EXIBICIONISMO NA SAPATARIA

Ela entrou na sapataria de mão dada com o marido, o vestido leve e curto balançando suavemente sobre as coxas. Por baixo, nada. Nenhuma calcinha. Apenas a pele quente e o desejo já úmido que escorria discreto entre as pernas. Ele sabia. Tinha sido ideia dele, sussurrada no ouvido dela enquanto saíam de casa: “Hoje você vai provar sapatos… sem nada embaixo. Quero ver você se exibindo.”
A loja era pequena, iluminada por luzes suaves, cheia de prateleiras de calçados. O vendedor, um homem de uns trinta e poucos anos, aproximou-se com um sorriso educado.
— Boa tarde. Em que posso ajudar?
— Ela precisa de alguns saltos — respondeu o marido, a voz calma, a mão ainda entrelaçada à dela. — Algo elegante. Pode trazer alguns pares para ela experimentar?
O vendedor assentiu e sumiu entre as prateleiras. Enquanto isso, ela se sentou no banquinho acolchoado. O vestido subiu um pouco mais quando cruzou as pernas. O marido se posicionou ao lado, de pé, observando. Seus olhos desceram até o espaço entre as coxas dela, onde a sombra escondia o que só ele sabia estar exposto.
O vendedor voltou com três caixas. Ajoelhou-se à frente dela, abrindo a primeira.
— Este modelo é muito procurado. Salto de nove centímetros.
Ele tirou o sapato do pé dela — um salto baixo, comum — e segurou o tornozelo com delicadeza. Os dedos dele tocaram a pele macia. Ela sentiu um arrepio. Quando ele calçou o novo, as mãos subiram um pouco mais, ajustando o peito do pé. O vestido escorregou mais um centímetro. A parte interna da coxa ficou à mostra.
O vendedor não levantou o olhar de imediato. Continuou a amarrotar o salto, a verificar o encaixe. Mas ela notou a pausa. O leve engolir em seco. O marido, atrás, passou a mão pelos cabelos dela, carinhoso, como se nada estivesse acontecendo.
— Fica de pé, amor — disse o marido. — Anda um pouco.
Ela se levantou. O vestido caiu de novo, mas quando deu dois passos, a barra subiu com o movimento. Por um instante, o vendedor, ainda ajoelhado, teve visão direta do que estava entre as pernas dela: a fenda já brilhante, o clitóris inchado, os lábios úmidos. Ele desviou o olhar rápido demais para ser natural.
— Fica bem — murmurou o vendedor, a voz um pouco mais rouca. — Quer experimentar o próximo?
Ela se sentou de novo. Dessa vez, ao cruzar as pernas, abriu um pouco mais. O marido se sentou ao lado dela no banquinho, a mão descansando na coxa dela, os dedos traçando círculos lentos sob o tecido.
O segundo par era mais alto. Quando o vendedor ajoelhou outra vez, ela abriu as pernas o suficiente para que ele tivesse que se posicionar entre elas. O vestido subiu quase até a virilha. Ele calçou o sapato com mãos firmes, mas os olhos traíram. Um olhar rápido, quente, direto para o centro exposto. Ela sentiu o ar gelado da loja tocar a umidade dela. O marido apertou a coxa dela, satisfeito.
— Anda de novo — ordenou o marido, baixo.
Ela se levantou e caminhou até o espelho. A cada passo, o vestido balançava. Quando se virou de costas para o vendedor, inclinando-se um pouco para ajeitar a alça do sapato, a barra subiu o suficiente para revelar o contorno redondo das nádegas e o brilho entre elas. O vendedor engoliu em seco outra vez. O marido sorriu de lado.
O terceiro par foi o mais ousado. Salto fino, preto, quase agressivo. Quando o vendedor se ajoelhou, ela não fechou as pernas. Deixou-as abertas, o vestido franzido no colo. O homem teve a visão completa: a buceta depilada, molhada, os lábios entreabertos. Ele demorou mais do que o necessário para calçar o sapato. Os dedos tremeram levemente ao segurar o tornozelo.
— Este… este fica perfeito — disse ele, a voz baixa.
Ela se levantou. Caminhou. O marido se aproximou por trás, colocou as mãos na cintura dela e sussurrou no ouvido, alto o bastante para o vendedor ouvir:
— Você está pingando, amor. Ele viu tudo.
O vendedor se levantou, o rosto vermelho, a calça claramente marcada. Fingiu arrumar as caixas.
— Vamos ficar com este par — disse o marido, calmamente. — Pode embalar.
Enquanto o vendedor se afastava, ela se sentou novamente. O marido se ajoelhou à frente dela, como se fosse ajudar a tirar o sapato. Em vez disso, sob a proteção do corpo, deslizou dois dedos entre as pernas dela, sentindo a umidade quente. Ela mordeu o lábio para não gemer.
— Mais tarde eu te fodo com esses sapatos — murmurou ele. — E você vai lembrar de como ele olhou para a sua buceta.
Ela sorriu, as pernas ainda abertas, o vestido still erguido o suficiente. O vendedor voltou com a sacola. Ela se levantou, o tecido escorregando de volta, e pegou a sacola. Os olhos do homem desceram uma última vez, inevitáveis.
Na saída, o marido passou o braço pela cintura dela e apertou.
— Próxima loja, amor?
Ela apenas apertou as coxas, sentindo o próprio desejo escorrer um pouco mais.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario cavalheiroousado

cavalheiroousado Comentou em 29/08/2026

Mereceu e recebeu o meu voto. Ótimo conto, bem excitante essa cumplicidade e ousadia do casal. Leiam e comentem os meus contos, são todos reais.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


275582 - FUDENDO A NINFETA CASADA... - Categoria: Fantasias - Votos: 2
275532 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A PRIMEIRA FUGA E A MANHÃ SEGUINTE... - Categoria: Fetiches - Votos: 0
275517 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: CONTINUANDO APÓS A LIGAÇÃO... - Categoria: Fetiches - Votos: 0
275400 - HOMENAGEM A BUCETUDA... - Categoria: Fantasias - Votos: 5
275298 - CHUPADA GOSTOSA DA GATA TRISTONHA NO TRABALHO... - Categoria: Fantasias - Votos: 2
275248 - A GRAVIDEZ DOCE: NA PRAIA.. - Categoria: Fantasias - Votos: 0
275220 - A GRAVIDEZ DOCE - Categoria: Fantasias - Votos: 0
275201 - O CÂNTICO: CAPÍTULO X - Categoria: Fetiches - Votos: 0
275198 - O CÂNTICO: CAPÍTULO IX - Categoria: Fetiches - Votos: 0
275090 - O CÂNTICO: CAPÍTULO VIII - Categoria: Fetiches - Votos: 1
275063 - O CÂNTICO: CAPÍTULO VII - Categoria: Fetiches - Votos: 1
275024 - O CÂNTICO: CAPÍTULO VI - Categoria: Fetiches - Votos: 1
275006 - O CÂNTICO: CAPÍTULO V - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274958 - O CÂNTICO: CAPÍTULO IV - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274944 - O CÂNTICO: CAPÍTULO III - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274941 - O CÂNTICO: CAPÍTULO II - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274940 - O CÂNTICO: CAPÍTULO I - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274937 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A LIGAÇÃO DO PAI E O MOMENTO DEPOIS... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274926 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A CHEGADA NA CASA DA TIA... - Categoria: Fetiches - Votos: 0
274869 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: DANDO O CUZINHO NA ESTRADA... - Categoria: Fetiches - Votos: 3
274868 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A SEGUNDA PARADA... - Categoria: Fetiches - Votos: 2
274867 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A PRIMEIRA PARADA... - Categoria: Fetiches - Votos: 2
274864 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A PARTIDA... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274863 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: A TENSÃO NOS DIAS QUE ANTECEDERAM A VIAGEM... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274862 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: O PAI LIGANDO PARA A IRMÃ... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274856 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: FUDENDO COM O AMIGO DO PAI... - Categoria: Fetiches - Votos: 4
274625 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: O PAI CONFIDENCIANDO AO AMIGO, SOBRE O "ACIDENTE" DA FILHA... - Categoria: Fetiches - Votos: 1
274539 - BONITINHA, MAS ORDINÁRIA: O PAI DESCOBRINDO QUE ELA VOLTOU AO TERRENO BALDIO... - Categoria: Fetiches - Votos: 2
274344 - DESVIRGINANDO A IRMÃ... - Categoria: Fetiches - Votos: 4
274205 - A DAMA DO LOTAÇÃO: MAIS UMA VEZ SENDO FUDIDA POR UM MOTORISTA... - Categoria: Fetiches - Votos: 3

Ficha do conto

Foto Perfil mestrern
mestrern

Nome do conto:
EXIBICIONISMO NA SAPATARIA

Codigo do conto:
271021

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
29/08/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0