A Noite Depois da conversa na sala, Cláudio levantou-se do sofá e ordenou: — Vai pro quarto. Agora. Suelen obedeceu. Caminhou pelo corredor com a saia ainda levantada, sentindo a porra escorrer pelas coxas. Ao entrar no quarto, Cláudio fechou a porta atrás dela. — Deita de bruços. Abre as pernas. Suelen deitou-se, puxou a saia até a cintura e abriu as coxas. O cuzinho vermelho e inchado ficou exposto, ainda pingando. Cláudio se ajoelhou atrás dela. Sem dizer nada, enfiou dois dedos no cu da esposa, sentindo a porra quente e cremosa do estranho. — Ainda tá cheio… — murmurou ele. — Você passou a tarde inteira com o cu de outro homem dentro de você. Suelen soluçava contra o travesseiro. — Me perdoa, Cláudio… Ele tirou os dedos e mostrou a mão suja para ela. — Chupa. Suelen virou o rosto e, com lágrimas nos olhos, chupou os dedos do marido, limpando a porra alheia. Cláudio observava, o pau já duro. — Você gostou, não gostou? — perguntou ele. — Gostou de ser fodida enquanto a Juliana te ajudava. — Gostei… — confessou Suelen, a voz embargada. — Eu gozei várias vezes. Eu pedi pra ele me arrombar mais. Cláudio abriu o zíper e tirou o pau. Sem aviso, enfiou tudo de uma vez no cuzinho ainda cheio. Suelen gritou: — Aaaahhh! Tá doendo… ainda tá sensível! Ele começou a foder o cu dela com força, segurando firme a cintura. — Agora você vai sentir o pau do seu marido no mesmo lugar onde outro homem gozou. Você é minha esposa… mas agora também é a puta dele. Suelen gemia e chorava ao mesmo tempo: — Me fode, Cláudio… me usa… eu mereço… Ele meteu com raiva e tesão, dando tapas fortes na bunda: — Fala alto o que você é. — Eu sou uma vadia… uma falsa crente… a esposa do diácono que adora levar porra no cu de outros homens… — gritava Suelen. Cláudio fodeu o cu dela por vários minutos, alternando com a boceta, sempre voltando para o cuzinho arrombado. Quando sentiu que ia gozar, enterrou tudo e explodiu dentro dela, misturando sua porra com a do estranho. Ele ficou lá dentro, pulsando. Depois tirou o pau e observou a mistura escorrendo. — Não limpa. Quero que você durma assim. Com a porra dos dois dentro de você. Suelen assentiu, destruída. Cláudio se deitou ao lado dela e, depois de um longo silêncio, falou: — Amanhã tem culto. Você vai sentar do meu lado como sempre. E eu quero que você se lembre o tempo todo do que tem no seu cu.
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