DEPOIS DA TENTAÇÃO NO ÔNIBUS, O PASTOR MENCIONANDO A ESPOSA DO DIÁCONO...
Marcos estava sentado na beira da cama, o notebook aberto no colo, enquanto Juliana permanecia de joelhos no chão, ainda com a saia levantada e o cuzinho latejando. Ele abriu uma pasta específica e clicou em um vídeo. A imagem mostrou uma mulher de uns 38 anos, bem conservada, cabelos castanhos longos, corpo voluptuoso — era Suelen, a esposa do diácono principal, irmão Cláudio. — Essa foi uma das minhas primeiras — disse Marcos, com um tom quase orgulhoso. — Suelen é uma das irmãs mais respeitadas da igreja. Lidera o grupo de mulheres, organiza os cultos de oração e sempre fala sobre “santidade no casamento”. Olha o que ela vira quando acha que ninguém está vendo. No vídeo, Suelen estava no banco de trás do carro da igreja, de quatro, sendo fodida por um homem que não era o marido. Ela gemia alto, empinando a bunda: — Isso… me fode… meu marido não me come direito… fode essa buceta de crente… Marcos pausou o vídeo e olhou para Juliana. — Ela acha que eu não sei. Mas fui eu quem apresentou o cara pra ela. Fui eu quem criou a oportunidade. E gravei tudo. Depois disso, sempre que vejo o irmão Cláudio pregando no altar ao meu lado, eu lembro que a esposa dele adora levar rola de outro enquanto ele está na igreja. Juliana estava chocada. Suelen era uma das mulheres que ela mais admirava na igreja. — Ela… sabe que você tem esse vídeo? — perguntou Juliana. — Não. E é melhor que nunca saiba — respondeu Marcos. — Mas eu assisto de vez em quando. Ver a esposa do diácono principal sendo arrombada no carro da igreja me dá um prazer que você nem imagina. Ele fechou o notebook e puxou Juliana para cima, fazendo ela sentar no colo dele. O pau dele já estava duro novamente. — Você entende agora o tipo de homem que eu sou? — perguntou ele, enfiando o pau devagar na boceta dela. — Eu prego sobre fidelidade… mas me excita ver as esposas dos meus irmãos sendo corrompidas. E agora, a maior vitória de todas… é ver a minha própria esposa virando a maior puta da igreja. Juliana gemeu enquanto rebolava devagar no colo do marido, sentindo o pau dele entrar fundo. — E a Suelen? — perguntou ela, curiosa e excitada. Marcos sorriu com malícia, metendo mais forte: — Talvez um dia eu te coloque no mesmo quarto que ela. Quero ver as duas “santas” da igreja gemendo juntas como vadias. Imagina só… a esposa do pastor e a esposa do diácono principal, de quatro, levando pau e pedindo mais. Juliana sentiu um arrepio forte com a ideia. A humilhação coletiva a excitava de uma forma nova e perigosa. — Você realmente quer isso? — perguntou ela, ofegante. — Quero — respondeu Marcos, fodendo-a com mais força. — Quero corromper tudo que eu prego. E você vai me ajudar. Vai continuar indo ao motel, vai continuar gravando, e vai começar a me trazer mais detalhes sobre as outras irmãs… quem está fraca, quem está insatisfeita no casamento. Ele apertou a bunda dela com força e gozou novamente dentro dela, gemendo baixo. Depois, enquanto a porra escorria, ele acariciou o rosto dela e falou: — Você não é mais só minha esposa. Você é minha parceira nessa depravação. Entendeu? Juliana, completamente dominada, respondeu: — Sim… meu pastor. Eu entendi. Marcos estava sentado na poltrona do escritório, com Juliana ainda no colo, o pau amolecendo dentro dela enquanto a porra escorria. Ele acariciava os cabelos dela quase com ternura, mas o olhar era frio e calculista. — Suelen é o próximo grande projeto — disse ele, a voz baixa e excitada. — Faz tempo que eu observo ela. É perfeita. Tem 38 anos, casada com o diácono Cláudio há 15 anos, mãe de dois filhos, líder do grupo de mulheres, sempre falando sobre “pureza conjugal” e “santidade no lar”. É exatamente o tipo que me deixa mais duro. Juliana sentiu um arrepio. Ela conhecia Suelen muito bem — era uma das irmãs mais respeitadas da igreja. Marcos continuou, enquanto mexia lentamente o quadril, mantendo o pau dentro dela: — Meu plano é gradual e completo. Primeiro, vou criar oportunidades. Já comecei. Semana passada apresentei ela a um “amigo” meu, um homem casado, forte, bem-dotado. Disse que ele precisava de orientação espiritual. Eles já trocaram mensagens. Suelen acha que está ajudando um irmão em crise no casamento. Ele sorriu com maldade. — Na próxima semana, vou marcar um “encontro de oração” particular. Só os três: eu, ela e o homem. Vou deixar os dois sozinhos por um tempo. Depois vou assistir tudo de longe. Quero ver o momento exato em que a “santa Suelen” cair. Juliana perguntou, quase sem voz: — E depois? — Depois eu vou gravar. Quero vídeos dela chupando, sendo fodida na buceta e no cu. Quero ela gemendo alto, pedindo pra ser tratada como puta. Quero ela dizendo coisas como “meu marido não me fode direito” ou “eu sou uma crente falsa”. E quando eu tiver material suficiente… vou mostrar pra ela. Vou chantageá-la sutilmente. Não com dinheiro — com a imagem dela. Marcos acelerou um pouco o movimento, fodendo Juliana devagar enquanto falava: — Quero transformar Suelen na minha puta particular, assim como você. Quero que ela continue sendo a líder do grupo de mulheres, continue sorrindo no altar ao lado do marido… mas toda semana venha aqui ou vá ao motel pra ser usada. Quero que ela e você sejam fodidas juntas. Imagina as duas esposas “santas” da igreja, de quatro, lado a lado, levando rola e gemendo como vadias. Juliana gemeu baixinho, excitada com a depravação do plano. — E o diácono Cláudio? — perguntou ela. Marcos riu baixo. — Ele vai continuar sendo o diácono fiel. Vai continuar orando, pregando e achando que tem uma esposa exemplar. Enquanto isso, eu vou estar enchendo a boca, a buceta e o cu da mulher dele. E você vai me ajudar a corrompê-la. Quero que você fique amiga mais próxima dela. Que conte suas “fraquezas”. Que a incentive a pecar. Ele apertou a bunda de Juliana com força e meteu mais fundo: — Você vai ser minha cúmplice, minha puta principal. E Suelen vai ser o troféu. Quando eu conseguir quebrar ela completamente… vai ser a maior vitória da minha vida. Marcos gozou novamente dentro de Juliana, gemendo de puro prazer psicológico. Depois, enquanto a abraçava, sussurrou no ouvido dela: — Amanhã você vai mandar uma mensagem pra Suelen. Diga que quer conversar sobre um problema no casamento. Quero que você comece a plantar a semente. Quero que ela confie em você… antes de cair. Juliana, completamente dominada, respondeu: — Sim… eu vou fazer isso. Marcos sorriu satisfeito e completou: — Boa garota. Agora nós dois estamos no mesmo jogo.
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