Ela não conseguia mais ficar só recebendo. Os quadris subiam ao encontro dos dele, curtos e urgentes. Ele rosnou baixo, a testa apoiada na dela. — Isso… mexe assim… A mão no clitóris acelerou. As estocadas ficaram mais firmes. Ela já estava subindo de novo, a buceta latejando e apertando em volta dele em ondas cada vez mais fortes. As lágrimas ainda escorriam, mas agora misturadas com um prazer que ela não conseguia mais esconder. A boca aberta, os olhos semicerrados, a respiração em pedaços. Ele sentiu as contrações começarem de verdade e não tirou o ritmo. Continuou fodendo fundo, o polegar no clitóris, o peito colado ao dela, enquanto ela gozava pela terceira vez — mais quieta que as anteriores, mas mais profunda, o corpo inteiro tremendo, a buceta ordenhando o pau dele em espasmos longos e apertados. Ele segurou o próprio orgasmo. Ficou só sentindo ela gozar em volta dele, o rosto dela contorcido de prazer e vergonha ao mesmo tempo, as unhas cravadas, a voz saindo em gemidos falhados contra a boca dele. Quando as contrações diminuíram, ele ainda estava duro e fundo dentro dela, sem ter gozado de novo. A respiração dos dois se misturava. Ele beijou o canto do olho dela, o sal das lágrimas, e murmurou: — Ainda não terminei contigo. Ele não tirou o pau. Ficou enterrado até o fundo enquanto ela ainda tremia com as últimas ondas do orgasmo, a buceta latejando e escorrendo em volta dele. O sêmen anterior, o sangue fino e o líquido novo faziam tudo escorregadio e quente. Ele beijou a boca dela de novo, mais lento, quase carinhoso, mas os quadris já começavam a se mover outra vez — estocadas curtas, profundas, sem pressa de terminar. Ela soltou um gemido abafado contra a língua dele. O corpo estava hipersensível. Cada avanço fazia o clitóris latejar e a entrada arder de leve, ainda inchada do desvirginamento. Mesmo assim, as pernas dela se mantiveram abertas, os calcanhares pressionando as nádegas dele, como se o corpo se recusasse a fechar. Ele ergueu o tronco um pouco, apoiando o peso nos joelhos e nas mãos, e olhou para baixo. Viu o pau sumindo e reaparecendo, brilhando de tanto líquido, a base manchada de vermelho claro. A visão fez ele gemer baixo. Segurou a cintura dela com mais força e começou a foder de verdade outra vez — estocadas longas, firmes, o pau saindo quase inteiro e entrando de uma vez até bater fundo. A rede balançava com força. O som molhado e ritmado enchia o quarto. Ela arqueava as costas a cada penetração profunda, os seios balançando, o babydoll completamente amassado sob o peito. As mãos dela desceram e apertaram as próprias coxas, abrindo mais, expondo tudo. — Olha — ele disse, a voz rouca, quase sem ar. — Olha como tu me engole. Ela abriu os olhos e olhou para baixo, entre os corpos. Viu o pau grosso entrando e saindo, a própria buceta esticada, vermelha, escorrendo. A vergonha bateu forte de novo, mas veio misturada com um calor sujo que subiu pela barriga. Ela não desviou o olhar. Continuou assistindo enquanto ele a fodía. Ele acelerou. As estocadas ficaram mais pesadas, mais fundo. Uma das mãos desceu e esfregou o clitóris com o polegar, rápido e firme. O corpo dela retesou imediatamente. Um gemido mais alto escapou, a voz já rouca de tanto gemer. — Vou gozar de novo… — ela conseguiu dizer, a frase saindo em pedaços. — Então goza — ele respondeu, sem diminuir o ritmo. — Goza com meu pau dentro. Ele enfiou até o fundo e ficou ali, só movendo os quadris em círculos curtos e profundos, o polegar no clitóris sem parar. A buceta dela apertou com força, em espasmos longos e rítmicos. Ela gozou pela quarta vez, o corpo inteiro sacudindo na rede, a boca aberta num gemido contínuo e falhado. O líquido saiu em mais quantidade, escorrendo pela base do pau e molhando os testículos dele. Dessa vez ele não segurou. As estocadas ficaram descontroladas, profundas, quase violentas de tão urgentes. Ele enterrou até o fim uma última vez, a base batendo forte, e gozou dentro dela outra vez. O porra saiu em jatos quentes e espessos, enchendo a buceta já inundada. Ele empurrava enquanto gozava, rosnando baixo contra o pescoço dela, sentindo as contrações dela ordenhar cada gota. Quando o último espasmo passou, ele desabou sobre ela, o peso sustentado pelos antebraços, o pau ainda dentro, latejando. A respiração dos dois estava ofegante, misturada. O suor escorria. A rede balançava suave agora. Ele não saiu. Beijou o maxilar dela, depois a têmpora, e falou baixo, a voz ainda rouca: — Agora sim… agora eu terminei. Mas mesmo assim, não puxou para fora. Continuou ali, enterrado, sentindo o sêmen escorrer devagar ao redor do pau, misturado com tudo o que ela tinha soltado. As mãos dela ainda estavam nas costas dele, os dedos se movendo devagar, como se não soubessem se queriam soltar ou segurar mais um pouco.
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