Ela entrou no Uber sozinha. O vestido curto subiu quando se acomodou no banco de trás. Por baixo, nada. Nenhuma calcinha. As coxas nuas se tocaram e um fio de umidade já escorria. O motorista, um homem de uns trinta anos, olhou pelo retrovisor. O olhar desceu até as pernas dela e demorou um segundo a mais do que o necessário. Ela não fechou as pernas. Pelo contrário: abriu um pouco mais. O vestido escorregou. A buceta depilada ficou parcialmente à mostra. O motorista engoliu em seco e desviou o olhar para a rua. Mas os olhos voltaram. Dessa vez ela ergueu o vestido até a cintura, deliberadamente, e abriu as coxas por completo. A fenda molhada, os lábios entreabertos, o clitóris já inchado ficaram completamente expostos no banco de trás. — Pode olhar — disse ela, a voz baixa e firme. — Meu marido gosta quando eu mostro. O carro quase reduziu a velocidade. O motorista olhou pelo retrovisor de novo, os olhos travados na buceta dela. A mão direita saiu do volante por um instante. — Pode tocar — continuou ela. — Se quiser. Ele hesitou só um segundo. Depois estendeu o braço para trás, a mão grande alcançando as coxas dela. Os dedos tocaram primeiro a pele quente e depois deslizaram até a fenda. Ele abriu os lábios dela com dois dedos, sentindo a umidade escorrer. O polegar encontrou o clitóris e começou a esfregar em círculos lentos. Ela gemeu, as pernas se abrindo ainda mais. O motorista acelerou o movimento, dois dedos entrando nela enquanto o polegar trabalhava o clitóris com firmeza. O som molhado encheu o carro. Ela segurou o banco, os quadris se movendo contra a mão dele. — Mais rápido — pediu ela. Ele obedeceu. Os dedos entravam fundo, curvados, enquanto o polegar esfregava sem parar. A respiração dela ficou irregular. As coxas tremeram. Em poucos minutos ela gozou forte, a buceta pulsando em volta dos dedos dele, um gemido alto escapando enquanto o corpo se arqueava no banco. O motorista continuou o movimento até ela parar de tremer. Depois retirou a mão devagar, os dedos brilhando de umidade. Ela ainda ofegante, o vestido ainda erguido, a buceta latejando à mostra. Ele limpou os dedos na própria calça e voltou a dirigir em silêncio. O resto do trajeto ela permaneceu com as pernas abertas, deixando ele olhar pelo retrovisor sempre que quisesse. Quando o carro parou em frente de casa, ela ajeitou o vestido, pagou pelo aplicativo e desceu. Antes de fechar a porta, olhou para ele: — Obrigada. Em casa, o marido estava na sala. Ela se sentou no sofá, ainda molhada, e contou tudo com detalhes: como abriu as pernas, como o motorista olhou, como os dedos dele entraram nela, como ela gozou no banco de trás do Uber enquanto ele dirigia. O marido ouviu em silêncio, a excitação evidente. Quando ela terminou, ele a puxou para o colo, ergueu o vestido e passou os dedos pela buceta ainda úmida. — Da próxima vez — murmurou ele, a voz rouca — você grava. Quero ver.
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